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O BRB “chegou” ao Maranhão por meio de um Desembargador Federal maranhense, que tinha sido procurado por um emissário do BRB. Esse, então, escalou a sua esposa [super articulada] para ir até o presidente da Corte. A intenção do banco era apenas uma: “tomar” a carteira de quase 3 bilhões de reais.

Imagens meramente ilustrativas…
A imprensa maranhense e nacional foi inundada nas últimas semanas com a notícia da transferência bancária bilionária do Tribunal de Justiça do Maranhão ao Banco de Brasília. O TJ-MA entregou ao BRB a gestão de uma carteira de R$ 2,8 bilhões relativo a depósitos judiciais, administrativos e fianças, bem como dos recursos destinados ao pagamento de precatórios e requisições de pequeno valor – RPV.
Hoje, a instituição bancária é investigada pela Polícia Federal em um inquérito que apura suspeitas de gestão fraudulenta devido a negócios com o Banco Master descobertos durante a apuração da Operação Compliance Zero, deflagrada no ano passado e que levou o banqueiro Daniel Vorcardo, dono do banco privado liquidado, à prisão.
O Blog do Domingos Costa apurou que o BRB “chegou” ao Maranhão por meio de um Desembargador Federal maranhense, que tinha sido procurado por um emissário do BRB. Esse, então, escalou a sua esposa [super articulada] para ir até o presidente da Corte, o Desembargador José de Ribamar Froz Sobrinho. A intenção do BRB era apenas uma: “tomar” a carteira de quase 3 bilhões de reais do TJ-MA e, assim, aumentar o seu portifólio.
Então, a esposa desse Desembargador Federal maranhense, usou da “amizade estreita” junto a outro influente e “experiente desembargador” para chegar ao presidente Froz. E a missão não foi tão difícil, vez que existem dois jovens juízes, parentes desse “experiente desembargador”, lotados exatamente no gabinete da presidência do TJ-MA.
Pois bem… na reunião que definiu os detalhes do “negócio”, entre os presentes, estavam a “super articulada” esposa do Desembargador Federal maranhense, além da juíza que é sobrinha do “desembargador experiente” e, também, um juiz genro desse mesmo “desembargador experiente”, ambos lotado na presidência.
O resultado final foi a assinatura do contrato e a transferência de quase R$ 3 bilhões do TJ-MA ao Banco de Brasília nos termos do documento o qual do Blog do DC teve acesso: CLIQUE AQUI E CONFIRA A ÍNTEGRA DO CONTRATO ENTRE O BRB E O TJ-MA –
E no bojo do PROCESSO nº 30079/2025 que resultou na DISPENSA Nº 008/2025 e, por fim, no CONTRATO nº 0085/2025, selado entre o Tribunal de Justiça do Maranhão e o Banco de Brasília – BRB S.A. ainda falta contar os detalhes da participação direta, decisiva e, muito intensa, da cúpula da OAB-MA (Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional Maranhense), mas essa é outra história que o Blog do DC vai contar depois…
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– Deputado federal diz que Desembargador Froz não entrou na magistratura para ser “gestor de fundos”
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Vorcaro usou o próprio advogado e procurador de São Luís em rede para comprar ações do BRB. Fundos e pessoas ligadas ao banqueiro adquiriram 12% das ações do banco. Investigadores querem entender o motivo das operações mais complexas e difíceis de rastrear.

Vorcaro ousou o advogado Daniel de Faria Jeronimo Leite. Neste caso, o fundo Asterope, administrado pelo Master, adquiriu ações do BRB e as revendeu ao procurador municipal. Para obter os recursos, Leite realizou operação de crédito junto à Qista, empresa de crédito vinculada à Reag.
A auditoria que embasou a abertura do inquérito que apura suspeita de gestão fraudulenta na gestão passada do BRB revelou o complexo caminho do dinheiro até a compra de ações.
Segundo documentos a que o blog teve acesso, além de fundos, o dono do Master, Daniel Vorcaro, se valeu de seu próprio advogado na complexa rede para dificultar o rastreamento de que era ele, Vorcaro, o acionista do BRB.
Em uma das operações, um fundo chamado Delta – administrado pelo Banco Master – adquiriu ações do BRB e as revendeu a Daniel Monteiro, advogado de Vorcaro. Para realizar a operação, Monteiro fez um empréstimo com outra empresa, a Cartos, também investigada pela PF.
Já outro fundo, o Borneo, revendeu parte de suas ações do BRB a Monteiro – que, novamente, fez empréstimo junto à Cartos para obter o dinheiro – e outra parte a um fundo administrado pelo Banco Master, o Celeno. O Celeno, por sua vez, revendeu as ações para João Carlos Mansur, ex-executivo da gestora Reag.
– Procurador
Em outra frente da compra pulverizada de ações do BRB, Vorcaro se valeu do advogado e procurador do município do Maranhão, Daniel de Faria Jeronimo Leite.
Neste caso, o fundo Asterope, administrado pelo Master, adquiriu ações do BRB e as revendeu ao procurador municipal. Para obter os recursos, Leite realizou operação de crédito junto à Qista, empresa de crédito vinculada à Reag.
Em paralelo, o Asterope também vendeu ações do BRB a outro fundo, o Albali – este pertencente ao ex-sócio do Banco Master, Mauricio Quadrado.
O BRB identificou que Vorcaro também adquiriu ações da instituições por meio de outra empresa, a Titan, que comprou ações do banco brasiliense de outros fundos.
A Polícia Federal investiga se, de fato, as compras envolveram algum desembolso ou se apenas fizeram circular um dinheiro que já existia em fundos e operadoras de empréstimos ligadas a Vorcaro, Quadrado e Mansur, no chamado “fluxo de operações circulares”.
Nesta sexta-feira (6), a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) criou um grupo de trabalho para analisar informações relacionadas ao conglomerado Master, à Reag e a outras entidades conectadas ao caso.
– Investigações
As operações foram informadas ao Banco Central em abril do ano passado – um mês após o anúncio de que o BRB queria comprar o Master. A PF suspeita de um esquema do tipo “pirâmide”’ dentro do sistema financeiro, e vê uma coincidência com o calendário da tentativa de o BRB adquirir o Banco Master.
Isto porque o BRB anunciou em março de 2025 a aquisição de 58% do Master – as aquisições de ações do BRB pelos fundos e pessoas ligados a Vorcaro começou no mês seguinte, em abril.
A PF suspeita que Vorcaro, ao tentar vender o Master e comprar ações no BRB, queria manter seu poder no banco que estava adquirindo sua antiga instituição.
Com as operações, ele tinha quase 5 % das ações, e ainda poderia comprar as ações dos outros dois e chegar a 12% – se tornando um sócio minoritário relevante.
Os investigadores querem saber porque Vorcaro e os outros investigados preferiram uma operação tão complexa e difícil de rastrear a uma compra direta de ações do BRB.
– O que dizem as defesas
Quando foi revelado que Vorcaro era acionista do BRB, a defesa do banqueiro disse que a compra de ações foi devidamente registrada, dentro das regras de mercado, e feita com o objetivo de aumentar o capital regularmente aprovado pelo Banco Central.
A defesa de João Carlos Mansur declarou que não teve acesso aos documentos.
A defesa de Paulo Henrique Costa, ex-presidente do BRB, afirmou que só vai se manifestar depois que tiver acesso aos autos dessa nova investigação.
– O que diz o BRB
Em nota sobre a abertura do inquérito, o BRB afirmou que a auditoria encontrou “achados relevantes que constam da primeira etapa do relatório”.
O banco declarou ainda que, “com o intuito de resguardar seus interesses, recuperar créditos e ativos e obter o ressarcimento de prejuízos causados por agentes relacionados à operação Compliance Zero, vem adotando inúmeras medidas institucionais, administrativas e extrajudiciais”.
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O ministro do STF Flavio Dino acaba de negar o habeas corpus impetrado pelo deputado estadual Édson Araújo e reforçar a obrigação de que ele compareça à CPMI do INSS para prestar depoimento.

Trecho da decisão…
O deputado estadual Édson Araújo alegou problemas de saúde às vésperas de sua oitiva na CPMI do INSS, pediu o adiamento do seu depoimento desta segunda-feira (09/02/2026) e ainda impetrou habeas corpus para não prestar esclarecimentos. Contudo, o pedido foi negado pelo Ministro do STF, Flávio Dino.
O parlamentar por meio de seus advogados ingressou no Supremo Tribunal Federal (STF) com um pedido de habeas corpus para que o parlamentar fosse dispensado de comparecer à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS, marcada para a próxima segunda-feira (9), às 16h. A defesa alegou que o deputado enfrenta “complicações de ordem psicológica” e que se encontra “em plena recuperação cirúrgica”, após procedimento endovascular, com atestado médico recomendando afastamento por 15 dias a partir de 28 de janeiro de 2026.
O pedido, no entanto, foi negado pelo ministro Flávio Dino. Na decisão, o magistrado destacou que não há nos autos elementos que comprovem que o requerimento relacionado ao estado de saúde do parlamentar tenha sido previamente submetido à autoridade apontada como coatora, o que inviabilizaria a análise do habeas corpus pelo STF neste momento.
Édson Araújo foi convocado para prestar esclarecimentos à CPMI após ter seu nome citado em relatório da Polícia Federal (PF), que aponta sua relevância no suposto esquema investigado. De acordo com o documento, o deputado teria participado de transações financeiras atípicas que somaram montantes significativos, incluindo o recebimento de valores expressivos da Federação das Colônias dos Pescadores do Estado do Maranhão, entidade que, por sua vez, teria recebido recursos da CBPA.
Segundo a justificativa da convocação, a oitiva do parlamentar é considerada fundamental para o aprofundamento das investigações, com o objetivo de esclarecer os mecanismos utilizados para fraudar sistemas do INSS, detalhar os fluxos financeiros entre entidades e empresas envolvidas, além de colaborar com a identificação de possíveis responsabilidades administrativas, cíveis e penais de outros investigados.
Diante desses elementos, a CPMI avalia que o depoimento de Édson Araújo é de grande relevância para o andamento dos trabalhos e para o esclarecimento dos fatos apurados no âmbito das investigações parlamentares.
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O deputado federal e líder do MBL, Kim Kataguiri, criticou duramente a decisão do presidente do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJ-MA) de transferir cerca de R$ 3 bilhões em depósitos judiciais para o Banco de Brasília (BRB), sem submeter a medida ao colegiado da Corte. Em vídeo divulgado nas redes sociais, Kataguiri classificou o ato como “bizarro” e questionou a legitimidade de um magistrado assumir, de forma individual, uma decisão dessa magnitude.
“Eu nunca vi num edital pra você passar no concurso de juiz que tivesse lá a habilidade de você ser gestor de fundos”, ironizou, ao reagir à justificativa de que a transferência teria ocorrido porque o BRB ofereceria maior rentabilidade do que o Banco do Brasil.
Segundo o parlamentar, o presidente do TJ-MA tomou a decisão sozinho e só depois foi confrontado pelos demais desembargadores, assumindo integralmente a responsabilidade. Para Kataguiri, a conduta compromete a credibilidade do Judiciário e se insere em um contexto nacional de suspeitas envolvendo interesses políticos e financeiros ligados ao BRB, incluindo operações bilionárias e articulações no sistema bancário. “A segunda instância do Judiciário deveria zelar pela probidade e pela correção, mas protagoniza uma atitude desse tamanho, em meio a um escândalo nacional”, disparou.
Ainda de acordo com o deputado, a reação dos demais desembargadores, que enquadraram o presidente da Corte, foi o único ponto positivo do episódio.
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Decisão do juiz Douglas de Melo Martins é completamente absurda!
Em decisão publicada nas últimas horas desta sexta-feira (6) o Poder Judiciário do Maranhão decidiu rasgar de vez a autonomia da Câmara Municipal de São Luís. O juiz Douglas de Melo Martins, da Vara de Interesses Difusos e Coletivos, concedeu tutela de urgência autorizando o prefeito Eduardo Braide a tocar o que bem entender no orçamento da capital, diante da “mora legislativa injustificada” da Casa.
Conforme publicação do Blog do Minard, o imbróglio começou quando o Executivo enviou, em agosto de 2025, as propostas do Plano Plurianual (PPA 2026-2029) e da Lei Orçamentária Anual (LOA 2026), que até agora estavam paradas na Câmara. Com a paralisação, áreas essenciais correm risco: reajuste do magistério ainda não aplicado, obras públicas como o Elevado da Forquilha e o Hospital da Cidade paralisadas, e recursos federais do Novo PAC travados.
Na prática, a decisão judicial autoriza Braide a abrir créditos suplementares e implantar imediatamente o reajuste salarial do magistério, retroativo a 1º de janeiro de 2026, sem passar pelo crivo dos vereadores. A medida é acompanhada de advertências severas: o presidente da Câmara que descumprir a ordem pode pagar multa diária de R$ 10 mil, além de responder por improbidade administrativa e crime de desobediência.
O juiz Douglas de Melo Martins foi categórico: “A intervenção judicial revela-se como extrema ratio necessária quando a omissão legislativa obstaculiza a concretização de direitos fundamentais e o cumprimento de deveres constitucionais impostos ao Executivo”. Em outras palavras, se a Câmara não age, o prefeito faz. E faz rápido.
A decisão também determinou que qualquer outra proposta legislativa fique suspensa até que o PLOA e o PPA sejam votados.
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“Curugito” é o padrinho político de Manuella Oliveira Fernandes, que na gestão de Eduardo Braide, passou pela Semit, Semad e Ipam, até chegar no comando da SMTT.

Diego Rafael é o padrinho político de Manu, que na gestão Braide, passou pela Semit, Semad e Ipam, até chegar no comando da SMTT.
Anunciada no último dia 28 de janeiro para assumir o cargo de secretária municipal de Trânsito e Transportes de São Luís (SMTT), em substituição a Maurício Abreu Itapary, que fora demitido um dia antes pelo prefeito Eduardo Braide (PSD), Manuella Oliveira Fernandes, está completamente perdida no novo posto.
Ela é aliada ao ex-secretário Diego Rafael Rodrigues Pereira, conhecido entre os mais próximos como “Curujito” e é chamada por funcionário da SMTT como “menina de recado” do ex-chefe, conforme apuração do Blog do Domingos Costa.
Manuella Fernandes foi auxiliar direta e pessoa de confiança de Diego Rodrigues quando ele comandava a Secretaria Municipal da Criança e Assistência Social (Semcas). À época, ele também teria sido responsável por indicá-la para um cargo no IPAM.
Pessoa de confiança de Braide, até então, “Curujito” passou pelo comando de quatro secretarias municipais antes de ser demitido por Braide. Diego Rafael foi secretário de Informação e Tecnologia (SEMIT) entre janeiro a julho de 2021; secretário de Administração (SEMAD) entre julho de 2021 a dezembro; secretário da Criança e Assistência Social (SEMCAS) entre dezembro de 2022 a março deste ano e, por fim, secretário Trânsito e Transportes (SMTT), ficou no cargo entre março de 2023 a fevereiro de 2025.
Enquanto Manuella Fernandes tenta “se achar” na nova secretaria, a greve dos rodoviários do sistema urbano chegou ao oitavo dia, nesta sexta-feira (6), sem que nenhum ônibus retornasse à circulação em São Luís, mesmo após a decisão do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) determinando o fim da paralisação. Apenas os veículos do sistema semiurbano rodam na Grande Ilha, mas ainda assim sem entrar nos terminais de integração.
– Histórico de Manu
Na Prefeitura de São Luís, Manuela iniciou sua atuação pela Secretaria Municipal de Tecnologia da Informação (Semit), como chefe da Assessoria Técnica, em 2021. Posteriormente, assumiu funções na Secretaria Municipal de Administração (Semad), onde, em 2022, foi nomeada secretária adjunta de Modernização e Desenvolvimento. Ela também assumiu o cargo de presidente do Instituto de Previdência e Assistência do Município (Ipam) no primeiro semestre de 2023.
Vale destacar que em todos os esses cargos que assumiu na gestão do prefeito Braide, Manuella Oliveira Fernandes foi apadrinhada por Diego Rafael Rodrigues Pereira, o “Curujito”.
LEIA TAMBÉM:
-Manuella Oliveira, presidente do IPAM, é denunciada por aposentados e pensionistas de São Luís
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MP do Bom Condutor permite renovação gratuita para quem não cometeu infrações no último ano; mais de 3 milhões pediram 1ª habilitação.

A renovação automática da CNH não vale para motoristas com mais de 70 anos; já os condutores com 50 anos ou mais têm direito a usar o benefício apenas uma vez, quando a carteira vence.
O Ministério dos Transportes anunciou nesta 5ª feira (5.fev.2026) que os brasileiros deixaram de gastar R$ 499 milhões com as novas regras da CNH (Carteira Nacional de Habilitação) desde dezembro de 2025, quando a Medida Provisória do Bom Condutor entrou em vigor, quando as novas regras foram aprovas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
A MP (Medida Provisória) 1.327 estabelece a renovação sem custos e sem necessidade de comparecimento presencial aos órgãos de trânsito para quem manteve bom comportamento no trânsito.
O processo simplifica o procedimento para os motoristas que atendem aos requisitos do programa.
O benefício é destinado a condutores que não cometeram infrações com pontuação na CNH durante o último ano.
Segundo o ministério, a renovação automática representa uma mudança significativa no processo tradicional de renovação da CNH.
Motoristas com 70 anos ou mais não podem utilizar a renovação automática.
Já os condutores com 50 anos ou mais têm direito a usar o benefício apenas uma vez, quando a carteira vencer. O benefício é pessoal e intransferível.
A medida também não contempla condutores com prazo de validade da CNH reduzido por recomendação médica, como nos casos de doenças progressivas ou condições que exigem acompanhamento de saúde.
Motoristas com habilitação vencida há mais de 30 dias ficam igualmente excluídos, conforme determina a legislação de trânsito brasileira.
Além da renovação automática, a MP estabeleceu um teto nacional de R$ 180 para os exames médico e psicológico necessários à obtenção da habilitação.
A impressão do documento, que pode custar até R$ 100 dependendo do estado, tornou-se opcional, permitindo ao condutor escolher entre a versão digital, física ou ambas.
A mudança elimina o custo da impressão para quem optar apenas pela versão digital.
De acordo com o ministério, a região Sudeste lidera o número de renovações, com São Paulo registrando a maior quantidade de beneficiados no país.
Em seguida aparecem as regiões Sul, com destaque para o Paraná, e Nordeste, onde a Bahia lidera o ranking regional.
As mudanças integram o programa CNH do Brasil, que moderniza os serviços de trânsito e amplia o acesso à habilitação.
O sistema registrou mais de 3 milhões de solicitações para emissão da primeira CNH via aplicativo desde dezembro de 2025.
Em ação complementar, a Senatran (Secretaria Nacional de Trânsito) publicou no domingo (1º.fev.2026) o Manual Brasileiro de Exames de Direção Veicular.
O documento atualiza os critérios de avaliação prática e padroniza os procedimentos em todos os Departamentos Estaduais de Trânsito do país, visando maior segurança e transparência nos exames.
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Em podcast, Paula Prata destaca ações voltadas à proteção da mulher, saúde e inclusão social no Vale do Pindaré.
A bacharel em Direito e primeira-dama de Santa Inês, Paula Prata, participou recentemente do podcast PodVila, do município de Pindaré-Mirim, onde falou sobre sua trajetória pública, projetos sociais e atuação voltada a proteção da mulher, à saúde e à inclusão social.
Durante a entrevista, Paula destacou iniciativas desenvolvidas no município, entre elas o Oi Mamãe, projeto de atenção materna idealizado por ela e considerado uma das maiores ações voltadas ao cuidado com mães no Vale do Pindaré.
A proposta surgiu a partir de vivências pessoais e tem como foco o acolhimento de mulheres no período do pós-parto.
Paula também relembrou sua experiência na Casa da Mulher Brasileira, onde atuou no atendimento a mulheres em situação de violência, e comentou sua passagem pela Secretaria da Mulher de Santa Inês, ressaltando políticas voltadas à emancipação financeira feminina, como o programa Capacita Mulher.
Outro destaque da conversa foi o Centro Oftalmológico Mãe Chica, criado por meio de articulação institucional para garantir atendimento oftalmológico permanente à população.
Ao final, Paula afirmou que sua atuação pública é pautada pelo compromisso social, pela fé e pela busca de políticas públicas que impactem diretamente a vida das pessoas no Vale do Pindaré.

Compromisso social e políticas públicas marcam a atuação da primeira-dama.
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Evento no Palácio do Planalto reúne lideranças para a assinatura do Pacto Nacional de Enfrentamento ao Feminicídio.
A deputada e secretária de Estado da Mulher, Abigail Cunha, participou, nesta quarta-feira (4), no Salão Nobre do Palácio do Planalto, em Brasília, da assinatura do Pacto Nacional de Enfrentamento ao Feminicídio, compromisso firmado pelos três Poderes da República em defesa da vida das mulheres.
O pacto foi assinado pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva; pelo Poder Legislativo, representado pelos presidentes do Senado Federal, Davi Alcolumbre, e da Câmara dos Deputados, Hugo Motta; e pelo Poder Judiciário, por meio do presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Edson Fachin.
O evento reuniu autoridades de todo o país e reforçou a atuação conjunta entre União, estados e municípios.
Na ocasião, Abigail Cunha representou o governador do Maranhão, Carlos Brandão, reafirmando o compromisso do Estado com políticas públicas de enfrentamento à violência contra a mulher.
“Estamos diante de um compromisso que fortalece a prevenção, amplia a proteção às vítimas e garante mais rigor na responsabilização dos agressores. O enfrentamento ao feminicídio, que terá uma estratégia de comunicação de alcance nacional, orientada pelo conceito ‘Todos juntos por todas’, deixa de ser uma pauta isolada e passa a ser uma responsabilidade permanente do Estado, com a participação dos três Poderes e da sociedade”, destacou a deputada e secretária.
O Pacto Nacional estabelece diretrizes para a prevenção da violência, proteção às vítimas, responsabilização dos agressores e fortalecimento das ações integradas em todo o país.
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Ministro do STF determinou reavaliação de verbas indenizatórias no prazo de 60 dias.

Ministro do STF, Flávio Dino.
O ministro Flávio Dino, do STF, determinou que todos os órgãos dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, em todos os níveis da federação, deverão reavaliar, em 60 dias, o fundamento legal das verbas remuneratórias e indenizatórias atualmente pagas aos seus servidores públicos.
Os pagamentos que não estiverem expressamente previstos em lei deverão ser imediatamente suspensos após o término desses 60 dias.
A decisão de Dino ainda será analisada pelo plenário do STF, em sessão a ser marcada
O ministro afirmou que é preciso acabar com o que ele chamou de “Império dos Penduricalhos”.
“O fenômeno da multiplicação anômala de verbas indenizatórias chegou recentemente a patamares absolutament incompatíveis com o artigo 37 da Constituição, mormente quanto aos princípios da legalidade, moralidade e eficiência”, escreveu o magistrado.

