Um assessor do deputado federal Pedro Lucas Fernandes, presidente estadual da sigla partidária, identificado como Luís Borralho é casado com uma assessora da Desembargadora Galiza.
Em um novo ato de desespero, agora usando o partido União Brasil, um grupo minúsculo de vereadores ingressou com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) no Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão (TRE-MA) para tentar adiar a eleição da Mesa Diretora da Câmara de São Luís marcada para acontecer nesta nesta quinta-feira, dia 1º, às 9h.
A ADI nº 0831149-20.2026.8.10.0000 foi distribuída para a Desembargadora Maria Francisca Gualberto Galiza, presidente do TRE-MA.
Ocorre que a Desª Galisa está impedida de julga ADI que tem o partido União Brasil como autor, isto porque um assessor do deputado federal Pedro Lucas Fernandes, presidente estadual da sigla partidária, identificado como Luís Borralho é casado com uma assessora da Desembargadora Galiza.
A ADI em si é um ato de desespero de um grupo de vereadores que não conseguem sequer número suficientes de votos para formar uma chapa na disputar cargos na Mesa Diretora da Câmara.
Vale destacar que existe uma decisão do presidente do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA), desembargador Ricardo Tadeu Bugarin Duailibe datada desta segunda-feira, dia 28, que cassou a liminar de 1º grau e autorizou a realização da sessão extraordinária destinada à eleição da Mesa Diretora da Câmara Municipal de São Luís, prevista para a próxima quarta-feira, dia 1º de outubro de 2026.
Mesmo diante da decisão do presidente do TJ-MA, um minúsculo grupo de vereadores agora tentam criar malabarismo para suspender a eleição e evitar uma derrota acachapante.
O deputado estadual e candidato à reeleição Cláudio Cunha (22555) intensificou sua agenda política pela Baixada e pelo Litoral Maranhense, participando de grandes carreatas e caminhadas em Guimarães, Apicum-Açu, Bacuri e Serrano do Maranhão. As mobilizações reuniram apoiadores, lideranças e moradores, levando às ruas demonstrações de apoio à sua candidatura.
Em Guimarães, Cláudio Cunha participou de uma grande carreata e, posteriormente, de uma caminhada ao lado do candidato ao Governo do Maranhão, Orleans Brandão (15). Os atos contaram com o apoio do prefeito Magno Cartagenes e reuniram uma multidão pelas ruas do município.
Já em Apicum-Açu, o parlamentar destacou a forte participação popular na carreata e agradeceu ao prefeito Jadeco pela parceria. O município, segundo Cláudio, ocupa um lugar especial em sua trajetória política e pessoal.
Em Bacuri, outra grande carreata movimentou as ruas, com muita participação popular. Somando os encontros em Apicum-Açu, Bacuri e Serrano do Maranhão, Cláudio Cunha ressaltou a importância da região em sua trajetória. “Minha história com essa região é feita de trabalho, compromisso e muitas realizações. É aqui que estão minhas raízes e uma parte importante da minha trajetória”, afirmou.
Cláudio Cunha também agradeceu a todos que participaram das mobilizações e reforçou seu compromisso com a região. “Obrigado a todos que participaram desses grandes encontros. Seguimos juntos pelo desenvolvimento da nossa Baixada e do Litoral Maranhense”, declarou.
O deputado federal Duarte Júnior, do Avante, emitiu uma nota na noite desta terça-feira (29) esclarecendo o atentado que sofreu no município de Morros nesta noite.
De acordo com o deputado durante seu deslocamento para Morros atiraram contra o carro em que ele estava.
“Graças a Deus, estamos bem. Já recebemos o suporte das autoridades policiais, que vão apurar o local exato e as circunstâncias do ocorrido. Agradeço a preocupação e as mensagens de apoio. Minha prioridade agora é cuidar da segurança de todos que estavam comigo e colaborar para que os fatos sejam esclarecidos. Vou compartilhar novas informações assim que forem confirmadas. Continuem rezando por mim, pela minha família e pela minha equipe.” Diz a nota.
Na noite desta terça-feira (29) o deputado federal Duarte Júnior foi alvo de um atentado no município de Morros, região do Munin maranhense.
Conforme apuração do Blog do Domingos Costa, o carro em que parlamentar estava uma picape Ranger foi crivada de balas por elementos ainda desconhecido.
Duarte não foi atingido. A qualquer momento novas informações.
Domingos Costa, titular desta página e jornalista especializado no cenário político maranhense há mais de 15 anos, analise os candidatos do MDB e afirma que o partido deverá eleger quatro cadeiras na Câmara Federal.
Para o Jornalista Domingos Costa, o PL deverá eleger no Maranhão três cadeiras na Câmara Federal, duas serão para os sobrinhos de Josimar Maranhãozinho e a outra será uma disputa acirrada entre Mariana Carvalho e Dr Orlando.
O Jornalista Domingos Costa analisa a situação da Federação União Progressista, formada pelos partidos União Brasil e PP, que segundo ele, deverá eleger três cadeiras na Câmara Federal.
Nilsilene do Liorne, prefeita de Alto Alegre do Maranhão.
Uma licitação realizada pela Prefeitura de Alto Alegre do Maranhão passou a ser alvo de uma investigação mais aprofundada do Ministério Público do Maranhão diante de indícios de montagem, fraude, direcionamento e restrição à competitividade. O caso envolve o Pregão Eletrônico nº 12/2022 e poderá resultar na responsabilização de agentes públicos e terceiros, caso as suspeitas sejam confirmadas.
O procedimento não começou agora. A apuração teve origem em uma Notícia de Fato, posteriormente transformada em Procedimento Administrativo, que inicialmente analisava questões relacionadas à publicidade e à transparência das contratações públicas destinadas às festividades carnavalescas de 2023.
Parte do procedimento foi arquivada em relação ao Município de São Mateus do Maranhão, mas a investigação prosseguiu especificamente sobre a licitação realizada em Alto Alegre do Maranhão. Segundo a portaria, as diligências realizadas até aqui identificaram inconsistências de natureza técnica que justificaram o aprofundamento da apuração.
Entre os pontos que serão investigados estão a possibilidade de montagem do processo licitatório, fraude no certame e eventual direcionamento da disputa, além de uma possível restrição à participação de empresas interessadas. O Ministério Público também pretende verificar quem seriam os responsáveis pelas eventuais irregularidades e se houve participação ou favorecimento de agentes públicos ou particulares.
Com a necessidade de novas diligências para esclarecer a autoria e a materialidade dos fatos, o Ministério Público decidiu converter o Procedimento Administrativo em Inquérito Civil, registrado no SIMP sob o nº 000220-068/2023, com prazo de um ano para conclusão.
A investigação ficará sob responsabilidade do promotor de Justiça Thiago Lima Aguiar, titular da 1ª Promotoria de Justiça de São Mateus do Maranhão. A portaria foi assinada eletronicamente pelo promotor em 6 de agosto de 2026, às 11h31.
A Portaria de Instauração nº 20/2026 – 1ªPJSMM foi disponibilizada em 25 de setembro de 2026 e publicada em 28 de setembro de 2026, no Diário Eletrônico do Ministério Público do Maranhão, edição nº 188/2026.
A pavimentação da estrada de acesso ao Povoado Santa Maria dos Furtados, em Matinha, passou a ser alvo de apuração do Ministério Público do Maranhão após uma vistoria apontar problemas na execução da obra. O procedimento pretende esclarecer se os serviços realizados pela empresa MCS Engenharia correspondem ao que foi contratado, medido e pago pela Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (CODEVASF).
Entre os pontos que chamaram a atenção estão diferentes trechos da estrada que, segundo o Termo de Vistoria citado na portaria, apresentariam sinais de execução incompleta. Um dos exemplos são os primeiros aproximadamente 300 metros, apontados como ainda não pavimentados.
A vistoria também registrou um trecho de cerca de 1 quilômetro, localizado no centro do povoado, descrito como formado por lama e piçarra. Outro trecho, de aproximadamente 2 quilômetros, teria recebido pavimentação somente em meia pista.
O Ministério Público agora quer saber se essas situações possuem alguma justificativa técnica ou contratual ou se representam serviços que deveriam ter sido executados e não foram concluídos. A apuração também deverá verificar se houve pagamento por serviços executados apenas parcialmente.
Para esclarecer a situação, a CODEVASF foi notificada a apresentar, no prazo de 20 dias, todo o processo administrativo relacionado à contratação, além do contrato com a MCS Engenharia e eventuais aditivos, projeto básico ou executivo, memorial descritivo, planilha orçamentária e cronograma físico-financeiro.
Também deverão ser encaminhadas as medições realizadas e aprovadas, documentos técnicos, notas fiscais, documentos de liquidação, comprovantes de pagamento e eventuais termos de recebimento provisório ou definitivo da obra. A companhia ainda terá que informar a situação atual do contrato e se os serviços foram considerados concluídos e recebidos.
A empresa MCS Engenharia também recebeu prazo de 20 dias para prestar esclarecimentos especificamente sobre os trechos apontados na vistoria e informar se existe alguma justificativa técnica ou contratual para a execução parcial. A empresa deverá ainda esclarecer se há serviços que continuam pendentes.
Depois que os documentos forem recebidos, o Ministério Público pretende encaminhar o caso à Assessoria Técnica da Procuradoria-Geral de Justiça (ASTEC). A análise deverá confrontar três pontos principais: o que foi contratado, o que foi medido e pago e aquilo que efetivamente foi encontrado no local.
A partir desse confronto, a avaliação técnica poderá indicar se houve execução parcial ou eventual ausência de execução de serviços e, caso isso seja constatado, qual teria sido a repercussão financeira.
A Portaria nº 10/2026-PJMAT foi assinada pelo promotor de Justiça João Viana dos Passos Neto, que responde pela Promotoria de Justiça de Matinha. O documento foi assinado eletronicamente em 24 de setembro de 2026 e disponibilizado em 25 de setembro, com publicação em 28 de setembro de 2026, no Diário Eletrônico do Ministério Público do Maranhão, edição nº 188/2026.
Inquérito apura pulverização com tratores e drones que teria atingido comunidades rurais, destruído lavouras e contaminado recursos hídricos em Magalhães de Almeida
Antonio João Silva da Rocha, sócio-administrador da Fazenda Tourada.
A Tourada Agropecuária Ltda., conhecida como Fazenda Tourada, e seu sócio-administrador, Antonio João Silva da Rocha, estão no centro de um Inquérito Civil instaurado pelo Ministério Público do Maranhão para apurar denúncias envolvendo a aplicação de agrotóxicos em áreas próximas às comunidades rurais de São João e Tourada, em Magalhães de Almeida.
A denúncia aponta que a pulverização de defensivos agrícolas, realizada por meio de tratores e drones, teria provocado a contaminação da Lagoa do Bacuri, destruído plantações de subsistência de agricultores familiares e exposto moradores das comunidades aos produtos químicos.
Segundo a portaria, os fatos teriam ocorrido em 15 de março de 2026, quando a Fazenda Tourada teria realizado a aplicação dos produtos nas proximidades das comunidades. A representação relata que os defensivos teriam atingido áreas de cultivo e recursos hídricos utilizados pela população local.
O caso também envolve relatos de exposição de moradores considerados vulneráveis. Entre as situações mencionadas estão uma criança lactente e um adolescente com Transtorno do Espectro Autista nível III de suporte, que teriam ficado expostos aos produtos utilizados na pulverização. O Ministério Público ainda deverá produzir provas técnicas para verificar a existência e a extensão de possíveis danos à saúde.
Outro ponto que entrou no radar da Promotoria são informações encaminhadas pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente (SEMA/MA). Conforme registrado no procedimento, não foi identificada licença ambiental em nome dos investigados. A secretaria também informou histórico de autuações envolvendo desmatamento de 366,92 hectares, queimadas e intervenções ilegais em Área de Preservação Permanente (APP).
As informações fazem parte dos elementos que serão analisados pelo MPMA, mas as autuações anteriores, por si só, não comprovam os danos ambientais denunciados neste caso específico.
Diante da necessidade de novas provas, o Ministério Público transformou a Notícia de Fato em Inquérito Civil, permitindo o aprofundamento da investigação por meio de perícias, oitivas e requisição de documentos e laudos técnicos. A apuração busca verificar se houve contaminação da água, destruição de lavouras e danos à saúde, além de identificar eventuais responsabilidades civis e administrativas.
Uma das primeiras medidas determinadas foi a consulta ao IBAMA sobre o Processo Administrativo Federal nº 02012.001273/2026-13, para verificar o andamento do caso e a existência de relatórios de fiscalização.
A Promotoria também cobrou informações da Secretaria Municipal de Saúde de Magalhães de Almeida. O órgão terá 30 dias para encaminhar os laudos técnicos e laboratoriais das análises realizadas na água da Lagoa do Bacuri e no sistema de abastecimento local.
Caso os exames ainda não tenham sido concluídos pelo LACEN/MA, a secretaria deverá apresentar justificativa e indicar nova previsão para a entrega dos resultados, além de comprovar formalmente o envio das amostras coletadas ao laboratório.
A investigação é conduzida pelo promotor de Justiça Elano Aragão Pereira, titular da Promotoria de Justiça de Magalhães de Almeida. A Portaria de Instauração nº 14/2026-PJMAA foi disponibilizada em 28 de setembro e publicada em 29 de setembro de 2026, no Diário Eletrônico do Ministério Público do Maranhão, edição nº 189/2026.
O caso permanece em fase de investigação. Os resultados das análises laboratoriais, das fiscalizações ambientais e das demais diligências deverão indicar se as denúncias de contaminação, danos às lavouras e exposição da população serão confirmadas e quais providências poderão ser adotadas pelo Ministério Público.