Política

18
abr

Conheça os quatro promotores que disputam o comando do Ministério Público do MA

Pelo Jornalista Domingos Costa

Promotor eleito vai substituir a procuradora Regina Lúcia Almeida Rocha que esteve à frente do MP-MA nos últimos dois anos.

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Um deles comadará nos próximos dois anos o MP-MA: Justino da Silva Guimarães, Marco Aurélio Batista Barros, Luiz Gonzaga Martins Coelho e José Augusto Cutrim Gomes

Prevista para acontecer no dia 16 de maio, das 8h às 17h, a escolha para a formação da lista tríplice do procurador-geral de justiça do Maranhão, possui quatro pretendentes inscritos para comandar o Ministério Público no Estado pelo biênio 2016/2018.

Os promotores Justino da Silva Guimarães, Marco Aurélio Batista Barros, Luiz Gonzaga Martins Coelho e José Augusto Cutrim Gomes tiveram os nomes confirmados pelo presidente da comissão eleitoral, procurador de justiça Paulo Roberto Saldanha Ribeiro.

A eleição será realizada nas cidades de São Luís (na sede da Procuradoria Geral de Justiça), Imperatriz e Timon (nas sedes das Promotorias de Justiça), conforme a Resolução 35/2016, que disciplina a eleição.

A lista tríplice será elaborada com os nomes dos mais votados, prevalecendo, em caso de empate, o tempo de antiguidade na carreira e, se persistir o empate, o mais idoso. O eleitor poderá votar em até três candidatos dentre os inscritos. No mesmo dia da proclamação do resultado será feita a comunicação, por meio de ofício, ao governador do Estado, consignando-se o prazo para nomeação previsto em Lei.

18
abr

Alcântara: Pesquisa mostra prefeito Araken em quarto lugar com apenas 8% das intenções de votos

Pelo Jornalista Domingos Costa
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Prefeito não tem chance de reeleição!

O Instituto Exata revelou em recente pesquisa o que a população do município de Alcantâra já sabe há mais de três anos: O prefeito Domingos Araken(PT) não vale mais um cibazol na política alcantarense, e portanto, não tem as mínimas chances de disputar a reeleição.

A pesquisa ouviu 400 pessoas entre os dias 07 a 09 de abril e foi registrada junto ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MA), sob o protocolo MA-04702/2016, e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), com o protocolo MA-04702/2016. A margem de erro é de 3,5%.

O predileto na vontade popular é o pré-candidato a prefeito Anderson Wilker (PCdoB). Se a eleição fosse hoje, o comunista teria a metade dos votos em todo o município (50%), diz o resultado da pesquisa.

Ainda na espontânea, os números mostram os Pastores Edmilson e Pedro tecnicamente empatados com 7% cada; Seguido pelo quarto colocado Domingos Araken com 22%, logo após aparece a vereadora Marlene(2%) e Deco(1%) é o último a pontuar.

Estimulado – Em um cenário que aparece apenas o atual prefeito e o candidato do governador Flávio Dino, o resultado é esmagador: Anderson obtém 60% das intenções de votos, Araken somente 7%.

Rejeição – No cenário de rejeição, o atual prefeito tem nada menos que 69% do desprezo popular. Já o candidato do PCdoB possui apenas 8%.

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18
abr

Deputada que votou pelo impeachment amanhece com a PF na sua casa

Pelo Jornalista Domingos Costa

Raquel Diniz ao votar “sim” pelo impeachment, ainda teve a cara de pau de pedir o fim da corrupção.

Raquel Muniz (PSD-MG) é casada com o prefeito de Montes Claros (MG), detido por crimes como falsidade ideológica, estelionato e prevaricação, nesta segunda-feira(18).

A parlamentar, após votar “sim” pelo impeachment na noite de ontem, domingo(17), aproveitou para pedir o fim da corrupção e homenagear o seu marido, o prefeito de Montes Claros (MG), Ruy Adriano Borges Muniz (PSB).

O que não era possível imaginar, é que menos de 12 horas depois do seu pedido, o marido de Raquel foi preso preventivamente pela Polícia Federal durante a operação “Máscara da Sanidade II – Sabotadores da Saúde” em Brasília (DF).

O gestor teria usado meios fraudulentos para beneficiar o Hospital das Clínicas Mario Ribeiro da Silveira, de sua propriedade, ao tentar inviabilizar o funcionamento do Hospital Universitário Clemente Faria, Santa Casa, Aroldo Tourinho e Dilson Goldinho.

18
abr

Dos 41 votos necessários, 45 senadores se declaram favoráveis ao impeachment

Pelo Jornalista Domingos Costa
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Dilma perto do afastamento; Situação é dada como insustentável.

Com a aprovação da Câmara pela continuidade do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff, a próxima etapa é o encaminhamento do caso para o Senado. Levantamento de especialistas mostra que já há 45 senadores favoráveis à abertura de processo por crime de responsabilidade. Vinte e um se declararam contrários. Seis parlamentares se disseram indecisos e 9 não quiseram se manifestar. Para que o processo seja admitido e aberto no Senado são necessários 41 votos.

De forma que Dilma Rousseff começou a se despedir da cadeira de presidente do Brasil. Pouco mais de um ano depois de reeleita e de 13 anos de PT no poder. Isolada, sem apoio da grande maioria dos partidos de sua ampla coalizão eleitoral, Dilma dificilmente terá forças para impedir que o Senado abra o processo e a afaste do cargo, numa votação por maioria simples, nas próximas semanas.

Em guerra declarada com o PMDB de seu vice Michel Temer, maior partido do Congresso, a presidente teve menos votos do que esperava o Planalto. Foi o que se viu também nas ruas por todo o país, onde as manifestações pró-impeachment reuniram mais público do que as de apoio ao governo.

Não surtiu efeito sequer o esforço do ex-presidente Lula, cuja nomeação como ministro para escapar do juiz Sérgio Moro, da Lava-Jato, ajudou a agravar a crise. Temer assumirá por 180 dias assim que o Senado abrir o processo.

18
abr

Fotos do tumulto na sessão de votação do impeachment na Câmara

Pelo Jornalista Domingos Costa

Deputados pró e contra impeachment chegaram a trocar empurrões. Presidente Eduardo Cunha discutiu com parlamentares governistas

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A sessão para votação na Câmara do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff realizada neste domingo (18) começou com um tumulto, resultado de uma discussão entre o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e deputados governistas que pressionavam para que oposicionistas saíssem detrás da mesa que dirige os trabalhos. Como Cunha não atendeu ao pedido, os deputados Paulo Teixeira (PT-SP) e Orlando Silva (PCdoB-SP) subiram e ficaram diante da mesa, na frente de Cunha, em local onde os deputados não costumam permanecer durante as sessões.

O presidente chegou a pedir a seguranças que retirassem os deputados. Paulo Teixeira foi abraçado por seguranças e levado para baixo. Enquanto isso, o deputado maranhense Weverton Rocha(PDT) trocou empurrões com deputados pró-impeachment. A briga continuo com a abertura de uma faixa com a inscrição “Fora Cunha” atrás da Mesa Diretora. Eduardo Cunha pediu para que fosse retirada.

17
abr

Votação histórica, impeachment de Dilma é aprovado na Câmara

Pelo Jornalista Domingos Costa

342 votos favoráveis ao impeachment: sessão chega à quantidade necessária para aprovar a abertura do processo na Câmara dos Deputados.

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O voto decisivo, de número 342, foi dado pelo deputado Bruno Araújo (PSDB-PE).

O plenário da Câmara dos Deputados aprovou, em sessão especial neste domingo, o procedimento de impeachment contra Dilma Rousseff. O voto decisivo, de número 342, foi dado pelo deputado Bruno Araújo (PSDB-PE).

Ao todo, 511 parlamentares participaram da votação, que começou com deputados cantando o Hino Nacional. Às 20h, quando o placar da votação chegou a 195 votos a favor, o governo admitiu a derrota,.

Às 20h35m, com 272 votos a favor, auxiliares da presidente diziam que todos os esforços serão centrados no Senado, já que a Casa pode ser mais sensível ao mérito do impeachment, as pedaladas fiscais. Às 22h, o líder do governo na Câmara, José Guimaraes (PT-CE) reconheceu a derrota:

17
abr

“Eduardo Cunha, o senhor é um gangster. O que dá sustentação a sua cadeira cheira a enxofre”

Pelo Jornalista Domingos Costa

CgSMrO9WQAATCvKO presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) foi o principal alvo de ataques dos deputados que votaram contra o impeachment da presidente Dilma Rousseff. 

Um dos revoltados, em votação do impeachment, o deputado Glauber Braga (Psol-RJ) diz que chama presidente da Câmara de gangster e diz que sua cadeira cheira à enxofre. “Senhor Eduardo Cunha, o senhor é um gangster. O que dá sustentação a sua cadeira cheira a enxofre”, bradou o parlamentar.

Mais criticas

“Nunca vi uma hipocrisia como essa”, disse a deputada Professora Marcivânia PC do B-AP), que criticou as várias manifestações anti-corrupção que não citaram as acusações contra Eduardo Cunha.

O deputado Jean Wyllys (Psol-RJ), afirmou que Cunha é um ladrão e o que o processo de impeachment é conduzido por “canalhas”.

“Tira Dilma, entra Temer. Tira Temer, entra Cunha. Que Brasil é esse?”, se inflamou César Messias (PSB-AC).

“Não aceito o corrupto Eduardo Cunha presidir esse processo de impeachment. Ele é o primeiro que deveria ter sido impedido”, reforçou Ivan Valente (PSOL-SP).

Manifestação repetida por vários deputados, como José Airto Cirilo (PT-CE): “Vejam vocês, um réu no STF para fazer o impeachment de uma presidente honrada e inocente, isso não pode acontecer.”

O deputado Sílvio Costa (PT do B-PE) chegou a acusá-lo de chefiar o “PCC, o partido da corja do Cunha”.

Daniel Almeida (PC do B-BA) foi em linha similar: “Estamos em uma situação surreal: uma presidente sobre a qual não pesa nenhuma acusação de malfeito ameaçada por uma conspirata de corruptos liderada por Vossa Excelência, o deputado Eduardo Cunha, que não dignifica a cadeira que ocupa agora”.

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