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Fábio Câmara e Michael Temer, ambos do PMDB.
Abandonado pela cúpula peemedebista maranhense, como os caciques João Alberto, Ricardo Murad, Lobão e Roseana Sarney, a situação política do candidato a prefeito por São Luís, Fábio Câmara (PMDB) é desesperadora.
De acordo com o resultado da pesquisa do Instituto Exata, encomendada pela TV Guará e divulgada nesta sexta-feira (12), Câmara possui apenas 2% das intenções de votos do eleitorado da capital.
Isso no cenário estimulado, pois, no espontâneo o candidato do partido do presidente da República, Michel Temer, possui míseros 1%.
O levantamento mostra o prefeito Edivaldo com 25%, contra 21% da deputada Eliziane Gama (PPS). O candidato do PP, Wellington do Curso, mantém a terceira colocação, com 18%.
Rose Sales (PMB) possui 7%; Eduardo Braide (PMN) 3%; Zé Luís Lago (PL) 1%; Cláudia Durans (PSTU) 1% e Valdeny Barros (PSOL) menos de 1%.
A Exata ouviu 806 entrevistados, entre os dias 6 e 8 de agosto. Foi registrado no dia 06 de agosto sob o protocolo MA-07443/2016. A margem de erro é de 4% para mais ou menos e o intervalo de confiança é de 95%.
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Favoritismo de Alan em Bacabeira faz adversários criarem factoides.
Em desespero, a oposição em Bacabeira resolveu apostar em mentiras e boatos para atacar o prefeito Alan Linhares (PCdoB), pré-candidato à reeleição. Os adversários estão disseminando a fantasiosa informação de que uma decisão do TSE deixaria o atual gestor fora da disputa eleitoral.
Segundo Alan Linhares, a publicação de decisão judicial do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) foi uma resposta a uma consulta, de caráter, totalmente administrativo, sem qualquer efeito de vinculação jurídica.
“Ao invés de tentar conquistar o eleitor com propostas, preferem tentar enganá-lo com mentiras. Todos sabem que quando assumi a Prefeitura de Bacabeira, naquela oportunidade, foi como então Presidente da Câmara Municipal e por pouco tempo, somente enquanto eram realizadas novas eleições em que o ex-prefeito Venancinho saiu vencedor”, salientou.
Alan Linhares reforça ainda que está habilitado a concorrer ao cargo de chefe do poder executivo e que a mais alta corte do país, o STF já decidiu.
“Fui escolhido em convenção e, oportunamente, vou registrar minha candidatura à reeleição ao cargo de prefeito de Bacabeira porque o STF já decidiu que mandado de Chefe de Poder Executivo, só se adquire por sucessão ou por eleição (STF, RE nº 366.488/SP, rel. Min. Carlos Veloso) e eu não sucedi em definitivo o Venancinho naquela época, mas apenas substitui por um pequeno período. O meu primeiro mandato foi obtido na eleição de 2012, por isso tenho direito à reeleição agora em 2016”, asseverou.
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A legislação estipula punição de propaganda eleitoral antecipada em multa de R$ 5 mil a R$ 30 mil, sem prejuízo das demais sanções legais cabíveis.
Homologados candidatos a prefeita e vereador pelo PRB no município de Raposa, Ocileia Fernandes Carneiro, filha do ex-prefeito Paraíba, e o senhor Valterly Carvalho Garcez, o Irmão Valter, utilizaram das redes sociais nesta sexta-feira(12) para divulgar seus respectivos números e slogan de campanha, no intuito claro de antecipadamente pedir o voto do eleitor, o que é proibido pela legislação eleitoral.
A propaganda eleitoral está liberada só a partir do dia 16 de agosto, portanto, na próxima terça-feira, e termina no dia 1º de outubro, na véspera da eleição, em cidade de primeiro turno. As regras estão na Resolução TSE nº 23.457/2015, e as punições para quem descumprir as proibições impostas vão de multa de R$ 5 mil a R$ 30 mil até mesmo detenção.
Além de grupos do aplicativo whatsapp, na página do Facebook do candidato Valterly Carvalho Garcez [como pode ser visto na imagem ‘print’ deste post], o cartaz de campanha da dupla foi estampado sem qualquer receio das punições previstas em Lei pelo Tribunal Superior Eleitoral.
Pelo que se pode comprovar na publicação irregular, Ociléia usará o slogan: “Construindo uma nova história! Raposa é 10”. Já o candidato a vereador Irmão Valter, filiado ao PRB, exibe abertamente seu número de campanha “10.963” e o lema: “Renovação e compromisso”.
O blog entrou em contato com os outros dois partidos que concorrem à prefeitura de Raposa nesta eleição, PCdoB e o PR, segundo seus representantes as siglas já acionaram seus advogados e ingressarão nas próximas horas com uma denúncia formal ao Juiz da 93ª Zona Eleitoral.
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Orçada em quase dois milhões, a obra contempla diversas intervenções, dentre elas nova iluminação; recuperação do pavimento, construção de área de vivência, substituição de guarda-corpo do enrocamento; construção de quiosques com banheiros; implantação de uma academia ao ar livre; ciclovia, passeio público para prática de atividade física; instalação de um posto policial.

Ted Lago e representantes da prefeitura vistoriaram a obra nesta sexta-feira.
O presidente da Empresa Maranhense de Administração Portuária (EMAP), Ted Lago, e o secretário municipal de Obras, André Franklin, vistoriaram, nesta sexta-feira (12), as obras de reurbanização do Cais de São José de Ribamar, importante logradouro público e um dos principais pontos turísticos da sede da cidade.
Os trabalhos – que estão sendo custeados com recursos estaduais atendo pleito do prefeito Gil Cutrim (PDT) e vereadores – haviam sido paralisados por conta do descumprimento de compromissos contratuais com a EMAP por parte da empresa que estava executando os serviços.
Convocada a segunda colocada no processo licitatório, a nova empresa retomou as atividades no mês passado e a meta é concluí-las em novembro ou começo de dezembro.
“Entregaremos esta grandiosa obra ainda este ano e periodicamente estaremos fiscalizando os serviços para que seja cumprido tudo o que foi contratado”, disse Ted Lago.
Representando o prefeito Gil Cutrim na vistoria, André Franklin, ratificou a disponibilidade do corpo técnico municipal em colaborar com o planejamento e execução dos serviços. “Os ribamarenses e visitantes, em breve, poderão desfrutar de um excelente espaço de lazer e de um dos mais belos cartões postais da Grande Ilha”, avaliou.
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Casa ainda na fase de acabamento, foi vendida para várias pessoas pelo prefeito Marcelo Farias.
Três pessoas que preferiram não se identificar, procuraram o blog para fazer uma denúncia contra o prefeito Marcelo Lima de Farias (PMDB), de Arame, município maranhense a 475 km de São Luís, localizado no Alto Mearim.
Segundo os relatos, elas foram vítimas de um golpe aplicado pelo gestor, que desesperado para levantar dinheiro, provavelmente para sua campanha eleitoral de reeleição, ofereceu uma casa ainda em fase de acabamento por um preço bem atraente.
Acontece que o imóvel situado na Rua Rio Pindaré, nº 09, loteamento Parque Rios [ao lado do Cemitério Jardim da Paz] em São José de Ribamar, foi negociado com pelo menos três pessoas diferentes.
Encontro
Os múltiplos compradores apenas descobriram o golpe quando se encontraram, coincidentemente, na frente da casa nesta quinta-feira(11). Por volta das 16h, um empresário da cidade de Arame esteve no local para conhecer o imóvel e pegá-lo como parte de uma dívida que possui com o prefeito. Nesse momento, um segundo comprador, detentor de um cheque pessoal de Marcelo Farias como parte referente a compra do imóvel, deu de cara com a situação. Após conversarem, as vítimas descobriram a existência de outra pessoa que também pagou por parte da casa.
O blog buscou contato com o prefeito para esclarecer o episódio, mas não obteve retorno.
Folha corrida

Além de aplicar golpe imobiliário, prefeito foi acionado duas vezes por improbidade.
Marcelo Farias é conhecido pelas trapalhadas. Em março de 2015, por exemplo, o prefeito e mais dois empresários foram denunciados à Justiça por improbidade administrativa pelo Ministério Público do Maranhão (MP-MA).
Segundo o promotor de justiça Weskley Pereira de Moraes, após denúncia feita por um vereador, foram constatadas irregularidades em procedimento licitatório, que teve como objetivo a contratação de empresa especializada em locação de veículos. A empresa havia vencido a licitação com contrato no valor de mais de R$ 2 milhões.
Em outubro de 2015, o Marcelo Farias foi novamente acionado pelo MP-MA por improbidade administrativa e teve seus bens bloqueados. A denúncia foi feita por vereadores da cidade alegando que o prefeito, desta vez, estaria usando dinheiro público para promoção pessoal, além de irregularidades em uma licitação para a compra de fardamento escolar.
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Além de violar os princípios da transparência e boa-fé, o vereador infringiu a Lei de Acesso à Informação, que só permite que documentos sejam mantidos em sigilo quando necessários à segurança, o que não é o caso.

Aliado de Beto Rocha e Lidiane, Arão está fora do cargo por ter viabilizado o retorno da prefeita passado por cima de tudo e todos.
Com base em uma Ação Civil Pública por ato de improbidade administrativa proposta pelo Ministério Público do Maranhão na última terça-feira, 9, a Justiça determinou o imediato afastamento de Arão Sousa Silva do mandato de vereador e, consequentemente, da presidência da Câmara Municipal de Bom Jardim. A decisão é da juíza Leoneide Delfina Barros Amorim, titular da 2ª Vara de Zé Doca e que responde pela Comarca de Bom Jardim. Arão é aliado político do ex-secretário do município, Beto Rocha, que é acusado, ao lado de Lidiane Leite, de desvio até R$ 15 milhões da Prefeitura de Bom Jardim, segundo a Polícia Federal.
O presidente da Câmara, em 5 de setembro de 2015, por meio do Decreto legislativo n° 006/2015, declarou a perda do mandato da então prefeita Lidiane Leite da Silva, que se encontrava afastada do município sem autorização do Legislativo Municipal há 15 dias. Na época, Lidiane Leite estava sendo procurada pela Polícia Federal em virtude de desvios de verbas da educação no município. A Lei Orgânica do Município de Bom Jardim prevê a necessidade de autorização da Câmara para afastamentos superiores a 10 dias. A medida foi tomada após o encaminhamento de Recomendação por parte do Ministério Público. Porém, na última segunda-feira, 8, no entanto, o presidente da Câmara Municipal, em sessão extraordinária, deu posse novamente a Lidiane Leite, “sem ao menos publicar ou divulgar a revogação do decreto, o qual teria, em tese, sido revogado unilateralmente pelo referido presidente”, explica o promotor de justiça Fábio Santos de Oliveira.
Apesar de várias tentativas da promotoria em ter acesso a um documento que tivesse revogado o decreto, que não havia sido publicado, isso foi negado pelo presidente daquela Casa Legislativa. Arão da Silva afirmou que só atenderia a pedido formulado por escrito e se lhe fosse dado prazo constitucional para o atendimento.
Para o promotor Fábio de Oliveira, além de violar os princípios da transparência e boa-fé, o vereador infringiu a Lei de Acesso à Informação, que só permite que documentos sejam mantidos em sigilo quando necessários à segurança, o que não é o caso. “A negativa de acesso ao referido documento tem o nítido intuito de dificultar a fiscalização exercida pelo Ministério Público de Bom Jardim, pois ele sabe que a revogação do decreto legislativo configurava uma afronta à Recomendação n° 02/2015”, observa.
Ainda de acordo com a ação, ao negar acesso ao documento, o presidente da Câmara Municipal de Bom Jardim comete crime previsto no artigo 10 da Lei de Ação Civil Pública (“Constitui crime, punido com pena de reclusão de um a três anos, mais multa de 10 a 1.000 Obrigações Reajustáveis do Tesouro Nacional (ORTN), a recusa, o retardamento ou a omissão de dados técnicos indispensáveis à propositura da ação civil, quando requisitados pelo Ministério Público”).
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Entre os tantos parentes do prefeito Paulo Veloso que constam como “funcionários fantasmas” no executivo de Pio XII, segundo a Justiça, existem duas sobrinhas do prefeito que estudam e residem fora do país.

Larissa reside em Assunção, no Paraguai.
Um detalhe curioso chamou atenção do editor deste Blog na decisão desta quarta-feira (10), em que o juiz Raphael Leite Guedes, titular da Comarca de Pio XII, determina o afastamento do prefeito Paulo Roberto Sousa Veloso e mais quatro de seus auxiliares de primeiro escalão por atos de improbidade caracterizado pela existência de servidores “fantasmas” na administração pública municipal.
Pelo menos duas das três sobrinhas do gestor afastado que recebiam na folha de pagamento da prefeitura como servidores públicas municipais, sequer residiam na cidade, pior, estudam e, portanto, moram fora do país.
Larissa Veloso
Ana Larissa Veloso Rodrigues, residente na Cidade de Assunção, capital do Paraguai, na qual cursa Medicina, conforme informação da própria “fantasma” existente em seu perfil na rede social, recebe valores mensais da prefeitura, desde o mês de janeiro de 2014, por supostamente ocupar o cargo de Assessora da Secretaria Municipal de Educação.
Segundo a Justiça, baseado na investigação da Polícia Civil e do Ministério Público, constam dos autos do processo, certidão de movimentação para o exterior encaminhada pela Polícia Federal da sobrinha do prefeito com inúmeros intervalos de saída e entrada no Brasil, documento que demonstra indícios suficientes de não residência da Larissa em Pio XII, portanto, não tinha como estar exercendo função no órgão municipal.
Camila Veloso
A segunda sobrinha do prefeito é Camila Atalia Chagas de Oliveira, residente na cidade de Santa Cruz de la Sierra, na Bolívia, país no qual também cursa Medicina, conforme certidão de movimentação para o exterior encaminhada pela Polícia Federal.

Camila residente na cidade de Santa Cruz de la Sierra, na Bolívia.
Camila começou ‘faturá’ na prefeitura desde o mês de janeiro de 2013, por supostamente ocupar o cargo de Assessora da Secretaria Municipal de Educação.
Ela possui inúmeros intervalos de saída e entrada no Brasil, documento que demonstra indícios suficientes de não residência na cidade, tampouco, ocupar cargo no executivo piodocense.
Carulina Veloso
Além de Larissa e Camila, uma terceira sobrinha também supostamente ocupou o cargo de funcionário fantasma de Assessora da Secretaria Municipal de Educação, mesmo sem nunca ter pisado no órgão.
Trata-se de Ana Carulina Veloso Rodrigues, residente na Cidade de São Luís, conforme informação das investigações no processo. Ela recebeu valores mensais do Município desde o mês de março de 2013. Recentemente a jovem mudou-se pra a cidade de Niquelândia – GO.
Documentos
Os graves fatos narrados e comprovados pelo representante do Ministério Público no bojo da “Operação Descarrego”, verificou através das provas inequívocas, a existência de grave e reiterado desvio mensal de verbas públicas com a caracterização de “apadrinhamento político” sem os trabalhos diários pelos parentes dos gestores municipais.

Carulina, morava em São Luís, recentemente mudou-se para o Estado de Goiás.
Constam dos autos, diversas provas, dentre as quais a existência de diversas portarias, termos de nomeação, pré-contratos e folhas de pagamento com informações suficientes para a caracterização de “funcionários fantasmas” na Administração Pública do município.
Até a presente data, as investigações apontaram para um desvio aproximado em R$ 2.500.000,00 (dois milhões e quinhentos mil reais) para o pagamento de “funcionários fantasmas”, valores estes que, inclusive, podem ser maiores, haja vista que continuam as investigações que podem acarretar no descobrimento de mais pessoas envolvidas.
Abaixo veja relação de partes dos funcionários fantasmas de Pio XII:
*ANA CARULINA VELOSO RODRIGUES (sobrinha do Prefeito Municipal);
*ANA LARISSA VELOSO RODRIGUES (sobrinha do Prefeito Municipal);
*CAMILA ATALAIA CHAGAS DE OLIVEIRA (sobrinha do Prefeito Municipal);
*OSCIONEIDE SILVA E SILVA (Esposa do Vereador “DAVI”);
*ANA SCARLETT VIEIRA VELOSO (Sobrinha do Prefeito Municipal);
*OSÍLIO ODILIO DA SILVA (ex-genro do Prefeito Municipal);
*ANA PAULA DOS SANTOS VELOSO (filha do Prefeito Municipal);
*BRENDA ARAÚJO PORTILHO (Filha da Secretária de Educação);
*DIONE SEBASTIANA SOUSA VELOSO (Irmã do Prefeito Municipal);
*GIANA EMANUELA SILVA PORTILHO (Sobrinha da Secretária de Educação);
*JORDELIA NASCIMENTO FERREIRA (Esposa do Secretário de Finanças);
*LUCELENA DOS SANTOS OLIVEIRA (filha do Vice-Prefeito);
LEIA TAMBÉM:
– Operação Descarrego: Justiça afasta prefeito, secretários e procurador de Pio XII
– Operação Descarrego: Promotor diz que 40 pessoas recebem sem tabalhar na prefeitura
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Em resposta ao post: “Ex-presidiário, hoje cabo eleitoral em Zé Doca, exibe mala preta com R$ 200 mil“, o senhor Hamurabi Simplicio Cutrim da Silva entrou em contato com o blog para esclarecer o ocorrido.
Segundo conta, o valor que representa o montante de cédulas de 100 reais nas imagens da matéria, somava pouco mais de R$ 16 mil reais referente a venda de um veículo.
Hamurabi, também relata parte de seu histórico de superação.
Acompanhe abaixo a íntegra:

Hamurabi Simplicio Cutrim da Silva
Quero dizer que longe de mim tentar tolhi o papel da Imprensa, até porque eu já fiz parte dela como apresentador de rádio e como correspondente de um dos mais importantes jornais da capital na década de 90.
Também deixar bem claro que todo o ônus apresentado na matéria do blog não vai ser desmentido por mim a não ser a calúnia acerca da foto nele divulgada.
O valor se refere a um fechamento de um negócio comercial, inclusive, o valor cujo proprietário foi o próprio fotógrafo – que eu jamais imaginei que tornaria publico algo particular, até pelo risco de atrair assaltantes ou ladrões.
E deixar bem claro também que gostaria que os blogs tivessem dado a mesma atenção para o meu histórico de superação: sou o campeão de habeas corpus contra prisões ilegais no Estado do Ceará; ganhei bolsa na área de logística na faculdade Maurício de Nassau através do governo federal pelas notas do ENEM carcerário, obtendo a maior nota em redação de todo sistema;

Hamurabi confere as notas, e sem cerimônia ainda faz pose com a mala preta cheia de notas de R$ 100.
Impetrei o HABEAS CORPUS LENÇOL mais famoso e polêmico da história do JUDICIÁRIO BRASILEIRO, e que embora denegado em 2014 FOI PARA O MUSEU DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL, fiz curso de mediação e arbitragem amparado por LEI FEDERAL e me tornei juiz da justiça privada (quando sentencio) sou bacharel em teologia e empresário do ramo de fornecimento alimentício em fortaleza, CRIAMOS O MAIOR PROJETO DE RESSOCIALIZAÇÃO DO CEARÁ E RECONHECIDO PELO CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA CNJ, aquela época, presidido pelo Ministro Gilmar Mendes, e no Ceará representado pelo MM Juiz federal Marcelo Lobao também presido AGAV-BRASIL ONG.
Hoje tenho orgulho da minha trajetória de vitória e superação, só não consigo entender porque o meu erro cometido há dez anos atrás, vem a exposição passando por cima de todo o histórico de superação por conta de clima político como se candidato fosse, e não sou sequer eleitor lá da cidade de Zé Doca.
A forma pejorativa da divulgação da matéria tem o intuito senão para que as pessoas vejam justamente o que não tenho: dinheiro .
E sei que tais ataques não enriquecem o debate político e só conotam desespero por parte dos que estão diante de uma eminente derrota que será sufrogada pelo povo de Zé Doca contra todo o descaso e retrocesso.


