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Ele é ex-caminhoneiro, assim como o seu amigo de longas datas, Francisco Heydyne do Nascimento, conhecido como “Cearense”, marido de Fernanda Costa, ex-funcionária do empresário de Pacovan. O casal está preso sob acusação de ser o mandante do crime.

Imagens diversas de Cleiton Ramalho Galdino em diferentes momentos…
O Blog do Domingos Costa, mais uma vez, teve acesso EXCLUSIVO a informações do desdobramento da investigação do assassinato do empresário Josival Cavalcante da Silva, o Pacovan, morto a tiros no dia 14 de junho passado, no posto Joyce (antigo Cavalo de Aço), no município de Zé Doca.
Na quinta-feira (08), a Polícia Civil do Maranhão, por intermédio da Superintendência de Homicídios e Proteção à Pessoa (SHPP) em parceria com a Polícia Civil do Estado do Ceará, prendeu um dos homens acusados de ter atirado e matado “Pacovan”.
O Blog do DC, então, foi em busca de saber a identidade desse homem preso em Juazeiro do Norte, no estado do Ceará, cidade que fica ao lado do município de Crato.
Trata-se de Cleiton Ramalho Galdino. Ele é ex-caminhoneiro, assim como o seu amigo de longas datas, Francisco Heydyne do Nascimento, conhecido como “Cearense”, marido de Fernanda Costa, ex-funcionária do empresário Pacovan. O casal está preso sob acusação de ser o mandante do crime.
Cleiton Ramalho Galdino reside na mesma região de Francisco Heydyne do Nascimento, cidade de Juazeiro do Norte e Crato, municípios vizinhos localizados na Região Metropolitana do Cariri, no sul do estado do Ceará.
Dias após o crime, Cleiton chegou a mandar uma mensagem em tom de ameaça para o homem [morador da cidade de Bacabal – MA] que vendeu o Fiat Siena Esence 1.6, placa PMZ8317, de cor preta, usado no crime.
“Fica calado”, escreveu Cleiton Ramalho Galdino para o morador da cidade de Bacabal que vendeu o carro Siena preto. Foi a partir dessa mensagem enviada pelo próprio aparelho celular do acusado de ser um dos atiradores, que os investigadores da SHPP conseguiram chegar a ele.
Outro fator importante na prisão de Cleiton Ramalho chamou atenção da Polícia Civil. Ele possui porte físico – estatura e demais características – que apontam como o homem que desceu da porta da frente do motorista do Siena e atirou por diversas vezes contra Pacovan.
Pelas imagens que flagraram o assassinato, foi exatamente um homem alto, moreno, de braços longos que desce do veículo Siena pelo banco do passageiro da frente e com arma em punho efetua vários disparos contra o empresário.
– O dia do crime
No dia que foi brutalmente assassinado, pontualmente às 17h02 de uma sexta-feira, dia 14 de junho, o empresário Pacovan tinha acabado de chegar em seu posto de combustíveis [Posto Joyce], no município de Zé Doca, quando os criminosos o surpreenderam em um carro Fiat Siena. Dois atiradores desceram do veículo e o que estava no banco do passageiro, na frente, saiu com arma em punho e efetuou vários disparos no empresário.
Simultaneamente, o segundo homem – que desce do banco de trás do Fiat Siena – foi até perto de onde “Pacovan” já estava no chão para certificar-se de que o alvo estava abatido; o pisoteio também efetua disparos em direção à vítima.
Ao todo, 8 (oito) tiros acetaram Pacovan que morreu ainda no local. O funcionário de Pacovan, Carlos, que estava ao lado dele no momento do crime, levou cinco tiros e não morreu porque instantaneamente arrastou-se como forma de proteção para detrás de caixas que estavam amontoadas.
– Três presos e mais dois procurados
Estão presos pela acusação de serem mandantes do crime, Francisco Heydyne do Nascimento, conhecido como “Cearense” e sua esposa, Fernanda Costa, ex-gerente e pessoa, até então, da confiança de empresário de Pacovan. Agora, o terceiro preso é Cleiton Ramalho Galdino.
A investigação continua e polícia busca o segundo atirador, que na cena do crime, desceu do banco de trás do Fiat Siena, foi até perto de onde “Pacovan” certificar-se de que o alvo estava abatido e também efetuou disparos em direção à vítima.
A investigação também atuar para chegar até o motorista do carro usado no crime.
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Uma decisão judicial foi proferida nesta sexta-feira (9) pelo juiz Rodrigo Otávio Terças Santos, da Vara Única de Cândido Mendes, anulando sessões da Câmara Municipal e revertendo o afastamento de cinco vereadores da base do prefeito Facinho. A sentença, que suspende os efeitos das resoluções nº 002/2024 e nº 003/2024, destaca irregularidades formais que comprometem a validade dos atos legislativos.
– Sessão tumultuada
O imbróglio começou em 1º de agosto, durante uma sessão ordinária convocada para discutir um pedido de urgência contra o prefeito Facinho. A reunião, que deveria ter tratado apenas do pedido de afastamento do gestor municipal, foi marcada por graves acusações de manipulação. A vereadora Nívea Marsonia, uma das principais vozes governistas, denunciou a composição suspeita da Comissão Processante, apontando que aliados foram escolhidos de forma direcionada, comprometendo a imparcialidade do processo.
O presidente da Câmara, Josenilton Santos do Nascimento, também envolvido em investigações de pedofilia, foi acusado de encerrar abruptamente a sessão após o clima de tensão aumentar. O tumulto culminou na aprovação irregular do afastamento de cinco vereadores, incluindo Nívea Marsonia e Tayron Sousa, ambos alinhados ao prefeito.
– A decisão judicial
Em sua decisão, o juiz Rodrigo Otávio Terças Santos anulou as sessões realizadas em 10 de julho e 5 de agosto de 2024, considerando que as deliberações sobre a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2025 e outras resoluções ocorreram de forma irregular. Segundo o magistrado, o Regimento Interno da Câmara foi violado, pois as matérias discutidas na sessão de 10 de julho deveriam ter sido tratadas separadamente, respeitando o princípio de exclusividade.
Além disso, o juiz destacou a grave instabilidade política no município, apontando para a necessidade de intervenção judicial para garantir a ordem pública e a segurança institucional. “A nulidade das resoluções nº 002/2024 e nº 003/2024 é evidente, comprometendo a validade dos atos normativos e as medidas adotadas pela Mesa Diretora”, afirmou o magistrado em sua sentença.
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Três dos quatro vereadores do partido Solidariedade ignoraram a Recomendação de Othelino Neto.
O deputado estadual Othelino Neto, “dono” do partido Solidariedade no Maranhão, foi desmoralizado na manhã desta sexta-feira (09) na cidade de Paço do Lumiar.
Na noite de ontem (08), ele assinou junto com sua irmã, Flávia Alves – presidente estadual do partido, uma Recomendação para que os quatros vereadores do Solidariedade, votassem contra a cassação da prefeita Paula da Pindoba.
Contudo, durante a votação na sessão desta manhã na Câmara Municipal, dos 04 (quatro) vereadores do SSD, 03 (três) ignoraram a Recomendação de Othelino Neto e se posicionaram pela cassação de Pindoba.
Os vereadores Jorge Maru, Miau e Driele optaram pelo voto para cassar Paula do cargo. Apenas Alessandra Garcia votou para absolver a gestora luminense.
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A Câmara de Vereadores de Paço do Lumiar, em sessão realizada na manhã dessa sexta-feira (9), determinou a cassação da prefeita Maria Paula Azevedo Desterro, conhecida popularmente como “Paula da Pindoba” (PCdoB) por 15 votos contra 4.
Votaram a favor os vereadores: Mauro Multibancos, Ana Lúcia, Wellington Sousa, Bianca Mendes, Miau, Fernando Muniz, Fernando Feitosa, Paulo Henrique, Vanusa Neves, Fábio Henrique, Orlete, Major Roberto e Driele Da Pindoba, Rafael Neves e o presidente Jorge Maru.
Vontaram contra a cassação os vereadores: Inácio Ferreira, Alessandra Garcia, Fernandinho e Mary Do Mojó.
O motivo do afastamento de Paula da Pindoba se deu por conta de irregularidades envolvendo desvio de recursos públicos, sendo alvo por diversas vezes de operações GAECO – Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas do Ministério Público do Maranhão.
Paula já estava afastada do cargo de prefeita de Paço do Lumiar desde o último dia 29 de maio por decisão proferida pela Desembargadora do Tribunal de Justiça, Graça Amorim. Após isso, outras três decisões judiciais de 1º grau também afastaram a gestora luminese, e agora, foi a vez da Câmara de Vereadores agir contra Pindoba.
Chamou atenção durante a votação desta manhã que até o presidente da Câmara, Jorge Maru, pré-candidato até semana passada apoiado por Paula da Pindoba, votou pela cassação da prefeita.
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Veja como se deu a cassação de Domingos Paz por quebra de decoro; Sá Marques assumirá vaga na Câmara

Sá Marques é o primeiro suplente que assumirá no lugar de Domingos Paz, agora cassado.
Na manhã desta sexta-feira (09) o vereador Domingos Paz (DC) teve o mandado cassado por quebra de decoro sob acusação de assédio sexual e abuso contra mulheres.
Dos 31 vereadores da Câmara de São Luís, foram 24 fotos favoráveis, nenhum contra e duas abstenções.
Os vereadores Chaguinhas e Zeca Medeiros não participaram da sessão. Outros dois vereadores se abstiveram: Astro e Antonio Garcez.
E três parlamentares não votaram, o próprio Domingos Paz, a autora da denúncia vereadora Silvana Noely e o presidente da Casa, Paulo Victor.
Paz chegou a renunciar ao mandato durante discurso na tribuna da Casa e repudiou às acusações de assédio e afirmou que deixava o mandato de “coração limpo”, contudo, apesar do pedido de renúncia formalizado por Domingos, o presidente da Casa, vereador Paulo Victor, afirmou que a Mesa Diretora não o aceitaria, antes da votação do processo de cassação, que seguiu normalmente.
Quem assume a cadeira é o primeiro suplente, no caso, o Professor Sá Marques que obteve 3.046 votos na eleição de 2020.
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Parlamentar de Lago Verde expõe nas redes sociais intimidações que teria sofrido, envolvendo membros da família Almeida.
O vereador Adisson Guilherme, de Lago Verde, veio a público, nesta quinta-feira (8), para relatar que está sendo alvo de ameaças graves. Em suas redes sociais, Adisson revelou que as intimidações vêm de pistoleiros contratados por Alyson Almeida, pré-candidato a prefeito de Conceição do Lago Açu, e do seu irmão, Alex Almeida, atual prefeito de Lago Verde.
A denúncia do vereador ganhou destaque após ele compartilhar um vídeo em que descreve a situação de coação que estaria enfrentando. Em uma de suas publicações no Instagram, que já conta com milhares de visualizações, Adisson mostra sua preocupação com a segurança pessoal e também com a segurança de outras lideranças políticas locais que estariam sendo pressionadas de maneira semelhante.
No áudio vazado, um suposto pistoleiro afirma ter sido contratado para cobrar uma dívida de R$ 20 mil relacionada a um acordo político, mencionando claramente o nome de Alyson Almeida como o contratante.
O homem, cuja identidade não foi revelada, alega que, juntamente com outro indivíduo, foi contratado para viajar de Imperatriz até a região de Bacabal com o objetivo de resolver a questão à força, caso necessário.
No áudio, o pistoleiro menciona claramente o nome de Alyson Almeida como o contratante, afirmando que a contratação foi intermediada por um policial local. O suposto pistoleiro sugere a tomada de medidas extremas, incluindo a apreensão de um veículo Corolla pertencente ao vereador, caso a dívida não fosse paga.
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![o empresário Josival Cavalcanti da Silva, conhecido como “Pacovan” (foto). Ele estava dentro da loja de conveniência da sua rede de postos de combustíveis [Posto Joyce], no município de Zé Doca.](https://www.domingoscosta.com.br/wp-content/uploads/2024/08/554115_475319755867136_537728705_n.png)
O empresário Josival Cavalcanti da Silva, conhecido como “Pacovan” estava dentro da loja de conveniência da sua rede de postos de combustíveis [Posto Joyce], no município de Zé Doca, quando foi morto.
A Polícia Civil do Maranhão, por intermédio da Superintendência de Homicídios e Proteção à Pessoa (SHPP) em parceira com a Polícia Civil do Estado do Ceará, prendeu na noite desta quinta-feira (08) um dos homens que atirou e matou o empresário Josival Cavalcanti da Silva, conhecido como “Pacovan” no dia 14 de junho na cidade de Zé Doca.
Conforme apuração do Blog do Domingos Costa, o suspeito que ainda não teve o nome relevado, era um dos que estavam no Fiat Siena Esence 1.6, placa PMZ8317, de cor preta, usado no crime.
A prisão ocorreu em Juazeiro do Norte, estado do Ceará, cidade que fica ao lado do município de Crato, terra natal do caminhoneiro Francisco Heydyne do Nascimento, conhecido como “Cearense”, marido de Fernanda Costa, ex-funcionária do empresário de Pacovan. O casal está preso por acusação de ser mandante do crime.
Além da prisão do suspeito, a Polícia Civil também cumpriu mandados buscas e apreensão no endereço do acusado.
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Mostrando muita deslealdade com os demais candidatos do seu grupo político, prefeito do município de Raposa tem colocado toda a estrutura da prefeitura para beneficiar os quatro candidatos a vereadores que fazem parte da sua família nestas eleições.

João Marcos, Maçu Aguair, Daniel Fernandes e Lucas Paraíba, candidatos a vereadores da preferência do prefeito Eudes Barros…
Pela ordem das imagens acima temos: João Marcos, Maçu Aguair, Daniel Fernandes e Lucas Paraíba, todos os quatro são candidatos a vereadores do município de Raposa e estão, incondicionalmente, recebendo irrestrito apoio do prefeito Eudes Barros (PL) para saírem vitoriosos nas eleições deste ano.
E a preferência do prefeito por eles não é à toa, o quarteto é ligado familiarmente ao chefe do Executivo: João Marcos é sobrinho – filho da irmã do prefeito; Maçu Aguiar é primo da “amiga íntima” do prefeito, a jovem Zequinha Aguiar; Daniel Fernandes é sobrinho do cunhado de Eudes; e Lucas Paraíba é sobrinha da esposa do gestor raposense.
Em comum, João, Maçu, Daniel e Lucas possuem dezenas e mais dezenas de funcionários comissionados da prefeitura apoiando seus projetos rumo ao Legislativo e, para além disso, toda a estrutura administrava do Município está inteiramente à disposição dos quatro.
Beneficiados na folha da pagamento da prefeitura, são inúmeros servidores públicos, coordenadores, chefe de departamento e secretários municipais que receberam ordens direta do prefeito Eudes para votar e, também, fazer companha, a cada um deles.
E detalhe, a campanha propriamente dita nem começou e já se percebe o quanto desproporcional está sendo a estrutura em favor de João, Maçu, Daniel e Lucas e em detrimento dos demais candidatos do grupo do prefeito ao Parlamento.
Aliás, nem os vereadores de mandatos possuem tanto prestígio e estrutura como o quarteto escolhido pelo prefeito Eudes. A reclamação dentro do próprio grupo governista municipal tem sido muito grande…
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Vereadores Daniel Oliveira, Chaguinhas, Karla Sarney, Rosana da Saúde, Marcos Castro e Domingos Paz até agora nada falaram a respeito do escândalo envolvendo R$ 1 milhão no porta-malas do carro…
No centro da polêmica sobre o “carro do milhão”, o prefeito Eduardo Braide (PSD) enfrenta o abandono público dos poucos aliados que tem na Câmara Municipal. Nem mesmo o vídeo que ele gravou tentando se explicar, na quarta-feira (7), acalmou os ânimos.
Daniel Oliveira (PSD), Chaguinhas (Podemos), Karla Sarney (PSD) e Rosana da Saúde (Republicanos) são alguns dos vereadores que mantêm completo silêncio até o momento. Marcos Castro (PSD), figura carimbada em eventos da prefeitura na companhia de Braide, é outro que sumiu após o escândalo.
Domingos Paz (DC), cuja cassação será votada nesta quinta-feira (8), tem se dedicado a não ser expulso da casa e também já não se preocupa em defender o aliado. Pairam contra o parlamentar suspeitas de assédio sexual.
A relação de Eduardo Braide com a Câmara já era tensa, com a maioria dos membros não sendo tão simpáticos à sua administração. Esse vínculo piorou com a instalação da CPI dos contratos emergenciais.
O estouro do “carro do milhão” foi o último prego no caixão, não só desse relacionamento, mas da cambaleante reputação do prefeito, que enfrenta sucessivas suspeitas de corrupção há meses.
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O jornalista Edmilson, titular do blog “Irmão Edmilson” e da página “Açailândia Urgente”, registrou um boletim de ocorrência contra o deputado federal Benjamin de Oliveira após um encontro que ocorreu no dia 5 de agosto de 2024, por volta das 17h16, no centro de Açailândia.
De acordo com o boletim de ocorrência, o jornalista, cujo nome civil é Edmilson Ferreira Teixeira, relatou que o deputado Dr. Benjamin, visivelmente zangado, entrou em contato via WhatsApp e perguntou onde ele estava. Edmilson informou que estava na Rua Rio de Janeiro, no centro da cidade. Cerca de dez minutos depois, Dr. Benjamin chegou ao local em uma caminhonete preta e convidou o jornalista para entrar no veículo.
Dentro do carro, o deputado federal mostrou alguns áudios que, segundo ele, atingiam sua honra. Edmilson rebateu, afirmando que as críticas eram direcionadas ao cargo de deputado e não à pessoa do Dr. Benjamin. Durante a conversa, o parlamentar afirmou que não faria nada contra o jornalista, mas alertou que ele deveria “ter cuidado com os apaixonados”, insinuando que estes poderiam representar um perigo.
No final da conversa, dois indivíduos se aproximaram do veículo e pediram para que Edmilson saísse. Sentindo-se ameaçado, o jornalista decidiu registrar o ocorrido na delegacia local. O boletim de ocorrência, registrado pelo delegado de polícia civil Saniel Ricardo Trovão Brito e pelo investigador João Evangelista Vieira, qualificou o fato como uma possível ameaça, conforme o Artigo 147 do Código Penal Brasileiro.


