Trata-se de Écilla Ahuad Miranda, moradora da cidade de Balsas, servidora do Ministério Público do Maranhão e filha do empresário Miranda Neto, dona da empresa “JR4000 Transportes”, a mulher acusada de agredir violentamente a influencer cearense Léa Reis, na noite deste sábado (08) dentro do Agrobar.
Os donos do estabelecimento onde ocorreu a agressão ainda não se pronunciaram e não disponibilizaram as câmeras de vigilância interna do Agrobar.
Por meio de nota, a defesa de Ecilla admite a agressão e justifica que o marido dela foi vítima de importunação sexual.
“Contudo, na data de ontem, enquanto participava de um momento de comemoração acompanhada do meu esposo, estes foram vítimas de um crime de importunação sexual. O ato foi praticado por uma pessoa bem vestida e arrumada, a quem, no momento, identificava-se visualmente como mulher. Diante da grave violação à integridade e intimidade do casal, a Declarante reagiu de forma imediata ao crime do qual foram vítimas.”Diz trecho da nota.
O Blog do Domingos Costa encontrou uma contradição na nota de Écilla Ahuad, no trecho que afirma que ela não possui redes sociais, na verdade, após a agressão ela desativou o perfil no Instagram.
Tentamos contato com a própria servidora do MP-MA para falar sobre o caso, mas o pai dela, o empresário Miranda Neto disse que a filha está incomunicável. “Minha filha está arrasada com essa situação, ela se afastou da cidade e está incomunicável”.
A mãe e os irmãos do ex-deputado estadual Raimundo Cutrim reuniram neste sábado, dia 08, para gravar um vídeo e criticar o fato da prisão domiciliar do ex-político que continua em segredo de justiça.
A família conta que não consegue ter acesso a Cutrim e nem mesmo os advogados conseguem acesso ao processo judicial que decretou a prisão dele.
A prisão domiciliar de Cutrim foi decretado pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Flávio Dino, que mantém as informações em segredo de justiça.
Rui Oliveira de Castro Vieira, da Vara do Trabalho de Balsas, a 800 quilômetros de São Luís, montou aparato clandestino com sete dispositivos espalhados no prédio; magistrado alegou que medida visava o monitoramento da unidade, “de forma a garantir a sua segurança, dos servidores e dos próprios jurisdicionados.”
O TRT-16 pediu o afastamento cautelar de Castro Vieira.
O juiz do Trabalho Rui Oliveira de Castro Vieira foi afastado das funções sob suspeita de haver instalado em seu gabinete, na sala de audiências e corredores do fórum um sofisticado sistema de câmeras de vídeo e equipamentos de captação de áudio.
A ordem que tirou Castro Vieira da atividade, em caráter liminar, foi dada no âmbito de uma reclamação disciplinar pelo ministro Vieira de Mello Filho, presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST) e do Conselho Superior da Justiça do Trabalho.
O magistrado atua na Vara do Trabalho de Balsas, município com cerca de 100 mil habitantes situado no extremo sul do Maranhão, a 800 quilômetros da capital São Luís.
O procedimento que investiga Castro Vieira tem origem em correição ordinária no fórum quando foi identificada a instalação irregular e não autorizada dos dispositivos eletrônicos.
A informação sobre o afastamento do juiz foi divulgada pelo advogado Alex Ferreira Borralho, que mantém o site Direito e Ordem , e confirmada pelo Estadão.
Segundo o relatório da equipe de segurança institucional do TST, os equipamentos encontravam-se instalados em ambientes sensíveis e de intensa circulação de pessoas – secretaria, sala de audiências, gabinete do juiz, sala de espera e refeitório – e possuíam captação de imagens em 360º, gravação de áudio e transmissão remota, via internet, para receptor externo.
Questionado, Castro Vieira confirmou ter adquirido e instalado, há alguns anos, sete dispositivos nas dependências da Vara, alegando que a medida visava o monitoramento da unidade, de forma a garantir a sua segurança, dos servidores e dos próprios jurisdicionados. Ele sustentou, ainda, que a existência do aparato era “pública e facilmente identificável“.
A suspeição do magistrado foi levantada pelo corregedor do Tribunal Regional do Trabalho no Maranhão (TRT-16), desembargador Gerson de Oliveira Costa Filho, “Diante dos indícios de autoria e materialidade”.
No último dia 9, a Presidência do TRT-16 encaminhou ofício ao TST e ao Conselho Superior da Justiça do Trabalho “demonstrando preocupação com a manutenção do magistrado na titularidade da Vara do Trabalho de Balsas, em razão de suas condutas e do expressivo número de processos disciplinares instaurados em seu desfavor”.
O TRT-16 pediu o afastamento cautelar de Castro Vieira. Em sua decisão, o ministro Vieira de Mello Filho destaca que os equipamentos particulares de captação de imagem e áudio foram instalados de forma aparentemente clandestina.
Embora o magistrado sustente que os equipamentos eram de conhecimento “amplo e público”, relatório da Polícia Judiciária registra que os servidores, advogados e jurisdicionados desconheciam a sua existência, “inexistindo qualquer aviso visível a respeito do monitoramento ambiental”.
A inspeção verificou que os dispositivos estavam ocultos no interior de lâmpadas, impossibilitando sua imediata identificação, “evidenciando, ao menos em tese, sistema de captação ambiental não autorizado”.
A gravidade dos fatos, na avaliação do ministro, é acentuada pela localização dos equipamentos em ambientes especialmente sensíveis do fórum – inclusive na sala de audiências, no gabinete do magistrado, na secretaria e no refeitório, locais em que circulam magistrados, servidores, advogados, membros do Ministério Público, testemunhas e jurisdicionados, “configurando, assim, uma inescusável afronta à dignidade, à privacidade, à intimidade e à imagem de todos que circulam naquele ambiente institucional”.
“A instalação e utilização de equipamentos particulares para captação de imagem e áudio em dependências do Poder Judiciário, sem autorização institucional e com transmissão remota dos dados para receptor externo, configura uma agressão desmedida aos deveres de legalidade, transparência, segurança institucional e de proteção de dados pessoais”, adverte o ministro.
Para ele, “a integridade, que compõe os pilares éticos estabelecidos pela Carta de Princípios de Conduta Judicial de Bangalore, constitui valor essencial e inarredável da magistratura, sendo pressuposto indispensável da confiança pública no Poder Judiciário”– segundo dispõe o artigo 15 do Código de Ética da Magistratura Nacional.
O presidente do TST e do Conselho Superior da Justiça do Trabalho pondera que o magistrado exerce parcela da função estatal, “por isso desfruta de garantias como a vitaliciedade, a inamovibilidade e a irredutibilidade de subsídios”.
– Ministro diz que conduta coloca em xeque confiança pública
“Em contrapartida, exige-se dele conduta íntegra, irrepreensível na vida pública e particular, pautada pela legalidade, transparência, serenidade, prudência e elevados padrões éticos e morais, sob pena de comprometimento da credibilidade institucional”, sustenta o ministro.
Para ele, “quando a conduta do magistrado coloca em xeque a confiança pública na Justiça, há um dano irreparável a exigir medidas urgentes de contenção”. “É o que se assiste no caso presente. O que aponta a apuração realizada pela Corregedoria Regional do TRT-16 é uma verdadeira afronta cometida pelo magistrado reclamado aos deveres legais e éticos estabelecidos pela Lei Orgânica Nacional da Magistratura e pelo Código de Ética da Magistratura Nacional.”
O ministro destaca que o sistema de vídeo e escuta instalado no fórum de Balsas não é um episódio isolado. Segundo ele, já tramitam perante o Conselho Superior da Justiça do Trabalho três processos administrativos disciplinares instaurados em desfavor de Rui Oliveira de Castro Vieira – um desses processos apura a utilização de arma de fogo com o suposto objetivo de intimidar a equipe correicional durante inspeção na Vara do Trabalho.
Em outra reclamação disciplinar em curso na Corregedoria-Geral é atribuído ao magistrado suposto descumprimento de determinação da Corregedoria quanto à realização de audiências no formato presencial.
“Como se vê, carrega o magistrado um histórico recheado de acusações de infrações disciplinares, de potencial gravidade, que compromete a imagem do judiciário trabalhista perante a comunidade local de Balsas”, assinala o ministro.
Ele aborda trecho da manifestação da Presidência do TRT-16 a respeito da situação da Vara de Balsas “emdecorrência das condutas infracionais do magistrado reclamado.”
– Presidência do tribunal alerta para padrão de conduta
“Independentemente do mérito de cada um dos procedimentos, o que preocupa esta presidência é o efeito cumulativo desses episódios sobre o funcionamento da Vara do Trabalho de Balsas e sobre a própria imagem da Justiça do Trabalho na região. Não se trata de fatos isolados a serem apreciados isoladamente, mas de um padrão de conduta que remonta a 2024, como demonstram os precedentes, e que já produz consequências concretas e mensuráveis sobre a unidade.”
No plano processual, a Vara do Trabalho conduzida por Castro Vieira registra, em 2026, a maior taxa de congestionamento entre todas do TRT-16 (76,72%). Ela ostenta o pior resultado” da parte 1 da Meta 2 – processos antigos.
A presidência do TRT-16 informou o Conselho Superior do Justiça do Trabalho que no plano humano e administrativo, servidores subordinados ao magistrado vêm relatando, de forma consistente, ambiente de assédio moral, marcado por conduta agressiva, humilhações e temor, inclusive quanto à própria integridade física.
Esse ambiente já produziu consequência concreta, segundo relatório oficial. O próprio diretor de Secretaria da unidade, servidor de confiança incumbido da gestão cotidiana da Vara, viu-se compelido a pedir exoneração do cargo “em razão da convivência insustentável com o magistrado.”
A esse quadro soma-se um dado especialmente preocupante no plano da própria magistratura, segundo a presidência do TRT-16 – juízes substitutos vêm manifestando receio de atuar na Vara do Trabalho de Balsas em razão das circunstâncias envolvendo Castro Vieira. “Esse temor compromete a própria possibilidade de substituição regular do titular em casos de impedimento, férias, licença ou afastamento, ampliando o risco de paralisação ou de prestaçãojurisdicional deficitária na unidade”, diz a presidência do TRT-16.
“Portanto, está- se diante de um cenário grave que exige a intervenção imediata da Corregedoria- Geral da Justiça do Trabalho, de modo que se possa restabelecer a normalidade no âmbito da Vara de Balsas e garantir o bom andamento da jurisdição.”
O afastamento cautelar do juiz de sua função “mostra-se igualmente necessário para preservar a regularidade da instrução disciplinar, evitando possível influência sobre servidores diretamente subordinados ao reclamado, resguardando-se a espontaneidade da prova testemunhal, bem como a higidez de toda a instruçãoprobatória”.
“A permanência do magistrado na titularidade da unidade jurisdicional tende a comprometer a confiança dos jurisdicionados e dos próprios servidores na imparcialidade, transparência e segurança institucional do Poder Judiciário, especialmente diante da natureza dos fatos investigados”, adverte a presidência do tribunal.
Em sessão plenária realizada nesta quinta-feira, 06 de agosto de 2026, o Tribunal de Justiça Desportiva do Estado do Maranhão (TJD-MA) deu mais um passo na estruturação de seus órgãos para o biênio 2026-2028, com a instalação da 2ª Comissão Disciplinar e a posse de novo integrante da 1ª Comissão Disciplinar.
A 2ª Comissão Disciplinar, órgão novo dentro da estrutura do tribunal, foi instalada com a posse de Aurélio de J. S. Lima, Marcelo Eduardo Costa Everton, Luís Henrique Terças de Almeida, Raimundo Nonato Assunção Lemos Filho e Urbano Aguiar Pontes Júnior. Logo após a posse, em votação interna, os membros elegeram Aurélio de J. S. Lima presidente e Marcelo Eduardo Costa Everton vice-presidente do colegiado.
A sessão também formalizou a posse de João Alexandre Leite Ericeira Tanaka como novo membro da 1ª Comissão Disciplinar, que segue presidida por José dos Santos F. Sobrinho, com Acrenelson Sousa Espíndola na vice-presidência, e conta ainda com Thales Dyego de Andrade e Francisco Braga de Carvalho.
O Tribunal Pleno do TJD-MA é presidido por Thiago Brhanner Garcês Costa, tendo João Francisco G. Gomes como vice-presidente, e é composto ainda pelos auditores Antônio Pontes de Aguiar Filho, Mariana Costa Heluy, Wallace Lago Serra, Bruno Leonardo M. Diaz, Liana Kelly Matos N. Santos, George Cabral Cardoso e Edno Pereira Marques, com Regina Célia Silva Carvalho na secretaria geral.
O TJD-MA é responsável pelo julgamento de infrações disciplinares no âmbito do futebol profissional e amador do estado, atuando em conformidade com as normas da Confederação Brasileira de Futebol e da Federação Maranhense de Futebol.
Com as posses de hoje, a nova gestão avança na consolidação de sua estrutura, reafirmando o compromisso com a ética, a transparência e a justiça desportiva maranhense.
CIM pede esclarecimentos à Vale sobre internet no trem.
O Consórcio Intermunicipal Multimodal (CIM) encaminhou um ofício à Vale solicitando esclarecimentos sobre o funcionamento do serviço de internet Wi-Fi disponibilizado no Trem de Passageiros da Estrada de Ferro Carajás.
A iniciativa foi tomada pelo presidente do CIM, prefeito Didi do PP, que tem acompanhado as demandas dos usuários do transporte ferroviário e buscado melhorias na prestação do serviço.
O documento, enviado à gerente de Relações Institucionais da Vale no Maranhão, Giselly Pinto, destaca que o Consórcio recebeu diversas reclamações de usuários informando que a conexão estaria permitindo apenas o acesso ao aplicativo WhatsApp, impossibilitando a utilização de outros aplicativos como Instagram, Facebook, TikTok, X (antigo Twitter), entre outros que também são meios de comunicação, além da impossibilidade de utilizar aplicativos bancários.
No ofício, o CIM solicita que a empresa esclareça quais aplicativos, sites e plataformas estão atualmente liberados para acesso, os motivos de eventuais restrições e se essas limitações são temporárias, além de questionar a possibilidade de ampliação do serviço para garantir acesso mais amplo à internet.
Segundo o Consórcio, as informações são importantes para que a instituição possa prestar esclarecimentos aos passageiros e acompanhar a qualidade do serviço oferecido, contribuindo para mais transparência e melhores condições de acesso à internet durante as viagens.
Pedido do advogado Thiago Silva Cruz contra Daniel Leite foi feito pelas redes sociais.
Por meio de suas redes sociais, o advogado Thiago Silva Cruz, defendeu esta semana o urgente afastamento do advogado Daniel de Faria Jerônimo Leite, dos quadros da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) Seccional Maranhão.
De acordo com Thiago, o advogado Daniel não possui mais condições morais de continuar com a carteira da OAB.
“Situação grave para a classe dos advogados, especialmente dos advogados e advogadas maranhenses, tendo em vista que um advogado público teria sido laranja do escândalo do Banco Master. A sua postura não se coaduna com função essencial à justiça que nossa Constituição prescreveu aos advogados. Gostaria de saber como irá proceder V. Sa. Kaio Saraiva haja vista se fato público e notório.” escreveu.
Thiago Silva Cruz completou: “É necessário e urgente afastá-lo de poderes decisórios dentro da OAB, sob pena de se aplicar dois pesos e duas medidas.”
Daniel Leite foi Procurador Geral do Estado no governo Jackson Lago é procurador de carreira do Município de São Luís e foi membro do TRE-MA indicado pela OAB-MA, para o biênio 2015/2016. Hoje, Daniel Leite é um dos três Conselheiros Federais da OAB-MA.
– Caso Banco Master
Em fevereiro deste ano, Daniel Leite ganhou visibilidade na mídia nacional quando a jornalista Camila Bomfim, do G1, trouxe à tona que a Polícia Federal (PF) abriu um inquérito para investigar suspeitas de gestão fraudulenta no Banco de Brasília (BRB) e descobriu que o dono do banco Master, Daniel Vorcaro, se valeu de seu próprio advogado, Daniel Leite, na complexa rede para dificultar o rastreamento de que era ele, Vorcaro, o acionista do BRB.
Segundo a investigação da Kroll, contratada pelo BRB, Daniel Leite adquiriu do fundo Asterope 8,6 milhões de ações ordinárias e 2 milhões de ações preferenciais do banco no valor de R$ 90,5 milhões. A aquisição seria incompatível com o patrimônio do advogado e procurador. Para tornar-se acionista do BRB, fez um empréstimo de R$ 93,7 milhões com a Qista, apontada como integrante do ecossistema do Master.
– Operação Sem Desconto
E, esta semana, mais uma vez Daniel Leite ganhou holofotes. É que foi um dos alvos de mais uma fase da Operação Sem Desconto, autorizada pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF) que deu aval para a Polícia Federal fazer buscas e apreensões contra nove pessoas na investigação que apura fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) por meio de descontos indevidos em aposentadorias e pensões.
Deflagrada pela Polícia Federal (PF), a nova fase apura suspeitas de participação dos investigados em atos de lavagem de dinheiro que teriam como beneficiário o senador Weverton Rocha (PDT-MA). A decisão foi tomada na Petição (Pet) 16435.
Lourdinha Pereira toma posse no Senado no lugar de Ana Paula Lobato.
O Senado empossou nesta quarta-feira (5) Lourdinha Pereira (PSB-MA), suplente da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), que pediu licença temporária do mandato.
Maria de Lourdes Pereira e Pereira é ex-vereadora do município de Coroatá (MA), com vários mandatos exercidos na cidade e histórico de atuação como presidente da Câmara Municipal.
A nova senadora foi empossada na sala de audiências da Presidência do Senado. A cerimônia foi acompanhada pela senadora Leila Barros (PDT-DF), que representou o presidente Davi Alcolumbre.
Após prestar compromisso regimental, Lourdinha prometeu atuação firme em defesa do Maranhão, no fortalecimento dos municípios, da saúde e da educação. Também defendeu a criação de oportunidades para a juventude do interior e a presença das mulheres em espaços de decisão.
— Recebo a missão com grande senso de responsabilidade. Sou de Coroatá e trago comigo a experiência de quem aprendeu a fazer política perto das pessoas, ouvindo comunidades, vereadores, prefeito e famílias que todos os dias procuram o poder público em busca de respostas — afirmou.
No Senado, o suplente assume temporariamente o cargo quando o titular vira ministro, governador, secretário estadual, secretário municipal de capital ou chefe de missão diplomática temporária. Isso também ocorre em licenças do titular do cargo para tratamento médico por mais de 120 dias.
O deputado estadual Eric Costa voltou a demonstrar seu compromisso com a valorização dos conselheiros tutelares do Maranhão ao acompanhar de perto o processo de liberação da Bolsa Estadual referente ao mês de julho.
Em busca de agilidade no pagamento do benefício, o parlamentar reuniu-se com o secretário de Estado do Desenvolvimento Social, Lívio Corrêa, e com o coordenador Valmir, para tratar dos trâmites administrativos necessários à liberação dos recursos.
A expectativa é de que o pagamento seja efetuado até o início da próxima semana.
Autor de iniciativas voltadas ao fortalecimento da atuação dos conselheiros tutelares, Eric Costa destacou que tem mantido diálogo permanente com o Governo do Estado para garantir que o benefício seja pago dentro do menor prazo possível.
“Estamos acompanhando todo o procedimento para que esse recurso seja logo concedido a todos vocês, conselheiros tutelares do Maranhão. Vocês podem sempre contar comigo, contar com o trabalho e o mandato do deputado Eric Costa. Nosso compromisso é continuar defendendo essa categoria, que desempenha um papel essencial na proteção das nossas crianças e adolescentes”, afirmou.
A ata dessa Assembleia Geral Extraordinária, que contou com a presença e/ou representação de 47 sócios plenos aptos a votar, foi devidamente registrada em cartório nesta quarta-feira
Klaus Lopes da Silva (presidente), Josué de Sousa Barreto Neto (tesoureiro) e Vitor Melo Silva Santos (secretário-geral) formam a nova junta governativa do Sampaio Corrêa.
Uma Assembleia Geral Extraordinária, realizada pelos sócios plenos do Sampaio Corrêa, afastou toda a diretoria do clube, que era presidida por Sergio Frota e e anulou a última eleição realizada (mandato 2026-2029).
Na mesma Assembleia, realizada no dia 28 de junho, na sede social do Sindicato dos Servidores do DETRAN, no bairro Turu, em São Luís, foi eleita uma junta governativa composta por três sócios plenos: Klaus Lopes da Silva (presidente), Josué de Sousa Barreto Neto (tesoureiro) e Vitor Melo Silva Santos (secretário-geral).
A ata dessa Assembleia Geral Extraordinária, que contou com a presença e/ou representação de 47 sócios plenos aptos a votar, foi devidamente registrada em cartório nesta quarta-feira (5 de agosto), fato que oficializou a mudança no comando institucional da centenária Bolívia Querida.
Com o documento oficial em mãos, os novos dirigentes realizaram, na noite desta mesma quarta-feira (5 de agosto), uma reunião com sócios plenos, representantes das torcidas organizadas Tubarões da Fiel, Brava Bolívia e a Velha Guarda Tricolor, além de integrantes dos movimentos Fora Frota e O Sampaio é do Povo.
O objetivo é acelerar o processo de transição, com novas eleições em até 30 dias. A medida busca garantir uma transição que preserve e pacifique a instituição, incluindo a relação da nova diretoria com a sua enorme torcida.
O ex-vice-presidente do Sampaio Corrêa, o advogado Perez Paz, não pôde votar na Assembleia que afastou a antiga diretoria, presidida por Sergio Frota. No entanto, ele recuperou seus direitos no clube, pois a mesma reunião dos sócios plenos anulou os atos de perseguição interna praticados contra ele.
Um detalhe que interessa à torcida boliviana e que chama a atenção: a eleição que reconduziu Sergio Frota, pela última vez, ao comando do Sampaio contou com a participação de apenas 16 sócios.
Após uma exaustiva discussão entre os dois partidos integrantes da Federação União Progressista, formandos pelo União Brasil e PP, ficou acertado na noite desta quarta-feira (04) que o partido terá apenas uma candidato ao Senado, André Fufuca.
Para o Palácio dos Leões a Federação decidiu ficar neutra, contudo, para efeito de escolha dos suplentes foi preciso coligar com o partido PSDB, que indicou Fernando Fialho como primeiro suplente de Fufuca, ele é sogro do deputado federal Juscelino Filho, presidente estadual do ninho tucano.
O segundo suplente de Fufuca é o Sargento Barbosa, do Progressista.
Quem saiu perdendo foi o prefeito da segunda maior cidade do Maranhão, Rildo Amaral, que não teve o nome da esposa, Perla Amaral, aceito para disputar o cargo de primeiro suplente de senador.