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Aliados de Temer, Roberto Rocha e Roseana são afetados diretamente com a queda do governo peemedebista…
Caso seja confirmada a renúncia, impeachment ou o afastamento pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) do presidente da República Michel Temer, a partir da delação dos donos da JBS, o cenário político no Maranhão no que tange a disputa eleitoral de 2018, muda consideravelmente.
Os maiores afetados, nesse caso, óbvio que serão os aliados: Entre tantos, os pré-candidatos ao governo estadual, Roseana Sarney (PMDB) e Roberto Rocha (PSB).
Naturalmente, a estrada para reeleição do governador Flávio Dino (PCdoB), que já não impõem tantas dificuldades fica ainda mais trafegável.
Oposicionistas de Dino, a filha de Sarney e o senador socialista que, aliás, já negociava o ingresso no ninho tucano via Aécio Neves, torciam e trabalhavam pelo sucesso do governo Temer, para assim, juntos, tentarem desbancar o atual governo num eventual segundo turno da eleição do próximo ano.
Se concretizada a queda do governo peemedebista nas turvas próximas semanas, as pretensões dos aliados de Temer no Maranhão torna-se um verdadeiro banho de água fria…
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Cunha sabe muito de e sobre Temer…
Como bem indagou o jornalista Ricardo Noblat, por que o silêncio de Eduardo Cunha custa tão caro a Temer? Entre os tantos segredos guardados por Cunha e que, se revelados, seriam capazes de derrubar toda a República, há muito que se desvendar.
“Tem que manter isso, viu?” – disse Temer a Joesley Batista, dono do JBS, depois de ouvi-lo contar que pagava mesada a Eduardo Cunha e ao doleiro Lúcio Funaro, presos em Curitiba, para que não abrissem o bico.
Certo dia, quando Cunha ainda presidia a Câmara dos Deputados e Temer era vice-presidente, os dois se reuniram no Palácio do Jaburu com uma alta autoridade do Banco Central.
Depois dos cumprimentos iniciais e de uma troca de comentários desimportantes, Temer saiu da sala deixando a sós Cunha e a tal autoridade. Só voltou quando a conversa dos dois havia terminado. Sobre o que falaram Cunha e a autoridade do Banco Central? A Lava Jato quer saber.
A preocupação de Temer em manter Cunha calado, mesmo que atrás das grades, deixa bem claro que o ex-presidente da Câmara é um arquivo vivo e sabe de muitos fatos escabrosos da política brasileira, que podem transformar a República num verdadeiro colapso. Acredite, pior ainda que os dias atuais…
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Diante da grave crise política que abala o país a partir da delação dos donos da JBS, o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB) usou seu perfil no twitter nesta quinta-feira (18) para apontar os caminhos que ele acredita superar o que classificou de colapso. Confia a seguir:

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Relator da Lava Jato no STF também ordenou afastamento do deputado Rocha Loures (PMDB-PR) da Câmara. PF cumpre nesta quinta (18) mandados de busca e apreensão em endereços ligados a Aécio.

STF afasta Aécio Neves do cargo e autoriza prisão de irmã…
O ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), mandou afastar o presidente nacional do PSDB, Aécio Neves (MG), do mandato de senador. O magistrado, no entanto, optou por não decretar monocraticamente o pedido apresentado pela Procuradoria Geral da República (PGR) para prender o parlamentar tucano.
No despacho, conforme apurou a TV Globo, Fachin decidiu submeter ao plenário do Supremo o pedido de prisão de Aécio solicitado pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot.
Endereços ligados ao parlamentar tucano também são alvo de mandados de busca e apreensão na manhã desta quinta-feira (18) no Rio de Janeiro, em Belo Horizonte e em Brasília.
O relator da Lava Jato determinou ainda que o deputado federal Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR) seja afastado da Câmara. Fachin, a exemplo do que decidiu em relação a Aécio, também preferiu enviar ao plenário do tribunal o pedido da PGR para prender o deputado do PMDB
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Em entrevista na noite desta quarta-feira (17), o líder do PDT na Câmara dos deputados, Weverton Rocha pediu o afastamento do presidente Michel Temer e a realização de eleições diretas após a divulgação da reportagem de “O Globo” que revela que Temer foi gravado pelo dono da JBS, Joesley Batista, dando aval para a compra do silêncio do ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Durante a entrevista ladeado de oposicionistas, Wevertom leu uma nota conjunta em nome dos congressistas assinada pelo PDT, PT, PCdoB, PSB, PSOL e Rede, pedindo a renúncia do presidente a realização de eleições diretas imediatamente
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Por volta de 22h30m do dia 7 de março, Joesley Batista entrou no Palácio do Jaburu. Michel Temer estava à sua espera. Joesley chegou à residência oficial do presidente com o máximo de discrição: foi dirigindo o próprio carro para uma reunião a dois, fora de agenda. Escondia no bolso uma arma poderosa — um gravador. Temer havia chegado pouco antes em casa, logo depois do seu último compromisso do dia: uma passada rápida na comemoração dos 50 anos de carreira do jornalista Ricardo Noblat.
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Até o líder da “máfia da Sefaz” Cláudio Trinchão esteve no jantar, mas prefeitos que é bom… nada!
Até agora procuro ao menos um registro fotográfico que prova a quantidade de prefeitos presentes no jantar oferecido por Roseana, Sarney, João Alberto, Lobão e C&A aos prefeitos de municípios maranhenses na noite de ontem, terça-feira (16), em Brasília.
A oligarquia que busca artifícios de disputar o governo do Estado em 2018, aproveitou a mobilização dos gestores municipais do Maranhão que foram participar da XX Marcha dos Prefeitos, para criar um fato político positivo, entretanto, o tiro saiu pela culatra.
A ex-governadora Roseana Sarney, por exemplo, antes do jantar era só entusiasmo, pensava ela que seria atendida pela ampla maioria dos prefeitos do Estado que governou por inúmeras vezes, mas o resultado foi um verdadeiro fiasco!
Embora mais de cem estivessem na capital federal, não chegou a dez o número de prefeitos no ato do PMDB. Os gestores simplesmente ignoraram a família Sarney.
Na prática, o “jantar indigesto dos prefeitos fantasmas” é mais uma prova do quanto a família que dominou a política maranhense durante mais de quatro décadas anda ruim das pernas.
Que venha 2018…
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– Folha de São Paulo

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“A espinha dorsal do governo foi quebrada hoje. O governo acabou”, disse o autor do pedido de impeachment.

Dono da JBS grava Temer dando aval para compra de silêncio de Cunha…
O deputado Alessandro Molon (Rede-RJ) protocolou um pedido de impeachment contra o presidente Michel Temer na noite desta quarta-feira (17). Ele entregou o pedido ao presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia.
Maia encerrou a sessão do plenário após a notícia de que o dono da JBS, Joesley Batista, gravou o presidente dando aval para a compra de silêncio de Eduardo Cunha.
Cabe agora ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), dar seguimento ao processo de impeachment. Segundo a Reuters, Maia afirmou que não havia mais clima para trabalhar e que só se pronunciaria após ver o teor da denúncia. Ainda segundo a agência, Maia bateu boca com Alessandro Molon.
Dono da JBS gravou Temer dando aval para pagar silêncio de Cunha
Em acordo de delação premiada firmada com a Procuradoria-Geral da República, o dono da JBS Joesley Batista gravou um áudio em que o presidente Michel Temer aparece dando aval para o pagamento de uma mesada ao ex-deputado Eduardo Cunha e ao operador Lúcio Funaro, segundo informações divulgadas pelo jornal O Globo na tarde desta quarta-feira.

Alessandro Morlon, autor do pedido de impeachment.
Segundo a reportagem, Temer teria indicado na frente de Joesley o deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR) para solucionar um assunto da J&F (holding que controla a JBS), cujo conteúdo não foi revelado. Depois, Rocha Loures teria sido filmado recebendo uma mala com 500.000 reais enviada por Joesley.
Ainda de acordo com o jornal, o empresário teria afirmado a Temer que estava pagando a Eduardo Cunha e ao operador Lúcio Funaro uma mesada para eles ficarem calados. Os dois estão presos — Cunha na Operação Lava Jato; e Funaro na Operação Sépsis. Diante desta afirmação, Temer teria dito: “Tem que manter isso, viu?”.
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Senador teria justificado o pedido dizendo que precisava de dinheiro para custear defesa na Lava Jato. Informação é do jornal ‘O Globo’. Dono da JBS gravou Aécio pedindo R$ 2 mi, diz jornal

Aécio pediu 2 milhões a dono da JBS, diz jornal
O empresário Joesley Batista, dono da JBS, maior processadora de carne do mundo, teria gravado o senador e presidente do PSDB Aécio Neves (MG) pedindo 2 milhões de reais sob a justificativa de custear sua defesa na Operação Lava Jato. A informação foi publicada no início da noite desta quarta-feira pelo colunista Lauro Jardim, do jornal O Globo.
Na gravação de Batista, que fechou acordo de delação premiada com a Procuradoria-Geral da República, ao lado de seu irmão Wesley Batista e outros cinco executivos da JBS, Aécio teria sugerido que o dinheiro fosse entregue a um primo seu. De acordo com o jornal, o presidente do PSDB teria dito ao empresário que o valor custearia o trabalho do advogado Alberto Zacharias Toron. A conversa teria durado 30 minutos e foi gravada em um hotel em São Paulo.
“Se for você a pegar em mãos, vou eu mesmo entregar. Mas, se você mandar alguém de sua confiança, mando alguém da minha confiança”, teria dito Joesley ao tucano. “Tem que ser um que a gente mata ele antes de fazer delação. Vai ser o Fred com um cara seu. Vamos combinar o Fred com um cara seu porque ele sai de lá e vai no cara. E você vai me dar uma ajuda do caralho”, teria respondido Aécio, em uma suposta referência a seu primo Frederico Pacheco de Medeiros.
Segundo o colunista de O Globo, o dinheiro foi entregue em quatro parcelas de 500.000 reais a Medeiros pelo diretor de relações institucionais da JBS, Ricardo Saud. Uma das entregas teria sido filmada pela Polícia Federal, ocasião em que Frederico Medeiros teria repassado o dinheiro a Mendherson Souza Lima, secretário do senador Zezé Perrella (PMDB-MG).
O jornal também informa que a PGR tem indícios de que essa parte do dinheiro não foi destinada ao pagamento do advogado. A PF teria seguido Souza Lima, que fez três viagens de carro a Belo Horizonte para levar a propina. Ele teria remetido os 500.000 reais à empresa Tapera Participações Empreendimentos Imobiliários, de Gustavo Perrella, filho de Zezé Perrella.

