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Abalados com a derrota maiúscula nas urnas que nada, Edinho Lobão e a ‘cientista’ política Paulinha Lobão estão com o autoestima nas alturas. Pelo Instagram, a ex-candidata a primeira dama do Maranhão, postou fotos ao lado da família. Felizes e espocando luxuria, os Lobões, aparecem em Beverly Hills, em Los Angeles. Te mente!!! Como escrevia o saudoso Décio Sá: “Quem pode, pode. Quem não pode, põe no blog!”
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A revista Veja desta semana traz uma matéria destacando a jornalista maranhense Mônica Moreira Lima. A matéria destaca que o programa Sem Vergonha, apresentado por Mônica não se compara ao global “Amor & Sexo”, que mesmo disposto a falar de temas eróticos com informalidade, ainda deixa a desejar perto do despojamento com que Mônica trata o assunto.

É hora do rush em São Luís, no Maranhão, e a morena de 1,75 metro caça entrevistados num ponto de ônibus. Ela aborda as pessoas sem nem um “com licença” e já sai perguntando sobre o tema do dia — não muito agradável: era a semana dedicada à prevenção do câncer de próstata. “Tenho medo de me viciar”, responde um taxista gaiato quando a repórter pergunta sobre o exame proctológico. Duas senhoras de idade observam o tumulto a uma distância cautelosa. “É aquele programa da noite, Só Sacanagem”, diz uma delas. A outra corrige: “Não. O nome é Sem Vergonha”. Não haveria título mais exato para essa atração regional.
No Sem Vergonha, a jornalista maranhense Mônica Moreira Lima conversa sobre sexo, todas as noites de sexta-feira, na TV Guará, retransmissora da Record News, com linguagem desabusada e atitude para lá de liberal. Uma espectadora pergunta, por e-mail, se de bicicleta também se chega ao êxtase, e Mônica logo assume a linha “vale tudo pra chegar lá”, recomendando brinquedinhos ou, na falta deles, certos legumes. “O importante é ter prazer. Até banco de bicicleta, sim: você pode entrar em forma e ainda manter sua satisfação sexual em dia.” Isso é que é cicloativismo!
“Não sou sexóloga. Minha única referência são 31 anos de ****”, diz Mônica (como ela tem 46, sabe-se que se iniciou no tema com 15). A apresentadora explica que a linguagem mais do que franca tem a ver com sua personalidade: “O romantismo me *****. Gosto da fuleiragem”. Durante nove anos, Mônica foi repórter e apresentadora de jornais locais na TV Mirante, da família Sarney, afiliada da Globo. Abandonou o posto, descontente com o salário de 2 000 reais, mas ainda elogia o antigo patrão: “José Sarney é amigo da família. Um tio meu pegava carona em seu avião quando ia para Brasília”.
Há dois anos na Guará, Mônica começou falando de política. Mas o empresário Roberto Albuquerque, proprietário da emissora, achou o tom de Mônica muito parcial (no pleito deste ano, ela torceu pelo comunista Flávio Dino, que acabou eleito governador). Surgiu então a ideia de ela se dedicar a temas menos escandalosos que a política.
Albuquerque deu a ela uma referência: Marta Suplicy, que antes da carreira política teve um programa de sexo na Globo. Em fevereiro deste ano, surgia o Sem Vergonha. No CQC, da Bandeirantes, o quadro Top Five, catadão de momentos pitorescos da TV do Brasil, já levou as tiradas de Mônica ao ar três vezes. Na mais famosa, ela gentilmente convida as espectadoras a abandonar o temor do sexo por vias não convencionais: “Essa mulherada tá economizando essas ****** pra quê?”. Diz Albuquerque: “Criei um monstro”.
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Em reunião realizada nesta quinta-feira (27), a corregedora da Justiça do Maranhão, desembargadora Nelma Sarney, iniciou o alinhamento com Estado e Município de São Luís para realização da execução fiscal em cartórios maranhenses. Caso a proposta avance e seja realizada a cooperação entre as instituições, os débitos devidos às fazendas estadual e municipal poderão ser protestados nas serventias extrajudiciais.
Para Nelma Sarney a medida acompanha movimento nacional que busca desafogar o Judiciário, que hoje sofre com o excesso de ações relativas às execuções fiscais. Atualmente, cerca de 40% dos processos que tramitam na Justiça são resultantes da cobrança de dívidas ativas pelos entes federados. Esses processos chegam a durar oito anos a um custo médio de R$ 5.000,00 (cinco mil reais) e pelo menos 89% sofre com congestionamento, ou seja, de cada 100 processos de execução fiscal, 89 têm demora em sua resolução.
Nelma Sarney voltou a afirmar que tem somado esforços com as demais corregedorias do país para buscar uma solução definitiva, que seria a “desjudicialização” da execução fiscal, proposta que também recebeu o apoio da Corregedoria Nacional. Ela credita a morosidade na resolução dessas ações ao grande quantitativo que chega, de uma só vez, nas varas com competência da fazenda pública.
“Enquanto não está resolvida essa questão temos que encontrar alternativas viáveis para amenizar o quantitativo processual que chega às nossas unidades, pois nossos juízes não suportam mais o pesado fardo das ações fiscais. Somente na 1ª Vara de Caxias tramitam atualmente cerca de dez mil processos da dívida ativa, os chamados executivos fiscais”, exemplificou.
O juiz titular da 1ª Vara de Caxias, Sidarta Gautama, explicou que as ações fiscais demoram em função da grande quantidade e da dificuldade que o Judiciário tem em localizar os devedores. “Nós recebemos em 2011, de uma só vez, aproximadamente oito mil pedidos de execução. É um processo muito complexo e muitas vezes são dívidas de três, quatro anos que o Executivo apresenta, mas em grande parte dos casos a pessoa já mudou ou a empresa não existe mais, dificultando a solução para o problema”, disse.
De acordo com a procuradora-geral do Maranhão, Helena Haickel, o Estado já adota medidas que buscam otimizar a recuperação dos créditos. Uma delas é a instituição de um piso no valor de R$ 3.500,00 (três mil e quinhentos reais). “Débitos abaixo desse valor nós buscamos cobrar de forma administrativa, sem a necessidade de ajuizar ação. Mas entendemos que é um piso que precisa ser ajustado para cerca de cinco mil”, informou.
A mesma iniciativa foi assumida pela Procuradoria de São Luís. De acordo com o procurador Marcos Braide, atualmente apenas as dívidas acima de R$ 1.000,00 (mil reais) são executadas. “Estamos trabalhando em uma proposta de ampliar esse valor para três mil reais, pois isso permite concentrar esforços em dívidas maiores”, disse. Braide também informou que já existe na Câmara de São Luís um projeto que, se aprovado, vai permitir o protesto nos cartórios.
Importante destacar que o estabelecimento do piso pelos entes federados não corresponde à renúncia fiscal, o que é vedado pela Lei de Responsabilidade Fiscal. Os valores não ajuizados são cobrados pela via administrativa, permitindo a concentração de esforços por parte das procuradorias em ações de valores que somam maior quantia.
Estiveram presentes à reunião o juiz da 5ª Vara da Fazenda Pública de São Luís, Raimundo Neris Ferreira; o procurador do Estado, Bruno Fonseca; o assessor jurídico do FERJ, Douglas Lima; a procuradora fiscal de São Luís, Anne Karole; e os tabeliães José Neto e Paulo Carvalho.
Dívida Ativa – É a dívida composta por todos os créditos devidos aos entes da Federação (União, Estados e Municípios) decorrentes de valores a receber das pessoas físicas ou jurídicas. A cobrança dessas dívidas acontece após prazo estabelecido para o pagamento. Apesar de a lei prever algumas exceções, pessoas inscritas na dívida ativa não têm direito à Certidão Negativa de Débitos, o que a impede de realizar diversos atos junto a instituições financeiras e aos próprios entes federados, tais como financiamentos e compra e venda de bens imóveis.
O processo de execução fiscal é aquele que decorre de um pedido formulado pela Procuradoria com a finalidade de requerer o pagamento junto aos contribuintes inadimplentes. No atual modelo, a cobrança é realizada por meio de um processo judicial.
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Candidato único – até o momento – para a eleição da presidência da Assembléia Legislativa do Maranhão, o Deputado Estadual Humberto Coutinho(PDT), realizou ontem, quinta-feira 27/11, um almoço aos futuros colegas de parlamento.
Estiveram presentes, entre eleitos e reeleitos, alguns outros penetras, além de parte dos Secretários anunciados pelo Governador eleito Flávio Dino. Quem marcou presença também, foram os deputados Federais eleitos João Castelo, Zé Reinaldo, Rubens Júnior e Elisiane Gama.
Participaram da reunião: Humberto Coutinho, Léo Cunha, Wemetério Heba, Roberto Costa, Rogério Cafeteira, Carlinhos Florêncio, Alexandre Almeida, Stênio Rezende, Rigo Teles, Neto Evangelista, Bira do Pindaré, Graça Paz, Edson Araújo, Francisca Primo, Othelino Neto, Raimundo Cutrim, Ricardo Rios, Josemar de Maranhãozinho, Paulo Neto, Ana do Gás, Glalbert Cutrim, Cabo Campos, Júnior Verde, Edivaldo Holanda, Vinícius Louro, Fábio Braga, Wellington do Curso, Levi Pontes e Sérgio Frota.
Não apareceram: Andreia Murad, Adriano Sarney, Antonio Pereira, César Pires, Edilázio Júnior, Nina Melo, Max Barros, Fábio Macedo, Valéria Macedo, Professor Marco Aurélio, Sousa Neto, Eduardo Braide e Zé Inácio.
Penetra: Gardeninha Castelo e ‘uns dois’ jornalistas.
Dos ausentes, quatro deputados, mandaram justificativas.

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O jogador de futebol, Henrique, atacante do Moto Club de São Luís, protagonizou cena vexatório nos últimos dias. Ele aparece segurado um revolver calibre 38 e na outra mão, cinco munições.
Diante o erro, o jogador agora alega está arrependido e explicou que se trata de uma foto antiga, de quando ainda nem era jogador do Moto. Já a arma, segundo informou o atleta, pertence a um amigo que exerce a profissão de vigilante.
A direção do clube ainda não se pronunciou sobre o caso. O atacante é considerado revelação do Moto Clube e possuí multa rescisória de meio milhão.
Mesmo que não venha responder processo por apologia ao crime ou incitação a violência, e até mesmo, posse ou porte ilegal, Henrique vacilou e feio!
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Paço do Lumiar é o retrato do caos: Buraqueira, lixo e agora até urubus!
A partir da próxima semana, o Blog do Domingos Costa, começará a publicação da série: “Paço do Lumiar, abandono, descaso e gastança”.
Trataremos informações acerca dos principais problemas atualmente enfrentados pela população luminense diante do descaso do prefeito Josemar Sobreiro(PR).
Como o tema da série sugere, mostraremos também os contratos milionário, gastos exorbitantes da administração municipal, e é claro, cada centavo que o gestor recebeu em recursos públicos ao longo de dois anos de seu DES governo.
Obras com suspeita de superfaturamento; prática de nepotismo; falta de transparência com os gastos públicos; a precariedade das ruas; falta de sanamento básico; o caos na segurança e na saúde de Paço do Lumiar, serão mostrados pelo Blog.
Ouviremos as principais lideranças políticas locais. Além do levantamento já realizado pelo blog, buscaremos também contato direto com os moradores dos diversos bairros da Cidade, afim de relatar fielmente os inúmeros problemas da Cidade.
Juntamente com blogs parceiros que também fazem cobertura jornalistica no Município, divulgaremos ao conhecimento público, o quanto o Prefeito tem prejudicado a população local.
O retrato do abandono pode ser logo testemunhado na principal entrada de acesso à cidade. Pelo aeroporto, o acumulo de lixo é tanto que os urubus tomaram de conta da avenida, como a imagem desta postagem mostra.
De forma que agora o retrato ficou completo: Buraqueira, lixo e urubus!
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No início da manhã de ontem, quinta-feira 27/11, mais uma vez uma interdição de via pública na MA-203, a Estrada do Araçagi, bloqueada por populares insatisfeitos com o fechamento do retorno de acesso à praia durante a duplicação da rodovia e outras supostas falhas que, segundo eles, foram cometidas na execução do projeto.
Os manifestantes apontaram erros no projeto e alegaram que a obra foi mal planejada. Uma das faixas exibidas pelos manifestantes alertava que a duplicação será inaugurada mesmo estando inacabada.
Os populares reclamaram ainda que a pista é estreita demais, o que deixa o tráfego inseguro, e que os canteiros têm largura exagerada (8 metros). Outro erro apontado foi a falta de acostamento para ônibus. Eles também cobraram asfaltamento até o trevo, onde há interligação entre os municípios de Raposa e Paço do Lumiar.
De acordo com a Secretaria de Estado de Infraestrutura (Sinfra), os serviços custaram aos cofres público, nada menos que R$ 31.167.593,79. Consiste na duplicação da pista em um trecho de três quilômetros, que estende do bairro Araçagi até o entroncamento com a rodovia estadual MA-204, próximo ao Condomínio Alphaville.
Em tempo: A obra é comandada por uma das empresa que mais faturam no governo do Maranhão, a Ducol Engenharia Ltda, de propriedade de Henry Dualibe, primo de Jorge Murad que é marido da governadora Roseana Sarney.
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Roseana contratou a Ducol por R$ 31 milhões para realizar a duplicação da enganação
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Não se tem definição correta para definir a visita da governadora Roseana Sarney à Escola de Música do Maranhão nesta quinta-feira 27/11. Desafinada assim como seu governo desastroso, a filha de Sarney soltou a voz e ainda tocando violão, gargarejou a música “Gatinha Manhosa”de Erasmo Carlos. Cenas pra lá de hilárias!

