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Prefeito que teve o mandado de prisão pedido pelo MP-MA, taxou o Procurador Eduardo Nicolau e o governo do Maranhão de perseguição, agora, alvo da Operação Esconso deflagrada pela Polícia Federal do governo Bolsonaro, Assis, silenciou.

Prefeito Assis Ramos foi alvo da Polícia Federal de Bolsonaro…
No mês de julho, o Blog do Domingos Costa publicou que a Procuradoria Geral de Justiça do Maranhão pediu a prisão preventiva e o afastamento do cargo do prefeito de Imperatriz, Assis Ramos (União Brasil), aliado do senador Weverton Rocha (PDT), num esquema de desvio de recursos públicos envolvendo a empresa SELLIX AMBIENTAL – contratada pelo município para prestação de serviço de limpeza pública.
Logo no dia seguinte, Assis Ramos foi para à imprensa taxar o Procurador-Geral de Justiça, Eduardo Jorge Hiluy Nicolau de ser imparcial na denúncia formulada à Justiça maranhense e atribuir o seu pedido de prisão a perseguição por parte do governo do Maranhão.
Estrategicamente, tentando livrar sua pele, o prefeito imperatrizense chegou a audácia de denunciar Nicolau ao Conselho Nacional do Ministério Público. A reclamação não deu em absolutamente nada.
Pois bem… passado mais de um mês do pedido de prisão do prefeito formulado pelo MP-MA por esquema de desvio de dinheiro público dos cofres da segunda maior prefeitura do Maranhão, agora, foi a vez da Polícia Federal bater à porta de Assis. Na quarta-feira, dia 24, a PF deflagrou a Operação Esconso, com o objetivo de desarticular grupo criminoso responsável por promover fraudes licitatórias e outros crimes contra a administração pública no âmbito da Saúde na gestão Assis Ramos.
De acordo com a Polícia Federal, durante as investigações foram constatadas diversas irregularidades em um processo de dispensa de licitação que tinha por objetivo a contratação de duas empresas para o fornecimento de camas de UTI, respirador e aparelhos de anestesia destinados ao Centro Municipal de Tratamento do COVID-19 no curso do governo Assis Ramos no ano de 2020.
Como se sabe, a responsável pela Operação Esconso foi a Polícia Federal, subordinado ao governo Jair Bolsonaro. Deste vez, não foi o Ministério Público maranhense.
Então, porque o prefeito de Imperatriz não veio a público novamente com o discurso de que está sendo perseguido pelo governo do Maranhão e/ou pelo Procurador Eduardo Nicolau?
Mantendo a linha de vitimizar-se de toda e qualquer acusação, não seria a hora de Assis Ramos culpar o presidente Jair Bolsonaro pela Operação Esconso ?
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O Blog do Domingos Costa analisou os primeiros programas eleitorais de TV dos candidatos do governo do Estado que foram ao ar no início da tarde de hoje. Para muitos analistas políticos, a campanha começa, de fato, depois que vai para a televisão. Por isso é tão importante que as peças convençam o eleitor.
– Veja as análises:
– Carlos Brandão (PSB)
Com 5 minutos e 16 segundos, o governador Carlos Brandão, da coligação “Para o bem do Maranhão”, aproveitou o maior tempo de TV para enfatizar as conquistas obtidas nos últimos sete anos e meio da gestão que fez junto com Flávio Dino. E focou em três principais áreas que foram destaques, inclusive, nacionais: saúde, educação e produção (aí incluída a agricultura familiar e os restaurantes populares).
Com boa estética, o programa teve início com a participação do povo e forte apelo pela continuidade do sentimento de mudança que tomou conta do Maranhão nos últimos anos. Teve também uma breve apresentação da vida de Brandão, seu histórico de experiência e ficha limpa na vida pública, e a ratificação do apoio de Flávio Dino e Lula ao seu nome.
Avanços como a expansão das unidades de saúde e marcas como o destaque nacional do combate à pandemia foram exaltados. Conquistas na educação como o Escola Digna e a implantação de várias escolas de tempo integral ganharam destaque. Bem como a construção da maior rede de restaurantes populares do Brasil.
A dobradinha com Flávio Dino no mesmo programa reforça o caminho de continuidade de um governo aprovado por cerca de 60% dos maranhenses. A entrada do vice Felipe Camarão foi a cereja do bolo para destacar que a chapa está preparada para governar o Maranhão, principalmente porque as propostas de expansão de todas as conquistas deram a tônica no primeiro programa.
O jingle alegre, pra cima, e que explica de forma certeira o caminho que o estado deve tomar finalizou o primeiro programa de Brandão com uma proposta que dará o norte para sua campanha: exaltar, com satisfação, que o Maranhão deve continuar avançando.
– Weverton Rocha (PDT)
O senador Weverton Rocha, da coligação “Juntos Pelo Trabalho” tem o segundo maior tempo de TV entre os candidatos ao governo do Estado, com 2 minutos e 35 segundos, e aproveitou o primeiro programa para focar, majoritariamente, em si. Mais de 80% do tempo do programa é ocupado pelo pedetista, em uma estética cansativa, sem emoção e ególatra.
Weverton iniciou seu programa falando da sua infância no bairro do São Cristovão, em São Luís, e ignorou o fato de ter nascido em Imperatriz. De olho no eleitorado evangélico, fez questão de dizer que sua mãe é uma professora evangélica.
Ao se apresentar, lembrou das suas controversas passagens pelo movimento estudantil e pela Secretaria de Esportes no governo Jackson Lago. Sobre o ex-governador, ele apenas citou que se aproximou dele com 14 anos.
O candidato do PDT ocupou o maior tempo do seu primeiro programa para destacar seus mandatos como deputado federal e senador. Ele enfatizou a parceria com o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD), o projeto de lei de corte e energia, que ele copiou do deputado estadual Duarte Júnior, e tentou usurpar conquistas da Bancada Federal, como o Hospital do Câncer de Pinheiro.
Diferente de Brandão, que fez questão de mostrar o vice Felipe Camarão, Weverton escondeu completamente Hélio Soares, que é do partido de Bolsonaro.
O fato curioso foi a falta de críticas ao atual governo, do qual fez parte por sete anos. Talvez Weverton esconda da TV a postura combatida que tem feito ele cair nas pesquisas. Em claro sinal de mudança de rumos. Ele finalizou o primeiro programa com promessas vazias.
Em resumo, o primeiro programa de Weverton deixou muito a desejar.
– Lahésio Bonfim (PSC)
Com apenas 19 segundos, Lahésio Bonfim, da coligação “Coragem para mudar o Maranhão”, mal conseguiu falar o seu nome, mas não perdeu a oportunidade de espalhar a fake news que deve nortear a sua campanha: a doação do seu salário como prefeito de São Pedro dos Crentes para construção de casas populares.
A falácia criada por Lahésio é facilmente desmontada quando se pesquisa que ele abriu mão do salário de prefeito por ser servidor do IFMA, e ter optado por continuar com o salário do Instituto federal, já que não poderia continuar recebendo os dois.
–Edivaldo Holanda Júnior (PSD)
O ex-prefeito de São Luís Edivaldo Holanda Júnior, da coligação “Maranhão melhor para todos”, explorou, em seus 57 segundos, o fato de ter sido prefeito da capital e, por isso, ter a experiência necessária para governar o Maranhão.
Edivaldo iniciou o seu programa exaltando suas ligações e da sua família com a religião. Enfatizou o sonho que tem de ser governador do estado e afirmou ter, após oitos anos na Prefeitura de São Luís, experiência e trabalho comprovado.
Em suma, um programa sóbrio e convincente.
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O PSD – Partido Social Democrático, que tem o ex-prefeito de São Luís Edivaldo Holanda Júnior como candidato ao governo, registrou na Justiça Eleitoral 35 candidatos para disputar cadeiras na Assembleia Legislativa.
Desses, 10 (dez) são mulheres e 25 (vinte e cinco) homens. Conforme prognóstico do Blog do Domingos Costa, no partido existem 07 (sete) bons puxadores de votos, os demais são considerados “buchas.
César Pires, Mical Damasceno, Eric Costa, Pedro Neres, irmão Carlos, Ricardo Seidel e Dalton Arruda são os puxadores de votos, juntos, possuem cerca de 160 mil votos. A essa conta mais 30 mil votos dos “buchas” e mais 10 mil de legenda. De forma que o PSD deverá alcançar 200 mil votos para deputado estadual.
O quociente eleitoral para deputado estadual (votos válidos pelas 42 cadeiras da Assembleia Legislativa) deve chegar a 80 mil votos nestas eleições. Logo, o PSD certamente elegerá 02 (duas) cadeias na ALEMA de forma direta e ainda terá uma boa sobra.
– E MAIS
“Buchas” num processo eleitoral, são aqueles candidatos sem a mesma força de um político de mandato. São relativamente mais “fracos”, servem unicamente para contribuir a fim de alcançar o quociente eleitoral e, assim, reeleger quem já possui o cargo eletivo e/ou detêm poderio financeiro maior – aqueles considerados mais fortes.
O ponto de vista expressado neste post do Blog do DC não tem valor cientifico, portanto, trata-se unicamente de prognóstico, logo, são palpites e não possui efeito de pesquisa eleitoral.
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Senador do PDT ladeado de jornalistas que atuam no grupo arrendado para sua campanha eleitoral…
Desde que arrendou a TV Difusora, ainda no início de 2016, o senador Weverton Rocha (PDT) transformou o sistema de comunicação em um QG político. O jornalismo foi deixado de lado e a militância tomou lugar na emissora.
Na primeira eleição da Difusora sob o comando de Weverton, em 2016, o alvo foi o então candidato a prefeito de São Luís Eduardo Braide, que foi trucidado em sabatina no segundo turno por jornalistas/militantes. Estes, até hoje, se vangloriam de terem sido os responsáveis pela reeleição do prefeito Edivaldo.
Em 2018, mais uma vez, a Difusora foi usada maciçamente para beneficiar Weverton, que concorria ao Senado. No modus operandi jornalismo-militante, a emissora passou a pré-campanha e a campanha inteira jogando confetes no pedetista, e atacando ferozmente seus adversários.
Sabedores do histórico de uso político da Difusora por parte de Weverton, Carlos Brandão e Flávio Dino acertam ao ignorar solenemente qualquer tipo de debate/sabatina promovida pela emissora. A prova concreta é a atitude vil dos ditos jornalistas, mesmo na ausência de ambos.
Nem nos tempos de Edinho Lobão a Difusora era usada de forma tão escancarada para interesses políticos. O jornalismo? Parece não existir mais. E os jornalistas militantes parecem tampouco se importar com isso.
Lamentável!
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Prefeita estava incluída no projeto de Roberto Rocha, mas agora decidiu votar em Dino para o Senado.
O ex-governador do Maranhão, Flávio Dino (PSB) tomou esta semana mais um apoio do seu principal adversário, Roberto Rocha (PTB), nestas eleições para o Senado.
Trata-se da prefeita do município de Amapá do Maranhão, Nelene Gomes, do PDT – partido que apoia Rocha na disputa pelo Senado. A gestora esteve reunida com Dino na presença também do seu marido, o líder político Milton Lemos.
Por meio das redes sociais a prefeita anunciou o apoio e publicou a foto do encontro na qual ela aparece ladeada do ex-governador.
“Amapá do Maranhão apoia Flávio Dino pra Senador. Estivemos participando de uma importante reunião com o ex- governador e Candidato a Senador Flávio Dino onde na oportunidade firmamos apoio ao seu nome. Temos gratidão à Flávio Dino, que já beneficiou nossa cidade enquanto Governador e tenho certeza que como senador vai continuar ajudando nossa gestão no desenvolvimento de nossa cidade.” anunciou a pedetista.
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O governo Carlos Brandão atingiu uma importante marca em favor do povo do Maranhão esta semana. Entregou a 150º unidade de Restaurantes Populares, equipamentos que garantem alimentação à população.
Os últimos dois foram inaugurados em Amarante e Imperatriz na terça-feira (23).
A entrega das unidades começaram durante o governo Flávio Dino e continuaram agora no governo Carlos Brandão. De forma que o Governo do Maranhão tornou a rede de segurança alimentar do Estado a maior do Brasil e de toda a América Latina.
“Em poucos meses, inauguramos mais de 40 Restaurantes Populares e, nesta terça-feira, chegamos ao número tão aguardado. Empenhados em cumprir a missão nos dada pelo governador Carlos Brandão, hoje o Maranhão alcança o total de 150 restaurantes. Já somos a maior Rede de Segurança Alimentar da América Latina. E não iremos parar.” comemorou Paulo Casé Fernandes, secretário Estadual de Desenvolvimento Social (Sedes).
Com refeições balanceadas ao preço simbólico R$ 1 real, os restaurantes populares espalhados por todas as regiões do Estado vêm fazendo a diferença para os maranhenses em situação de vulnerabilidade social em tempos de recessão econômica nacional e crise sanitária. O Restaurante Popular é coordenado pela Sedes e oferta refeições completas no café da manhã, almoço e jantar, incluindo sobremesa, de segunda a sexta, e aos sábados, feijoada.
O governador Carlos Brandão (PSB), nas redes sociais, comemorou o feito e assegurou que o objetivo é avançar mais.
“Alcançamos a marca de 150 Restaurantes Populares no Maranhão. É a maior rede de segurança alimentar do Brasil garantindo comida no prato para quem mais precisa, com refeição por apenas 1 real. Este é o Maranhão que queremos e que vamos fazer avançar ainda mais”, destacou Brandão.

Secretário Paulo Casé Fernandes comemora a inauguração da 150º unidade de restaurante popular…
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Cartazes do irmão do prefeito de São Luís e do marido da senadora Eliziane Gama estão por dezenas de muros…
A poluição visual por conta de propaganda eleitoral começou a tomar conta das ruas de São Luís desde o começo desta semana.
Nesta quinta-feira (25), por exemplo, centenas de muros em diversas avenidas e bairros amanheceram com cartazes dos candidatos a deputados estaduais Fernando Braide (PSC) e Inácio Melo (PSDB), irmão do prefeito Eduardo Braide e marido da senadora Eliziane Gama, respectivamente.
Bom lembrar que colar cartaz de candidatos sem autorização do dono do muro é crime eleitoral sujeito a multa.
E o mais importante, o eleitorado maranhense cada vez mais evita votar em quem polui a cidade…
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O governador Carlos Brandão assinou na terça-feira (23) a nomeação de 300 novos policiais militares para integrar o efetivo do Estado. Também nomeou policiais civis, sendo 13 delegados, 13 escrivães e 13 investigadores, além de 7 peritos. A decisão saiu na edição 158 do Diário Oficial do Estado, publicada nesta quarta-feira (24).
Carlos Brandão já havia feito o anúncio da nomeação de mais policiais militares quando assumiu o governo em abril deste ano, após a renúncia de Flávio Dino para concorrer ao Senado. Já em agosto, incluiu também policiais civis.
“Estamos fazendo um esforço orçamentário a fim de reforçar nossa Segurança Pública, tanto no policiamento ostensivo quanto no quadro da Perícia Oficial, porque cuidar da segurança das famílias maranhenses é nossa prioridade”, afirmou o governador.
Com a publicação no Diário Oficial (páginas 12-22), os novos oficiais deverão se apresentar para a posse do cargo, como exige o protocolo do serviço público, e serão deslocados para unidades de todo o Maranhão.
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O partido União Brasil registrou apenas 9 (nove) candidatos à Assembleia Legislativa nestas eleições. Desses, três mulheres e seis homens. Único puxador de votos é o deputado Neto Evangelista, os demais são “buchas”.
Neto saiu candidato a deputado estadual pelo União Brasil após ser barrado no PDT, na época, os pré-candidatos do partido fizeram uma espécie de “motim” e impediram a filiação do parlamentar na sigla pelo fato dele ter sido candidato a prefeito de São Luís em 2020 e, em tese, ter vantagem sobre os demais.
Nestas eleições para Assembleia Legislativa, é certo que o União Brasil não alcançará o quociente eleitoral (votos válidos pelas 42 cadeiras) que deve chegar a 80 mil votos. Portanto, para se eleger, Neto sonha com a “sobra”.
Mas para, eventualmente, ter uma cadeira na “sobra”, o partido precisa superar uma regra desse processo eleitoral: sair das urnas com 80% do quociente eleitoral – que representa algo em torno de 64 mil votos.
Como os “buchas” juntos não devem chegar a 5 mil votos, para ser eleito, Neto Evangelista precisa obter algo em torno de 60 mil votos. E é bom lembrar, na eleição estadual passada, ele teve 49 mil votos.
– E MAIS
“Buchas” num processo eleitoral, são aqueles candidatos sem a mesma força de um político de mandato. São relativamente mais “fracos”, servem unicamente para contribuir a fim de alcançar o quociente eleitoral e, assim, reeleger quem já possui o cargo eletivo e/ou detêm poderio financeiro maior – aqueles considerados mais fortes.
O ponto de vista expressado neste post do Blog do DC não tem valor cientifico, portanto, trata-se unicamente de prognóstico, logo, são palpites e não possui efeito de pesquisa eleitoral.
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