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Prefeito não tem chance de reeleição!
O Instituto Exata revelou em recente pesquisa o que a população do município de Alcantâra já sabe há mais de três anos: O prefeito Domingos Araken(PT) não vale mais um cibazol na política alcantarense, e portanto, não tem as mínimas chances de disputar a reeleição.
A pesquisa ouviu 400 pessoas entre os dias 07 a 09 de abril e foi registrada junto ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MA), sob o protocolo MA-04702/2016, e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), com o protocolo MA-04702/2016. A margem de erro é de 3,5%.
O predileto na vontade popular é o pré-candidato a prefeito Anderson Wilker (PCdoB). Se a eleição fosse hoje, o comunista teria a metade dos votos em todo o município (50%), diz o resultado da pesquisa.
Ainda na espontânea, os números mostram os Pastores Edmilson e Pedro tecnicamente empatados com 7% cada; Seguido pelo quarto colocado Domingos Araken com 22%, logo após aparece a vereadora Marlene(2%) e Deco(1%) é o último a pontuar.
Estimulado – Em um cenário que aparece apenas o atual prefeito e o candidato do governador Flávio Dino, o resultado é esmagador: Anderson obtém 60% das intenções de votos, Araken somente 7%.
Rejeição – No cenário de rejeição, o atual prefeito tem nada menos que 69% do desprezo popular. Já o candidato do PCdoB possui apenas 8%.

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Raquel Diniz ao votar “sim” pelo impeachment, ainda teve a cara de pau de pedir o fim da corrupção.
Raquel Muniz (PSD-MG) é casada com o prefeito de Montes Claros (MG), detido por crimes como falsidade ideológica, estelionato e prevaricação, nesta segunda-feira(18).
A parlamentar, após votar “sim” pelo impeachment na noite de ontem, domingo(17), aproveitou para pedir o fim da corrupção e homenagear o seu marido, o prefeito de Montes Claros (MG), Ruy Adriano Borges Muniz (PSB).
O que não era possível imaginar, é que menos de 12 horas depois do seu pedido, o marido de Raquel foi preso preventivamente pela Polícia Federal durante a operação “Máscara da Sanidade II – Sabotadores da Saúde” em Brasília (DF).
O gestor teria usado meios fraudulentos para beneficiar o Hospital das Clínicas Mario Ribeiro da Silveira, de sua propriedade, ao tentar inviabilizar o funcionamento do Hospital Universitário Clemente Faria, Santa Casa, Aroldo Tourinho e Dilson Goldinho.
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Dilma perto do afastamento; Situação é dada como insustentável.
Com a aprovação da Câmara pela continuidade do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff, a próxima etapa é o encaminhamento do caso para o Senado. Levantamento de especialistas mostra que já há 45 senadores favoráveis à abertura de processo por crime de responsabilidade. Vinte e um se declararam contrários. Seis parlamentares se disseram indecisos e 9 não quiseram se manifestar. Para que o processo seja admitido e aberto no Senado são necessários 41 votos.
De forma que Dilma Rousseff começou a se despedir da cadeira de presidente do Brasil. Pouco mais de um ano depois de reeleita e de 13 anos de PT no poder. Isolada, sem apoio da grande maioria dos partidos de sua ampla coalizão eleitoral, Dilma dificilmente terá forças para impedir que o Senado abra o processo e a afaste do cargo, numa votação por maioria simples, nas próximas semanas.
Em guerra declarada com o PMDB de seu vice Michel Temer, maior partido do Congresso, a presidente teve menos votos do que esperava o Planalto. Foi o que se viu também nas ruas por todo o país, onde as manifestações pró-impeachment reuniram mais público do que as de apoio ao governo.
Não surtiu efeito sequer o esforço do ex-presidente Lula, cuja nomeação como ministro para escapar do juiz Sérgio Moro, da Lava-Jato, ajudou a agravar a crise. Temer assumirá por 180 dias assim que o Senado abrir o processo.
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Deputados pró e contra impeachment chegaram a trocar empurrões. Presidente Eduardo Cunha discutiu com parlamentares governistas

A sessão para votação na Câmara do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff realizada neste domingo (18) começou com um tumulto, resultado de uma discussão entre o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e deputados governistas que pressionavam para que oposicionistas saíssem detrás da mesa que dirige os trabalhos. Como Cunha não atendeu ao pedido, os deputados Paulo Teixeira (PT-SP) e Orlando Silva (PCdoB-SP) subiram e ficaram diante da mesa, na frente de Cunha, em local onde os deputados não costumam permanecer durante as sessões.
O presidente chegou a pedir a seguranças que retirassem os deputados. Paulo Teixeira foi abraçado por seguranças e levado para baixo. Enquanto isso, o deputado maranhense Weverton Rocha(PDT) trocou empurrões com deputados pró-impeachment. A briga continuo com a abertura de uma faixa com a inscrição “Fora Cunha” atrás da Mesa Diretora. Eduardo Cunha pediu para que fosse retirada.
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342 votos favoráveis ao impeachment: sessão chega à quantidade necessária para aprovar a abertura do processo na Câmara dos Deputados.

O voto decisivo, de número 342, foi dado pelo deputado Bruno Araújo (PSDB-PE).
O plenário da Câmara dos Deputados aprovou, em sessão especial neste domingo, o procedimento de impeachment contra Dilma Rousseff. O voto decisivo, de número 342, foi dado pelo deputado Bruno Araújo (PSDB-PE).
Ao todo, 511 parlamentares participaram da votação, que começou com deputados cantando o Hino Nacional. Às 20h, quando o placar da votação chegou a 195 votos a favor, o governo admitiu a derrota,.
Às 20h35m, com 272 votos a favor, auxiliares da presidente diziam que todos os esforços serão centrados no Senado, já que a Casa pode ser mais sensível ao mérito do impeachment, as pedaladas fiscais. Às 22h, o líder do governo na Câmara, José Guimaraes (PT-CE) reconheceu a derrota:
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O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) foi o principal alvo de ataques dos deputados que votaram contra o impeachment da presidente Dilma Rousseff.
Um dos revoltados, em votação do impeachment, o deputado Glauber Braga (Psol-RJ) diz que chama presidente da Câmara de gangster e diz que sua cadeira cheira à enxofre. “Senhor Eduardo Cunha, o senhor é um gangster. O que dá sustentação a sua cadeira cheira a enxofre”, bradou o parlamentar.
Mais criticas
“Nunca vi uma hipocrisia como essa”, disse a deputada Professora Marcivânia PC do B-AP), que criticou as várias manifestações anti-corrupção que não citaram as acusações contra Eduardo Cunha.
O deputado Jean Wyllys (Psol-RJ), afirmou que Cunha é um ladrão e o que o processo de impeachment é conduzido por “canalhas”.
“Tira Dilma, entra Temer. Tira Temer, entra Cunha. Que Brasil é esse?”, se inflamou César Messias (PSB-AC).
“Não aceito o corrupto Eduardo Cunha presidir esse processo de impeachment. Ele é o primeiro que deveria ter sido impedido”, reforçou Ivan Valente (PSOL-SP).
Manifestação repetida por vários deputados, como José Airto Cirilo (PT-CE): “Vejam vocês, um réu no STF para fazer o impeachment de uma presidente honrada e inocente, isso não pode acontecer.”
O deputado Sílvio Costa (PT do B-PE) chegou a acusá-lo de chefiar o “PCC, o partido da corja do Cunha”.
Daniel Almeida (PC do B-BA) foi em linha similar: “Estamos em uma situação surreal: uma presidente sobre a qual não pesa nenhuma acusação de malfeito ameaçada por uma conspirata de corruptos liderada por Vossa Excelência, o deputado Eduardo Cunha, que não dignifica a cadeira que ocupa agora”.
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A presidente Dilma Rousseff durante entrevista no Palácio do Planalto.
Folha – O diretório do PT deve discutir na terça-feira (19) que Dilma Rousseff envie ao Congresso Nacional proposta de redução de seu próprio mandato e de convocação de eleições presidenciais ainda neste ano, junto das eleições municipais do país.
A ideia é que a presidente anuncie que abre mão de dois anos de mandato mesmo que chegue a ser inocentada de crimes de responsabilidade pelo Senado, que julgará se a petista é ou não inocente e se deve ser afastada em definitivo do cargo, consumando o impeachment.
No mesmo projeto, Dilma estabeleceria que, assim como ela ficou seis anos na Presidência, o sucessor, escolhido pelo voto direto, teria mandato de seis anos, sem reeleição.
Há pequenas variações em torno do tema. Alguns dirigentes do PT, por exemplo, acreditam que Dilma não deve incluir na proposta de eleições a sugestão de novo período para o mandato presidencial nem o fim da reeleição.
Outros têm dúvidas sobre a conveniência de a própria presidente figurar oficialmente como autora da proposta ou se o melhor seria ela apenas encaminhar a sugestão do partido, que seria assinada também por outras legendas.
A ideia de redução do mandato de Dilma e da convocação de “diretas já”, se aprovada no PT, pode ser levada oficialmente à presidente nos próximos dias.
A proposta conta com apoio entusiasmado de parlamentares do partido e até mesmo de ministros. Outras legendas já foram informadas e podem aderir a ela.
O discurso será o de que Dilma busca uma solução para a grave crise política que o Brasil atravessa, mas que não será resolvida por um presidente, Michel Temer, que não teria legitimidade por chegar ao poder por meio de um “golpe”, segundo os que defendem a tese, e de forma indireta.
Um presidente eleito diretamente teria legitimidade e maior apoio para comandar o país em situação tão delicada, defendem. Ao mesmo tempo, acreditam, a população não seria “excluída” da solução do problema, como ocorreria no impeachment.
“Quem foi às ruas contra o governo queria Temer na presidência e Eduardo Cunha como seu vice? O Temer não tem legitimidade. Ele se aproveitou de manifestações populares para assaltar o poder”, diz o senador Lindberg Farias (PT-RJ). “Ele tem 60% de rejeição e só 1% de votos. Se esse golpe contra a Dilma se confirmar, não tenho dúvida de que ele cai em seis meses, pela pressão da população por ‘diretas já’.”
Ele diz que a bancada do PT no Senado já discutiu a ideia e que a maioria dos parlamentares dá apoio a ela. Afirma também que já conversou com senadores do PDT e do PSB, por exemplo, e que um projeto de diretas teria o apoio de parlamentares de outros partidos.
A proposta também já é discutida na Câmara. O deputado Wadih Damous (PT-RJ) afirma que “as ‘diretas já’ são única solução para a crise que será agravada se vingar esse golpe contra a presidente”.
O deputado Alessandro Molon, da Rede, afirma que seguramente o partido “estaria aberto a discutir a conveniência da proposta, pois já vinha defendendo a realização de eleições”.




