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Clodoaldo e Jorge Vieira na TV Difusora das 9h às 10h, sempre aos sábados.
Estréia neste sábado (09) na TV Difusora, o programa ‘Resenha’, sob a apresentação dos jornalistas e blogueiros Jorge Vieira e Clodoaldo Correa. Logo na primeira edição, o semanal entrevistará o governador do Maranhão, Flávio Dino, do PCdoB.
A novidade parte da iniciativa do jornalista e publicitário José Raimundo Pinheiro, o Zeca Pinheiro.
O ex-secretário de Estado de Comunicação do governo Jackson Lago, articulou-se junto a padrinhos fortes na política maranhense e conseguiu em meados de março deste ano arrendar o sistema Difusora de Comunicações, de propriedade da família do ex-ministro de Minas e Energia, Senador Edson Lobão.
Mesmo que não admita e tampouco revele o valor do negócio, o suplente de senador Edinho Lobão (PMDB) – sócio e presidente da Difusora – se afastou da empresa assim que fechou a transação mantida a sete chaves.
Caras novas

Zeca Pinheiro tem mudado a “cara” do sistema Difusora.
Pinheiro já tinha adquirido o apresentador Jeisael Marx [blogueiro] do “Na Hora D”, programa exibido ao meio dia na TV Difusora.
E para as tardes da Rádio Difusora FM, Zeca arregimentou o blogueiro Leandro Miranda [Marrapá] que divide a apresentação do programa ‘Ponto e Vírgula’ com outro membro da ‘blogosfera’ Marcelo Minard, e o desconhecido Paulo Negrão, que substituiu o blogueiro Frederico Luis semanas atrás.
Conhece o ramo
Zeca, verdadeiro dono da agência Sofia Comunicação, também acumula a experiência de ex-secretário municipal de Comunicação dos governos Tadeu Palácio e Jackson Lago. ZP atua no ramo das “comunicações” há décadas, atualmente possui gordos contratos de prestações de serviço na prefeitura de Timon e Câmara Municipal de São Luís. E recentemente assumiu o controle da “imagem” do executivo municipal de Açailândia.
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O prefeito já havia concedido novo reajuste salarial, de 13,01%, para os professores da rede municipal de ensino.
A Prefeitura de São José de Ribamar efetua, nesta sexta-feira (08), o pagamento da primeira parcela do 13º salário dos servidores públicos municipais do município.
A data está contida no calendário anual de pagamento do funcionalismo instituído pela gestão do prefeito Gil Cutrim (PDT).
Mesmo diante da crise financeira que continua prejudicando as cidades maranhenses — ocasionada principalmente pela queda de recursos do Fundo de Participação dos Municípios – São José de Ribamar continua pagando rigorosamente em dia e antecipando, em várias oportunidades, os proventos dos servidores.
Em abril, Gil Cutrim concedeu reajuste de 15% na gratificação de natureza especial (risco de vida) para os guardas civis municipais da cidade.
No mês anterior, o prefeito já havia concedido novo reajuste salarial, de 13,01%, para os professores da rede municipal de ensino.
Em menos de seis anos, esta foi a quinta vez que Cutrim concedeu aumento salarial para os profissionais do magistério de São José de Ribamar – em 2011, o reajuste foi de 15%; em 2012 de 22%; em 2013 de 8%; e em 2014 de 8%.
A prefeitura ribamarense também já implantou várias outras ações de valorização dos servidores, tais como implantação de reajuste salarial (ou reposicionamento) para funcionários efetivos, de acordo com o tempo de serviço prestado; criação do novo Estatuto do Servidor Público de São José de Ribamar; instalação da Junta Médica dos servidores municipais; implantação do Portal do Servidor (http://servidor.saojosederibamar.ma.gov.br); implantação do Plano de Carreiras, Cargos e Remuneração; dentre outras.
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O presidente afastado da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), oficializou a renúncia ao cargo de presidente da Casa no início da tarde desta quinta-feira. Cercado de aliados, Cunha comunicou sua decisão no Salão Verde. Cunha leu durante 7 minutos um carta entregue à Mesa Diretora da Casa e, em alguns momentos, se emocionou.
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President of Brazil’s Chamber of Deputies Eduardo Cunha gestures during a breakfast with journalists at the Chamber of Deputies in Brasilia, Brazil, December 29, 2015. REUTERS/Ueslei Marcelino
13h20 – Alvo de um processo de cassação e réu no Supremo Tribunal Federal por corrupção e lavagem de dinheiro, o presidente afastado da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), renunciou nesta quinta-feira ao comando da Casa. Cunha está afastado das funções há dois meses por determinação do STF – que na ocasião indicou inclusive que uma eventual prisão do peemedebista não estava descartada. Ainda que fora da presidência da Câmara, Cunha segue deputado e mantém, portanto, o foro privilegiado. O parlamentar chegou escoltado à Casa e ouviram-se gritos de ‘ladrão’ e ‘fora Cunha’. Ele foi acompanhado na coletiva em que anunciou a renúncia pelos aliados Carlos Marun (PMDB-MS), João Carlos Bacelar (PRB-BA), Jovair Arantes (PTB-GO) e Marcelo Aro (PHS-MG).
A decisão de Cunha reprisa estratégia usada pelo seu correligionário Renan Calheiros (AL), que em 2007 renunciou à presidência do Senado na véspera de seu processo de cassação ser votado em plenário. À época, no entanto, o voto dos congressistas era fechado, e Renan acabou absolvido. No caso de Eduardo Cunha, a votação se dará por meio do voto aberto. Por isso, nos bastidores, considera-se improvável que o deputado fluminense consiga escapar da perda do mandato.
Logo, a renúncia de Cunha ao comando da Câmara é vista como a última cartada do peemedebista para conseguir a “solidariedade” dos colegas. Ele ainda tenta emplacar na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) recursos contra o pedido de cassação, aprovado pelo Conselho de Ética. Se perder o mandato, o peemedebista fica inelegível por oito anos e – mais grave – perde o foro privilegiado, o que leva as investigações contra ele na Lava Jato para as mãos do juiz federal Sérgio Moro, a exemplo do que já ocorre com a mulher e a filha do deputado.
A investida de Cunha na CCJ visa anular a aprovação de seu pedido de cassação e devolver o processo ao Conselho de Ética. O colegiado é formado por 66 deputados e, para que seu pleito seja atendido, ele precisa do aval de 34 congressistas – número que, até antes da renúncia, aliados diziam que ele não tinha. Alguns deputados aguardavam o último gesto do peemedebista para definir seu voto. A CCJ vai se reunir na próxima segunda-feira para votar o parecer do deputado Ronaldo Fonseca (Pros-DF), aliado de Cunha que defendeu que o processo retorne ao Conselho de Ética.
A renúncia de Cunha não significa que ele sai de cena do comando da Câmara dos Deputados. A vacância da cadeira abre caminho para a convocação de novas eleições em até cinco sessões, de modo a tirar o deputado Waldir Maranhão (PP-MA) do posto. Nos bastidores, aponta-se para um acordo entre Cunha, o Planalto e parlamentares do chamado “centrão” para eleger o líder do PSD, Rogério Rosso (PSD-DF), ex-presidente da comissão do impeachment e aliado de Cunha. Questionado pelo site de VEJA, o parlamentar do DF evitou tratar do acordo. Disse apenas ser possível a realização de novas eleições antes do recesso, que terá início no dia 18 de julho. “No caso de Aldo Rebelo, demorou apenas dois dias”, afirmou Rosso.
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Afilhada política de Sarney Filho, em apenas dez meses, deu prejuízo que somam R$ 11,4 milhões; Já o ex-secretário Victor Mendes é responsabilizado pelo dano de R$ 4,8 milhões.

O blog já tinha alertado sobre a atuação da dupla na SEMA.
Auditoria Especial promovida pela Secretaria de Transparência e Controle na Secretaria Estadual de Meio Ambiente (SEMA), entre 1° de janeiro de 2011 a 31 de dezembro de 2014, apontou que os ex-secretários Victor Mendes e Genilde Campagnaro provocaram um dano de R$ 16 milhões aos cofres públicos.
A maior parte desse prejuízo é por conta e obra de Genilde Campagnaro, que em apenas dez meses à frente da SEMA (11/02/2014 a 31/21/2014) foi responsável por contratações, aditivos e pagamentos de diárias e adiantamentos considerados irregulares pela auditoria, que somam R$ 11,4 milhões.
Já o ex-secretário Victor Mendes, que ocupou a pasta por 3 anos, foi responsabilizado pelo dano de R$ 4,8 milhões.
O desempenho de Campagnaro corresponde à sua proximidade com a família Sarney, especialmente com o atual ministro interino de meio-ambiente, Sarney Filho, que a indicou para o cargo, durante o último ano do governo da irmã, Roseana Sarney.
Pelos “serviços prestados”, ele com a ajuda do pai, o carcomido oligarca José Sarney, conseguiu após a queda do antigo regime a sua nomeação em agosto de 2015 para o posto federal de superintendente da Pesca e Aquicultura no Estado do Maranhão.
Dentre os exemplos que justificam o seu apadrinhamento estão o segundo contrato com a Tramity Business, empresa condenada com base na Lei Anticorrupção a pagar R$ 4,3 milhões, para realizar o processo de licitação para os serviços de assessoria técnica no Cadastro Ambiental Rural (CAR) e no Plano de Recomposição de Área Degradada (PRAD), que ela mesmo ganhou, e o contrato com a Fundação de Apoio ao Ensino, Pesquisa e Extensão – Fapead para despoluir a Lagoa da Jansen por R$ 6,8 milhões.
O relatório da auditoria foi encaminhado para o Tribunal de Contas do Estado, Ministério Público e Corregedoria Geral do Estado. (As informações são do Blog do Garrone)
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Acusado de participação no assalto e explosão da agência do Banco Bradesco no município de Anajatuba na madrugada da última terça-feira (5), Renato Menezes da Silva, natural de Santa Inês, foi transferido para a delegacia de Itapecuru.
Com ele a Polícia Milita e a Força Tática encontrou um revolver calibre 38 e a quantia de R$ 760 – que poder ser fruto do dinheiro levado dos caixas eletrônicos da agência.
Renato foi preso nesta manhã dentro de uma área de matagal alagada. Ele pegou um ônibus da Cisne Branco no Povoado Areal que faz linha para São Luís, mas logo os demais passageiros desconfiaram da presença de um homem estranho nunca visto naquela região.
Quando um PM entrou no ônibus para averiguar a denúncia, o suspeito em porte de arma de fogo fez refém e conseguiu sair do veículo e empreender fuga, entretanto, foi encontrado por um popular deitado na área alagadiça perto do Bairro São Raimundo.
O helicóptero do Grupo Tático Aéreo (GTA) continua sobrevoando a região.

Renato Meneses é natural do Estado do Piauí…
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Com ajuda de moradores o GTA – Grupo Tático Aéreo prendeu na manhã desta quinta-feira (07) Renato Menezes da Silva, natural de Santa Inês, um dos assaltantes que explodiram o banco do Bradesco na madrugada da última terça-feira (5) no município de Anajatuba.
Na ocasião, os suspeitos fugiram tomando o sentido errado, se perderam e pegaram a estrada que segue para o Povoado Afoga, zona rural do município, sem saída o local possui apenas campos e mata fechada.
Um dos integrantes da quadrilha que assaltou a agência pegou um ônibus da Cisne Branco no Povoado Areal que faz linha para São Luís, mas logo os demais passageiros desconfiaram da presença de um homem estranho nunca visto naquela região. A polícia foi acionada pelo motorista, e quando o veículo chegou na sede, um policial militar entrou no coletivo, o suspeito então fez um passageiro refém e desceu do ônibus saindo pela rua até chegar na beira de um matagal nas proximidades do Bairro São Raimundo.
O bandido soltou o refém identificado como Gilberto e adentrou numa área de matagal alagada, mas menos de uma hora após foi identificado por um popular e preso pela polícia.
O GTA – Grupo Tático Aéreo sobrevoa povoados da região desde a terça-feira (05) em busca do bando que praticou a ação criminosa.
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– GTA procura assaltantes de banco escondidos em matagal de Anajatuba
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Aninha deve enfrentar problemas com a polícia e a justiça por conta do pagamento de mais um milhão e meio ao empresário Eduardo DP.
Com pouco mais de 11 mil habitantes, o pequeno município de Presidente Vargas a 165 km de São Luís, tem sido dilapidado pela gestão da prefeita Ana Lucia Cruz Rodrigues Mendes, a Aninha (PV).
Entre os tantos indícios claros de desvio de recursos, o blog publicou na manhã desta quarta-feira (06) que a “Empresa de Eduardo DP faturou mais de R$ 19 milhões em dez prefeituras“, entre essas, consta a de Presidente Vargas.
Aninha tirou dos cofres públicos do sofrido povo presvarguense nada menos que R$ 1.568.452,65 (um milhão, quinhentos e sessenta e oito mil, quatrocentos e cinquenta e dois reais e sessenta e cinco centavos) para, segundo ela, aplicar na execução de serviços de recuperação de estradas vicinais, em locais não especificados nos extratos disponíveis no Diário Oficial do dia 24 de novembro de 2014.
O valor destinado à empresa Rio Anil Locação, Terraplanagem e Pavimentação Ltda, é relativo ao pagamento de três contratos referente a “concorrências públicas” seladas entre o agiota/empresário Eduardo José Barros Costa, o Eduardo DP, conhecido também como “Imperador” e a atual gestão municipal.
Obra fantasma
O blog apurou junto a diversos moradores da cidade que conhecem os povoados locais, que os serviços da empresa do agiota “Imperador” – foragido da polícia por desvios milionários em prefeituras maranhenses – nunca foram realizados no âmbito municipal, e portanto, são fantasmas.
As datas dos contratos são diferentes: o primeiro foi assinado no dia 31 de janeiro de 2014; os outros dois são de 10 e 24 de fevereiro do mesmo ano. Todos têm prazo de três meses para conclusão dos serviços, no entanto, a vigência é de 31 de dezembro de 2014.
Confira abaixo os extratos dos contratos:

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Presença na Tribuna e proposições de grande alcance apresentadas agradam eleitorado da capital…
Desde que passou a se destacar nas pesquisas de intenção de voto neste período pré-eleitoral, muito antes de colocar o nome na disputa pela Prefeitura de São Luís, o deputado estadual Wellington do Curso (PP) tem sido vítima de ataques extasiados, seja em rádios, blogs ou jornais impressos.
A estratégia é de fácil dedução: Foi dado a ordem para queimar, o já conhecido “detonar”.
E de onde partiu? Simples, dos aliados da deputada federal Eliziane Gama (PPS), com liderança ameaçada, e sobretudo, do grupo do prefeito Edivaldo Holanda Júnior (PDT) que corre o iminente risco de não ir para um eventual segundo turno.
Diferencial
Wellington é o terceiro nas pesquisas, entretanto, possui um diferencial: Colado no segundo colocado [Edivaldo], tem a menor taxa de rejeição, que o coloca em posição confortável, e grande potencial de crescimento entre o eleitorado ludovicense.
É exatamente esse aspecto que Gama e Holanda têm se preocupado. Vez que o pré-candidato progressista possui atuação destacada na Assembleia Legislativa: Ocupa com muita frequência a Tribuna da Casa; Apresenta proposições de grande relevância social, além de atuar na defesa de classes trabalhadoras e comprar briga de outras categorias, como a dos servidores públicos. O parlamentar também não abre mão do corpo-a-corpo nas comunidades, realiza constantes reunião nos maiores aglomerados urbanos da capital.

…Presença na comunidade é um diferencial de Wellington.
Factoides
O deputado é o ‘pré’ mais falado na grande mídia. Seu nome faz parte dos principais debates envolvendo a sucessão municipal. Aliás, há semanas os adversários tentam associar sua imagem à da desgastada família Sarney; mas sem sucesso.
Hoje por exemplo, quarta-feira (06), criaram diversos factoides acerca de quem será o(a) possível companheiro (a) de chapa de W.C.
Uns apostam no vereador do PMDB Fábio Câmara, outros na vereadora Rose Sales (PMB). De certo mesmo é que o dono do Curso Wellington é, indiscutivelmente, a grande e incômoda surpresa desta eleição.
E sempre é bom lembrar, em menos de três meses, segundo resultados da pesquisa Escutec, Wellington foi o que mais cresceu: nada menos que 210% na preferência do eleitorado!
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A autorização da construção da Ponte Central de Bequimão foi assinada pelo governador Flávio Dino ainda no começo de 2015. Obra interligará municípios da Baixada Maranhense.

Procurador Rodrigo Maia fez a sustentação oral no TCE-MA.
O Governo do Maranhão, por meio da Procuradoria Geral do Estado (PGE), teve o pedido de representação para a continuidade do processo de licitação da Ponte de Central Bequimão aceito pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE). A decisão foi proferida na manhã desta quarta-feira (6) durante julgamento do TCE, onde o procurador-geral do Estado, Rodrigo Maia, realizou a sustentação oral dos argumentos do Governo do Maranhão.
“O Estado, por meio da PGE, alegou que não existia as possíveis irregularidades e que nada comprometia o andamento do processo. Tudo foi realizado dentro das regras do processo de licitação e da própria Constituição Federal. O que aconteceu foram vícios formais [erros de planilhas], o que já foi encaminhado para ser sanado, por parte da administração pública. Diante disso, nós demonstramos que a continuidade do processo que vai levar uma obra de grande impacto para aquela população é de interesse público”, relatou o procurador-geral.
Em maio deste ano, uma das empresas que participava do processo de licitação, mas que não atendeu as solicitações legais do certame, levando a exclusão do processo, entrou com uma representação no TCE, pedindo a suspensão do processo licitatório. No entanto, por unanimidade, o tribunal indeferiu o pedido da empresa, dando como sentença a continuidade da licitação por parte do Estado.
A obra sobre o Rio Pericumã ligará o município de Bequimão à Central do Maranhão, passando pelas cidades de Mirinzal; Guimarães; Cedral; Cururupu; Porto Rico; Serrano do Maranhão; Bacuri e Apicum-Açu. A obra tem 600 metros de extensão e reduzirá em 32 km a distância para chegar a MA-106, que dá acesso ao Cujupe.
A obra está estimada em aproximadamente R$ 59 milhões e a primeira fase para a execução dos serviços consistiu na elaboração do projeto técnico, para que a obra esperada por décadas na região possa ser realizada. Para o secretário de Estado de Infraestrutura, Clayton Noleto, a construção da ponte permitirá a integração do desenvolvimento econômico e social da Baixada Maranhense, gerando riquezas e oportunidades de trabalho aos moradores.
“A ponte é um desejo da maioria da população da Baixada Maranhense que precisa ter as mesmas chances sociais dos ludovicenses. O projeto está sendo elaborado com técnicas precisas. A ponte representa um novo momento para o estado, é uma verdadeira virada de página na história do Maranhão”, afirmou o secretário Clayton Noleto.

