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Duas cidades vizinhas vivem realidades bem distintas no que se refere ao papel de primeira-dama.

Comparação entre primeiras-damas repercute.
Enquanto a primeira-dama de Paço do Lumiar, Maedja Campos, é reconhecida pelo apoio total e leal ao prefeito — razão pela qual foi lançada por seu marido, Fred Campos, como pré-candidata a deputada estadual —, na cidade ao lado, São José de Ribamar, os comentários de bastidores apontam para uma postura totalmente oposta da primeira-dama Gilvana Duailibe.
Ela já declarou em grupos de WhatsApp que, nessas eleições de 2026, não apoiará nem fará campanha para nenhum candidato do grupo político de seu marido e prefeito da cidade, Dr. Julinho.
Para piorar, existem supostas articulações que estariam enfraquecendo a gestão, sem falar em práticas como assédio moral a secretários do primeiro escalão da prefeitura.
Autointitulando-se católica fervorosa, Gilvana Duailibe, no apagar das luzes e de forma escancarada, supostamente usa a estrutura da prefeitura para ajudar vereadores, lideranças políticas e até mesmo o seu cunhado, Natércio, mesmo eles fazendo oposição ao seu próprio esposo.
A diferença de comportamento tem chamado a atenção e alimentado a curiosidade popular. Afinal, qual das primeiras-damas você queria para o seu município?
jun

De acordo com o parlamentar, o texto já está em análise na Comissão Especial da Câmara.
O deputado federal Pedro Lucas Fernandes (União Brasil) voltou a defender a ampliação do limite de faturamento do Microempreendedor Individual (MEI) e destacou o avanço da proposta na Câmara dos Deputados.
Segundo o parlamentar, o projeto encaminhado pelo Governo Federal prevê elevar o teto anual do MEI para R$ 110 mil já em 2027 e alcançar R$ 140 mil em 2028. A proposta também abre a possibilidade de contratação de mais um funcionário por empresa, ampliando a capacidade de operação dos pequenos negócios.
Pedro Lucas afirmou que a mudança é uma pauta antiga de sua atuação no Congresso. “A ampliação do limite de faturamento do MEI é uma pauta que venho defendendo e que agora avança na Câmara dos Deputados”, declarou o parlamentar em publicação nas redes sociais.
O deputado destacou ainda que a medida pode fortalecer a economia ao estimular a formalização de trabalhadores e pequenos empreendedores. Para ele, a iniciativa representa um passo importante para ampliar oportunidades no mercado.
“Uma medida que incentiva a formalização, fortalece os pequenos negócios e gera mais oportunidades”, escreveu.
De acordo com Pedro Lucas, o texto já está em análise na Comissão Especial da Câmara. O parlamentar afirmou que vem acompanhando de perto o debate e buscando articulação política para impulsionar a proposta.
“A matéria já está em debate na Comissão Especial da Câmara”, ressaltou.
A proposta se soma a outras pautas voltadas ao ambiente de negócios e às relações de trabalho, como a discussão sobre a escala 5×2, também citada pelo deputado como parte do diálogo em busca de soluções para o desenvolvimento econômico do país.
jun

Fachada de uma unidade do grupo Mateus.
O Grupo Mateus (GMAT3) recebeu um auto de infração da Receita Federal contra o Armazém Mateus, sociedade controlada pela companhia, no valor de R$ 1,28 bilhão, relacionado a créditos presumidos de ICMS nos anos de 2022 e 2023, mostra fato relevante divulgado ao mercado na noite de segunda-feira (29).
A Receita questionou a companhia principalmente sobre as exclusões de créditos presumidos do ICMS da base de cálculo do Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ) e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL).
Dos R$ 1,28 bilhão referente ao auto de infração, R$ 492,89 milhões correspondem ao valor principal e R$ 789 milhões correspondem ao valor de multas e juros.
“Com base na avaliação preliminar realizada pela companhia e seus assessores, que consideram haver fundamentos jurídicos relevantes para sustentar que Armazém apura as bases de cálculo do IRPJ e da CSLL de acordo com a legislação aplicável, a contingência foi classificada como perda possível”, diz o documento.
O ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) é estadual e estados podem conceder benefícios fiscais de ICMS para empresas. No entanto, a Receita Federal aponta que as exclusões feitas pela Armazém Mateus não seriam válidas.
O Grupo Mateus afirma que o auto de infração inicia seu trâmite na esfera administrativa, podendo, se for o caso, ser objeto de discussão também na esfera judicial. Dessa maneira, a empresa busca defender a posição.
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Rigo Teles e a Banda Seu Desejo celebram uma das maiores noites do São João de Barra do Corda.
Mais de 50 mil pessoas lotaram o espaço do São João de Barra do Corda na noite desta segunda-feira (29), durante o aguardado show da banda Seu Desejo.
O evento, promovido pela gestão do prefeito Rigo Teles e com o apoio do governo do Maranhão, consolidou-se como um dos maiores espetáculos já realizados no município e reforçou o São João de Barra do Corda como o maior festejo junino do interior do Maranhão.
O prefeito Rigo Teles e a deputada estadual Abigail, que prestigiaram o evento ao lado da população, destacaram a satisfação em proporcionar um grande espetáculo para os barra-cordenses e visitantes.
Ambos ressaltaram que a realização de atrações de renome nacional fortalece a cultura, movimenta a economia local e valoriza as tradições juninas da cidade.
No palco, os cantores Alessandro Costa e Yara Tchê emocionaram o público e fizeram questão de agradecer o carinho recebido.
A dupla afirmou que retornar a Barra do Corda é sempre motivo de alegria e destacou que o município ocupa um lugar especial em sua trajetória artística, lembrando o apoio e o acolhimento que sempre receberam dos fãs da região.
Com estrutura organizada, grande participação popular e uma programação de destaque, o São João de Barra do Corda segue atraindo milhares de pessoas de diversas cidades do Maranhão.
O evento reafirma o município como um dos principais destinos dos festejos juninos no estado, impulsionando o turismo, o comércio e a geração de renda para a população local.
Nesta quinta-feira, dia 2, a Banda Brasas do Forró comandará o palco. No sábado dia 4, o grande encerramento será com uma das maiores artistas do Brasil, a cantora Joelma, que promete reunir o maior público da história.
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Primeira reunião do GT Eleitoral definiu estratégias de acompanhamento e prevenção de violações

Imagem ilustrativa.
O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), por meio da Secretaria Nacional de Justiça (Senajus), realizou, na quarta-feira (24), a primeira reunião do Grupo de Trabalho (GT) Eleitoral do Observatório da Violência contra Jornalistas e Comunicadores Sociais.
A iniciativa marca o início das atividades do grupo, criado para analisar casos e padrões de violência contra profissionais da imprensa durante o período eleitoral e formular recomendações voltadas ao fortalecimento da proteção e da liberdade de imprensa no contexto das eleições gerais de 2026.
O Observatório foi criado em 2023 para monitorar casos de violência contra jornalistas e comunicadores sociais, apoiar investigações, produzir dados e sugerir políticas públicas voltadas à garantia do exercício da atividade jornalística.
O colegiado reúne representantes do governo federal e da sociedade civil em uma atuação conjunta de prevenção e enfrentamento às violações contra profissionais da comunicação.
A criação do GT ocorre diante do aumento de registros de violência contra jornalistas em períodos eleitorais. O grupo terá a missão de produzir diagnósticos, sistematizar informações sobre ocorrências e elaborar recomendações institucionais para prevenir, mitigar e encaminhar casos de violência física, digital, judicial e simbólica relacionados à cobertura eleitoral.
A secretária nacional de Justiça, Maria Rosa Loula, destaca a importância da iniciativa para a defesa da democracia e da liberdade de imprensa. “Proteger jornalistas e comunicadores é proteger a democracia. Toda tentativa de intimidar quem informa é também uma tentativa de limitar o direito da sociedade de saber, debater e escolher livremente”, afirma.
Segundo a secretária, o novo grupo representa um avanço na atuação do Observatório diante dos desafios do próximo ciclo eleitoral.
“O período eleitoral exige atenção especial, porque é quando a atividade jornalística exerce papel fundamental para a democracia. Nosso objetivo é fortalecer os mecanismos de prevenção, acompanhamento e resposta aos casos de violência”, ressalta.
O grupo contará com representantes do Governo Federal e da sociedade civil, além de instituições convidadas, como o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), a Defensoria Pública da União (DPU), o Ministério Público Federal (MPF) e outras entidades que atuam na proteção da liberdade de imprensa e no fortalecimento da democracia.
– Cenário eleitoral
Estudos e monitoramentos realizados por entidades especializadas apontam que os períodos eleitorais concentram episódios de hostilidade contra jornalistas e comunicadores sociais.
Entre as principais ocorrências estão campanhas de desinformação, assédio coordenado nas redes sociais, agressões verbais e físicas, tentativas de intimidação e ações judiciais usadas para constranger o exercício da atividade jornalística.
Nesse contexto, o GT Eleitoral atuará na identificação de padrões de violência, no acompanhamento de casos e na articulação institucional para fortalecer mecanismos de prevenção e resposta durante as eleições de 2026.
As denúncias recebidas pelo Observatório são registradas por meio da plataforma Fala.Br, canal oficial do Governo Federal para recebimento de manifestações da sociedade.
– Confira o passo a passo para registrar denúncia no Fala.Br:
Jornalistas e comunicadores sociais que sofrerem violência no exercício da profissão podem registrar denúncia por meio da plataforma Fala.Br.
1. Acesse o sistema
• No navegador do computador, digite https://falabr.cgu.gov.br
• Na tela inicial, selecione a opção “Cidadãos” para registrar denúncia, manifestação ou reclamação
2. Faça o relato
• No campo próprio, registre o relato de forma clara e objetiva, com todas as informações necessárias para análise
• É possível anexar documentos de texto (.pdf, .doc, .docx, .txt), imagens (.jpeg, .jpg, .png, .bmp), planilhas (.xls, .xlsx) e arquivos multimídia (.mp3, .mp4), até o limite de 30 MB
• Clique em “Avançar”
3. Selecione o tipo e o assunto
• O sistema poderá sugerir automaticamente o tipo de manifestação (Denúncia, Reclamação ou Solicitação)
• Escolha o tipo adequado
• Selecione a esfera: ESFERA FEDERAL
• Digite “MJSP” e selecione “MJSP – Ministério da Justiça e Segurança Pública”
• Escolha o assunto “Denúncia de crime”
• Clique em “Avançar”
4. Informe o local
• Se possível, indique estado e município onde ocorreu o fato
• O preenchimento é opcional, mas contribui para o tratamento da demanda e produção de estatísticas
• O campo “Serviço do Órgão” não precisa ser preenchido
• Clique em “Avançar”
5. Informe os envolvidos
• Sempre que possível, informe dados como nome, CPF, órgão e função exercida
• Clique em “Avançar”
6. Revise e finalize
• Revise todas as informações registradas
• Anexe documentos complementares, como fotos, vídeos, capturas de tela e outros elementos de prova
• Clique em “Finalizar”
7. Guarde o protocolo
• Após a conclusão, o sistema gerará um número de protocolo
• O código permite acompanhar o andamento da manifestação e receber atualizações sobre o tratamento da denúncia
jun
Seduzidos por rendimentos acima do mercado, cinco Tribunais de Justiça depositaram bilhões no BRB. Agora, arriscam perder um dinheiro que não é deles em processos judiciais.
Dada a situação cada vez mais difícil do BRB, o leitor talvez se pergunte por que razão os Tribunais de Justiça da Bahia, Alagoas, Maranhão e Paraíba, tendo a possibilidade de manter os depósitos judiciais sob sua custódia em instituições federais como Banco do Brasil e Caixa, escolheram o banco do DF para fazê-lo. E o motivo, segundo eles mesmos, foi o rendimento que o BRB estava disposto a pagar.
Qualquer investidor sabe que remunerações mais altas implicam riscos mais elevados. A questão é que a taxa de retorno sobre esses depósitos não iria para a parte vencedora das causas, mas para os próprios tribunais.
Há cada vez mais motivos para temer o futuro do BRB. Daí se entende a preocupação do ministro Mauro Campbell com a situação dos depósitos judiciais e a cobrança que tem feito sobre os Tribunais de Justiça. Foi a ganância, e não a prudência, que guiou as decisões dos tribunais, e o mínimo que se espera é que eles sejam responsabilizados.
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Raimunda do Josemar, prefeita de Fernando Falcão.
O Ministério Público do Estado do Maranhão recomendou que a Prefeitura de Fernando Falcão promova a exoneração de servidores contratados temporariamente para cargos contemplados pelo Concurso Público regido pelo Edital nº 01/2025 e realize a convocação dos candidatos aprovados dentro do número de vagas previstas no certame.
A recomendação foi expedida pelo promotor de Justiça Guaracy Martins Figueiredo, titular da 1ª Promotoria de Justiça de Barra do Corda, e publicada no Diário Eletrônico do Ministério Público do Maranhão em 12 de junho de 2026.
Segundo o Ministério Público, o concurso público foi acompanhado por meio de procedimento administrativo e submetido à análise técnica da Procuradoria-Geral de Justiça, que concluiu pela regularidade do certame.
O Parecer Técnico nº 142/2026 não identificou irregularidades capazes de comprometer a lisura ou a validade do processo seletivo.
Apesar disso, a Prefeitura informou ao Ministério Público que pretende adiar as nomeações dos aprovados para o exercício de 2027, alegando impacto financeiro decorrente de contratações temporárias realizadas durante o período em que o concurso esteve suspenso.
No entanto, o Ministério Público entende que a justificativa não se sustenta. De acordo com a recomendação, o próprio município informou anteriormente que as contratações temporárias não gerariam impacto financeiro adicional por se destinarem ao preenchimento de vagas já existentes na estrutura administrativa.
A Promotoria também destaca que a Lei Municipal nº 03/2026 autorizou a contratação de centenas de servidores temporários para diversas áreas da administração, incluindo educação, saúde, administração e serviços gerais, em número significativamente superior às 64 vagas ofertadas pelo concurso público.
Para o Ministério Público, esse cenário demonstra a existência de necessidade permanente de pessoal na administração municipal e enfraquece o argumento de impossibilidade financeira para a nomeação dos aprovados.
Na recomendação, o promotor Guaracy Martins Figueiredo determinou que a Prefeitura de Fernando Falcão:
1- Exonere ou rescinda, no prazo de até 30 dias, os contratos temporários referentes a funções abrangidas pelo concurso público;
2- Promova a convocação, nomeação e posse dos candidatos aprovados, respeitando a ordem de classificação;
3- Se abstenha de realizar novas contratações temporárias para cargos contemplados no concurso enquanto houver aprovados aptos à nomeação;
4- Apresente ao Ministério Público um cronograma detalhado das exonerações e das futuras nomeações.
O documento ressalta que a contratação temporária possui caráter excepcional e não pode substituir o preenchimento efetivo de cargos públicos por meio de concurso.
O Ministério Público cita ainda entendimento consolidado dos tribunais superiores segundo o qual a manutenção de temporários em funções permanentes, havendo concurso válido e candidatos aprovados, viola os princípios constitucionais da administração pública.
A recomendação adverte que o eventual descumprimento poderá resultar na adoção de medidas judiciais, incluindo Ação Civil Pública com pedido para exoneração dos contratados temporários considerados irregulares e nomeação dos candidatos aprovados no concurso.
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Edinalva Brandão, prefeita de São Francisco do Brejão.
O Ministério Público do Estado do Maranhão firmou um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com a Prefeitura de São Francisco do Brejão para corrigir falhas identificadas no controle de abastecimento da frota municipal e aprimorar a fiscalização do uso de combustíveis adquiridos com recursos públicos.
O acordo foi celebrado no âmbito do Inquérito Civil nº 003406-255/2024 e publicado no Diário Eletrônico do Ministério Público do Estado do Maranhão em 11 de junho de 2026.
O documento foi assinado pelo promotor de Justiça Denys Lima Rego, titular da 2ª Promotoria de Justiça Especializada de Açailândia, e pela prefeita de São Francisco do Brejão, Edinalva Brandão Gonçalves.
A investigação teve origem em apurações sobre a execução dos contratos decorrentes do Pregão Presencial nº 018/2023, destinado ao fornecimento de combustíveis para a administração municipal.
Segundo relatório técnico do Ministério Público, foram identificadas fragilidades no controle dos abastecimentos, especialmente pela ausência de registros individualizados que permitissem relacionar o combustível consumido a veículos específicos e às respectivas quilometragens.
Também foi apontada a prática recorrente de abastecimento em recipientes como tambores e galões, situação considerada de maior risco para desvios e dificuldades de fiscalização.
Pelo acordo firmado, o município terá prazo máximo de 60 dias para implantar um sistema rigoroso de controle dos abastecimentos.
A partir da implementação das medidas, cada operação deverá conter informações detalhadas, incluindo identificação do motorista, órgão solicitante, placa do veículo, tipo de combustível, quilometragem registrada no momento do abastecimento e quantidade de litros fornecida.
O TAC também determina a proibição do abastecimento em recipientes desvinculados de veículos, como tambores e galões.
A única exceção será para máquinas pesadas e equipamentos utilizados em áreas rurais de difícil acesso, desde que haja autorização formal da secretaria responsável e registro detalhado da operação.
Outro compromisso assumido pela Prefeitura é a adoção do sistema de credenciamento para futuras contratações de fornecimento de combustíveis, permitindo que todos os postos interessados e habilitados possam participar do processo, ampliando a concorrência e a transparência nas aquisições públicas.
O acordo prevê multa diária de R$ 1 mil em caso de descumprimento das obrigações assumidas, além de penalidades para cada abastecimento realizado em desacordo com as regras estabelecidas.
De acordo com o Ministério Público, as medidas têm como objetivo fortalecer os mecanismos de controle interno, garantir maior transparência na utilização dos recursos públicos e reduzir riscos de irregularidades na gestão da frota municipal.
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Paula Coelho, prefeita de Riachão.
Uma denúncia apresentada por um cidadão ao Tribunal de Contas do Estado do Maranhão (TCE-MA) resultou na concessão de medida cautelar para manter suspensa a Concorrência Eletrônica nº 006/2024, realizada pela Prefeitura de Riachão para concessão dos serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário do município.
A decisão foi tomada por unanimidade pelo plenário da Corte de Contas e consta na Decisão PL-TCE nº 168/2026, publicada no Diário Oficial Eletrônico do TCE-MA em 10 de junho de 2026.
A denúncia aponta supostas irregularidades na condução do processo licitatório, que tinha como objetivo transferir à iniciativa privada a operação dos serviços de captação, tratamento e distribuição de água, coleta e tratamento de esgoto, além da modernização, ampliação e manutenção da infraestrutura de saneamento básico da cidade.
O procedimento teve como responsáveis o prefeito de Riachão, Ruggero Felipe Menezes dos Santos, e o pregoeiro e presidente da Comissão Permanente de Licitações, Ademilton Batista de Sousa.
Ao analisar o caso, os conselheiros entenderam que estavam presentes os requisitos legais para a concessão da medida cautelar, especialmente diante da plausibilidade das alegações apresentadas e do risco de prejuízo caso o processo seguisse seu curso antes da conclusão da análise técnica.
Com a decisão, o Tribunal determinou que a Prefeitura mantenha a anulação da Concorrência Eletrônica nº 006/2024 até o julgamento definitivo do mérito da denúncia.
Além disso, o prefeito e o presidente da Comissão Permanente de Licitações foram notificados para que apresentem esclarecimentos, caso desejem, no prazo de cinco dias, sobre os fatos apontados na denúncia e em relatório técnico elaborado pela equipe de fiscalização do TCE.
A decisão teve como relator o conselheiro-substituto Antônio Blecaute Costa Barbosa e acompanhou parecer favorável do Ministério Público de Contas.
O caso continuará sendo monitorado pela unidade técnica do Tribunal, que acompanhará o cumprimento da medida cautelar e fornecerá subsídios para a decisão final sobre a regularidade ou não do procedimento licitatório.
A licitação investigada envolvia um dos serviços públicos mais importantes para a população: o abastecimento de água e o sistema de esgotamento sanitário do município, motivo pelo qual a análise da legalidade do certame ganhou relevância perante os órgãos de controle.
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Professora Cici, prefeita de Conceição do Lago Açu.
O Tribunal de Contas do Estado do Maranhão (TCE-MA) determinou a suspensão imediata da Concorrência Eletrônica nº 005/2025, promovida pela Prefeitura de Conceição do Lago Açu para contratação de empresa especializada na recuperação de estradas vicinais do município.
A medida foi tomada após representação apresentada pela empresa Construtora Central Norte Eireli, que apontou supostas irregularidades na condução do procedimento licitatório. A decisão consta na Decisão PL-TCE nº 170/2026, publicada no Diário Oficial Eletrônico do TCE-MA em 10 de junho de 2026.
A representação tem como alvos a prefeita Elcilene Pinheiro Pereira dos Santos, o secretário municipal de Obras e Infraestrutura, Ramuelque Soares de Moura, e o agente de contratação Raimundo Benedito Pereira.
Ao analisar o caso, o plenário do Tribunal de Contas decidiu, por unanimidade, conceder medida cautelar para suspender todos os atos decorrentes da licitação até o julgamento definitivo do mérito da representação.
Com a decisão, a Prefeitura de Conceição do Lago Açu fica impedida de celebrar contratos, emitir ordens de serviço ou realizar pagamentos relacionados ao certame até nova deliberação da Corte de Contas.
Segundo o TCE-MA, a cautelar foi concedida diante da presença dos requisitos jurídicos da plausibilidade do direito alegado e do risco de dano decorrente da continuidade do procedimento licitatório antes da análise completa dos fatos.
Além da suspensão, o Tribunal determinou a notificação dos gestores envolvidos para que apresentem esclarecimentos, caso desejem, no prazo de cinco dias, sobre as supostas irregularidades apontadas na representação e em relatório técnico produzido pela área de fiscalização da Corte.
A decisão foi relatada pelo conselheiro-substituto Antônio Blecaute Costa Barbosa e acompanhou parecer do Ministério Público de Contas.
O processo seguirá sob acompanhamento da unidade técnica do Tribunal, responsável por monitorar o cumprimento da medida cautelar e subsidiar a análise de mérito que definirá a regularidade ou não da licitação para recuperação das estradas vicinais do município.

