15
set

Eleição da Mesa Diretora da Câmara de São Luís acontece às 9h do próximo dia 1º de outubro; Veja o placar, até agora 

A disputa terá dois nomes à presidência: Beto Castro que até o momento possui 21 votos e o Vereador Marquinhos com cinco votos; outros cinco vereadores ainda não se posicionaram.

Placar parcial até esta data, 15 de setembro de 2026.
Placar parcial até esta data, 15 de setembro de 2026.

Faltando apenas duas semanas para o dia da eleição que definirá os novos comandantes da Mesa Diretora de São Luís visando o biênio 2027-2028, o Blog do Domingos Costa fez a apuração do resultado parcial dessa disputa que acontecerá no próximo dia 1º de outubro, pontualmente as 9h.

Até agora, são dois candidatos a presidente da Câmara: Beto Castro (Avante) e Marquinhos (União).

Beto soma 21 declarações de apoio públicos:  Wendell Martins (Podemos), Octávio Soeiro (PSB), Thyago Freitas (PRD), Paulo Victor (PSB), Romeo Amim (PRD), Daniel Oliveira (PSD), Cleber Verde Filho (MDB), Fábio Macedo Filho (Podemos), Marlon Botão (PSB), Marcelo Poeta (PSB), Raimundo Penha (PDT), Andrey Monteiro (PV), Édson Gaguinho (PP), , Antônio Garcês (PP), Coletivo Nós (PT), Marcos Castro (PSD), Raimundo Júnior (Podemos), Astro de Ogum (PCdoB) e Rosana da Saúde (Republicanos) e Concita Pinto (PSB).

Marquinhos tem até agora quatro votos: Clara Gomes (PSD), Aldir Júnior (PL), Thay Evangelista (UP) e Professora Magnólia (UP).

Outros cinco vereadores ainda não se posicionaram, são eles, Douglas Pinto (PSD),  Nato Júnior (PDT), Dr. Joel (PSD), André Campos (UP) e Flávia Bertiher (PL).

Há um movimento visando levar esses cinco “indecisos” para Marquinhos, caso acontece, o placar ficará 21×10. Mas, por hora, o placar é 21×05.


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15
set

Saiba quem são os quatro agiotas de Imperatriz alvos de operação do Gaeco “arrolados” com empreiteiros da Secretaria de Infraestrutura

R$ 621 MILHÕES: Os alvos foram identificados pelos nomes de “Janus”, que é dentista – filho do Cichão contador; “Nilsinho” que é Pecuarista e, também,  o empresário “Dourado” que também atua no ramo da Pecuária; e, por último, “Carlinho da Garagem”, todos conhecidos agiotas com atuação na Região Tocantina.

Carros de luxo apreendidos durante a Operação Faenerator em Imperatriz. 
Carros de luxo apreendidos durante a Operação Faenerator em Imperatriz. 

O Ministério Público do Estado do Maranhão deflagrou, nesta terça-feira, 15, a Operação Faenerator, que cumpriu mandados e buscas e apreensão contra investigados pela prática de agiotagem, lavagem de dinheiro, organização criminosa e crimes contra a Administração Pública. As diligências foram realizadas em Imperatriz, João Lisboa e Buritirana, incluindo residências, sedes de empresas e propriedades rurais relacionadas aos investigados.

Além das buscas e apreensões, decisão judicial autorizou bloqueio e indisponibilidade de bens e valores de até R$ 621.455.220,00.

Conforme apuração do Blog do Domingos Costa, os alvos foram identificados pelos nomes de “Janus”, que é dentista – filho do Cichão contador; “Nilsinho” que é Pecuarista e, ainda,  o empresário “Dourado” que também atua no ramo da Pecuária; e, por último, “Carlinho da Garagem”, todos conhecidos agiotas com atuação na Região Tocantina.

A ação é realizada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas do MPMA (Gaeco) – Núcleo Regional de Imperatriz, com apoio da Superintendência Estadual de Investigações Criminais da Polícia Civil (Seic), da Polícia Militar e da Coordenadoria de Assuntos Estratégicos e Inteligência (Caei) do MPMA. A atividade é respaldada em decisão da Vara Especial Colegiada dos Crimes Organizados.

Quanto aos bloqueios patrimoniais, incluem-se ativos financeiros, imóveis, veículos, aeronaves, embarcações e outros bens, bem como autorização para extração e análise de dados dos dispositivos eletrônicos apreendidos.

Sobre a operação 

A Operação Faenerator é resultado do aprofundamento e do cruzamento de elementos reunidos com as operações Regalo, Timoneiro e Pavimentum, realizadas anteriormente pelo Gaeco para apurar irregularidades envolvendo recursos públicos e empresas contratadas no âmbito da Secretaria Municipal de Infraestrutura de Imperatriz (Sinfra).

Os alvos fazem parte de um núcleo financeiro suspeito de atuar no financiamento de empresas envolvidas em contratos e obras públicas no Município de Imperatriz, inclusive empreiteiras anteriormente investigadas por desvios de recursos da Sinfra. Elementos indicam que a prática dos delitos acontece, pelo menos, desde 2017.

De acordo com as investigações, o grupo fornecia recursos aos empresários por meio de empréstimos com cobrança de juros e, paralelamente, utilizava pessoas físicas, empresas e diferentes operações financeiras e patrimoniais para ocultar e dissimular a origem e a circulação dos valores.

Os dados e provas colhidas apontam que o grupo, além de fornecer de forma sistemática capital a empreiteiros locais por meio da agiotagem, também participava de mecanismos destinados à ocultação e lavagem de recursos de origem ilícita.

– Método utilizado

Empreiteiras procuravam o grupo quando necessitavam de disponibilidade imediata de recursos para iniciar obras, manter o fluxo de caixa ou cumprir compromissos financeiros. O capital era concedido sem garantias formalmente constituídas, mediante cobrança de juros que variavam entre 3,5% e 4% ao mês, além de encargos calculados em caso de atraso. Como garantia, eram utilizados cheques e notas promissórias que permaneciam fora do sistema bancário e funcionavam como instrumentos físicos de controle das dívidas.

A investigação identificou movimentações financeiras consideradas incompatíveis com a atividade econômica declarada por algumas das empresas relacionadas ao grupo. Em um dos casos, uma clínica odontológica declarou faturamento médio mensal de aproximadamente R$ 13 mil; no entanto, movimentou R$ 143,8 milhões entre 2019 e 2024.

Dentre os mecanismos destinados a dificultar o rastreamento dos recursos, estão a utilização de transferências bancárias, PIX, depósitos fracionados, contas de passagem, pessoas interpostas e saques em espécie.

A lavagem de dinheiro também inclui a reinserção de valores na economia formal com a aquisição e comercialização de bens móveis, incluindo carros de luxo e veículos pesados, aeronaves, helicópteros, embarcações e imóveis rurais. As apurações também apontam pagamentos de obrigações de natureza pessoal relacionadas a agentes públicos e Pessoas Expostas Politicamente (PEPs).

– Bloqueio 

O mandado judicial deferiu medidas de bloqueio e indisponibilidade de bens com o valor limite de R$ 621.455.220,00. A medida faz parte da estratégia de descapitalização da estrutura investigada e de preservação patrimonial. O Gaeco está apurando o montante de bens apreendidos e outras diligências.

O nome da operação deriva do termo latino faenerator, que significa “agiota” ou “usurário”, em referência à pessoa que empresta dinheiro mediante a cobrança de juros.


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15
set

Duas decisões do TCE-MA: 11 licitações de Godofredo Viana são consideradas ilegais e multa de gestores é corrigida

Shirley Viana Mota, conhecido como Sissi Viana, ex-prefeito de Godofredo Viana.

Duas decisões do Tribunal de Contas do Estado do Maranhão (TCE-MA) envolvendo a Prefeitura de Godofredo Viana apontaram problemas na condução de 11 licitações realizadas em 2021 e, posteriormente, corrigiram o valor de uma das multas aplicadas aos responsáveis.

O primeiro julgamento teve como alvo o então prefeito Shirley Viana Mota, conhecido como Sissi Viana e Danilo Silva, presidente da Comissão de Licitação. A representação do Núcleo de Fiscalização II apontou que editais dos pregões não foram disponibilizados adequadamente no site oficial do município e que informações de fiscalização também foram enviadas fora do prazo ao SACOP.

O TCE-MA rejeitou as justificativas da defesa e considerou que não foi comprovada a efetiva publicidade dos atos. Os 11 pregões foram declarados ilegais e antieconômicos.

Na decisão, foram aplicadas duas multas: R$ 6,6 mil pelo atraso no envio das informações ao SACOP e R$ 5 mil pela violação às regras de transparência.
Segunda decisão corrige valor da multa

O caso voltou ao plenário após a Secretaria do TCE-MA identificar um erro material na publicação do acórdão. Embora o voto aprovado pelos conselheiros tivesse estabelecido multa de R$ 5 mil pela falta de transparência, o valor publicado inicialmente apareceu como R$ 2 mil.

Na Decisão PL-TCE nº 532/2026, o Tribunal determinou a correção do acórdão para que conste o valor correto de R$ 5 mil, conforme havia sido aprovado originalmente.

Além da correção, o TCE-MA determinou a republicação do acórdão e a devolução do prazo para recurso a Shirley Viana Mota e Danilo Silva, garantindo o contraditório e a ampla defesa.

A primeira decisão foi relatada pelo conselheiro Joaquim Washington Luiz de Oliveira, enquanto a decisão que corrigiu a multa teve como relator o conselheiro-substituto Antônio Blecaute Costa Barbosa.

A decisão de correção foi tomada em 5 de agosto de 2026 e publicada na edição nº 3089/2026 do Diário Oficial Eletrônico do TCE-MA, em 10 de setembro de 2026.

15
set

Dois servidores entram na mira do MPMA por suspeita de acúmulo de cargos e falta de cumprimento de jornada em São Luís Gonzaga

O Ministério Público do Maranhão (MPMA) abriu um Inquérito Civil para investigar irregularidades envolvendo a acumulação de cargos públicos e o cumprimento da jornada de trabalho de dois servidores municipais de São Luís Gonzaga do Maranhão.

A apuração envolve Marilene de Sousa Jerônimo Apoliano e Sílvio Antônio Chagas Apoliano e teve origem na Notícia de Fato nº 001951-509/2026, instaurada em março deste ano.

Segundo a portaria, os fatos ainda não estão suficientemente esclarecidos. Por isso, o Ministério Público decidiu aprofundar a investigação para verificar se os servidores mantêm vínculos públicos que possam configurar acumulação irregular e se estão cumprindo efetivamente as respectivas jornadas de trabalho.

Para esclarecer a situação, o MPMA requisitou à Secretaria Municipal de Cultura cópia do ato administrativo que teria designado ou remanejado Marilene Apoliano para atuar na pasta, além das folhas de frequência referentes a 2025 e ao ano de 2026.

Já à Secretaria Municipal de Educação, o Ministério Público solicitou os registros de frequência de Sílvio Antônio Chagas Apoliano, que ocupa o cargo de motorista, também referentes aos exercícios de 2025 e 2026.

As secretarias terão 10 dias úteis para encaminhar a documentação solicitada.

A investigação é conduzida pelo promotor de Justiça Rodrigo Freire Wiltshire de Carvalho, titular da Promotoria de Justiça de São Luís Gonzaga do Maranhão.

A portaria foi publicada no Diário Eletrônico do Ministério Público do Maranhão em 14 de setembro de 2026.

15
set

Denúncia de pulverização de agrotóxicos sobre assentamento leva MPMA a abrir investigação em Açailândia

Imagem ilustrativa.

O Ministério Público do Maranhão (MPMA) abriu Inquérito Civil para investigar denúncias de pulverização aérea de agrotóxicos nas proximidades e diretamente sobre o Assentamento Planalto I, em Açailândia. O caso envolve suspeitas de danos ambientais, riscos à saúde dos moradores e prejuízos às famílias de agricultores.

Segundo a representação apresentada pela Rede de Agroecologia do Maranhão (RAMA), as pulverizações teriam ocorrido nos dias 7 e 8 de março de 2026. Os relatos apontam ainda para uma suposta intoxicação aguda de uma criança que mora no assentamento.

A denúncia também relata severos danos às lavouras de subsistência de 19 famílias, que teriam sido atingidas pela deriva dos defensivos agrícolas utilizados na aplicação aérea.

O MPMA considera que, em tese, a pulverização de agrotóxicos sobre áreas habitadas pode contrariar as regras de segurança da atividade aeroagrícola, que estabelecem distância mínima de 500 metros de povoações e moradias.

Diante da gravidade dos fatos, a Promotoria determinou o aprofundamento da investigação, com diligências técnicas especializadas para dimensionar os possíveis danos ambientais e à saúde pública e identificar os responsáveis pela operação, incluindo empresa operadora, piloto, responsável técnico e proprietário da lavoura.

O Inquérito Civil é conduzido pelo promotor de Justiça Thiago Cândido Ribeiro, da 3ª Promotoria de Justiça Especializada de Açailândia. A investigação ainda deverá esclarecer a extensão dos danos e eventual responsabilidade civil, administrativa e criminal dos envolvidos.

A Portaria nº 19/2026 foi assinada e publicada no Diário Eletrônico do MPMA em 14 de setembro de 2026.

15
set

MPMA apura denúncias de excesso na folha da Câmara e possível inchaço de dados da Saúde em São Luís Gonzaga

Emanoel Carvalho Filho, prefeito de São Luís Gonzaga do Maranhão.

O Ministério Público do Maranhão (MPMA) abriu duas frentes de investigação em São Luís Gonzaga do Maranhão após denúncias anônimas envolvendo a folha de pagamento da Câmara Municipal e registros de profissionais da Saúde no sistema InvestSUS.

Em um dos casos, a denúncia aponta que a Câmara Municipal teria ultrapassado o limite constitucional de gastos com folha de pagamento durante o ano de 2025.

O MPMA informou que os fatos ainda não estão suficientemente esclarecidos e, diante do encerramento do prazo da Notícia de Fato, determinou a conversão do procedimento em Inquérito Civil.

A apuração ficará sob acompanhamento da Promotoria de Justiça de São Luís Gonzaga, que aguarda relatório da Assessoria Técnica da Procuradoria-Geral de Justiça para auxiliar na análise da denúncia.

A segunda investigação envolve uma denúncia de suposto “inflamento” da folha de pagamento do município no sistema InvestSUS. O caso também foi transformado em Inquérito Civil para verificar se existem inconsistências nos dados registrados.

Para esclarecer a suspeita, o MPMA requisitou à Secretaria Municipal de Saúde, no prazo de 10 dias, a relação completa dos profissionais de enfermagem cadastrados e exportados no InvestSUS entre dezembro de 2024 e janeiro de 2026, além dos respectivos contracheques do período.

Os dois procedimentos são conduzidos pelo promotor de Justiça Rodrigo Freire Wiltshire de Carvalho, titular da Promotoria de Justiça de São Luís Gonzaga do Maranhão. As denúncias ainda estão em fase de apuração e não representam, por si só, comprovação de irregularidades.

As portarias foram assinadas em 30 de agosto de 2026 e publicadas no Diário Eletrônico do MPMA em 11 de setembro de 2026.

14
set

São Raimundo das Mangabeiras reúne lideranças em encontro político com foco no futuro do Sul do Maranhão

Márcio Coelho, Gleydson Rezende e Lahesio Bonfim participam de encontro político no Sul do Maranhão.

Em São Raimundo das Mangabeiras, 11 de setembro de 2026 — sexta-feira. O município foi palco de um grande encontro político que reuniu em praça pública lideranças, apoiadores e moradores em uma noite marcada por entusiasmo e pela defesa de novas perspectivas para o Sul do Maranhão.

O evento, que teve características de encontro público e comício, contou com a presença do candidato a deputado federal Márcio Coelho com número 2002, natural da região, e do candidato a deputado estadual Gleydson Resende de número 15.700, ex-prefeito de Barão de Grajaú. Também estiveram presentes o candidato ao Senado Lahesio Bonfim (300) e Rubem Brito, padrinho político de Márcio Coelho, que discursou durante o encontro.

Lahesio Bonfim 300 chega ao cenário político estadual com uma trajetória construída no município de São Pedro dos Crentes, onde exerceu o cargo de prefeito e conquistou a reeleição com expressiva aprovação popular.

Em 2022, também disputou o Governo do Maranhão, em uma candidatura que o projetou para além da política municipal e ampliou sua presença no cenário estadual. A eleição daquele ano foi vencida por Carlos Brandão no primeiro turno, no entanto Lahesio Bonfim havia recebido 857.744 votos, ficando em segundo lugar na trajetória.

O evento, especialmente voltado para Márcio Coelho e Gleydson Resende, que defenderam uma maior participação do Sul do Maranhão nas decisões políticas do estado e do país.

Natural da região, Márcio Coelho apresentou sua candidatura à Câmara Federal como uma oportunidade de levar para Brasília as demandas de municípios que, segundo a proposta defendida durante o evento, precisam de uma representação mais próxima de sua realidade, tendo em vista que na eleição passada Márcio foi candidato a prefeito e conhece de perto a realidade do povo.

Ao lado de Gleydson Rezende, Márcio reforçou a importância de uma atuação conjunta entre as esferas estadual e federal. A intenção é transformar demandas históricas em pautas capazes de atrair investimentos, fortalecer a infraestrutura, estimular a produção e ampliar as oportunidades para a população.

Gleidson Rezende, que também discursou, já administrou Barão de Grajaú, destacou sua experiência na gestão municipal por 3 vezes e a importância de uma representação estadual conectada às necessidades dos municípios. A presença dos dois candidatos simbolizou, durante o encontro, a busca por uma articulação regional mais forte.

Com os números 2002 para Márcio Coelho, 15700 para Gleidson Rezende e 300 para Laésio Bonfim, os candidatos apresentaram suas propostas diante de um público mobilizado e em clima de confiança.

A noite também serviu para reforçar uma mensagem que ganhou força entre as lideranças presentes: o Sul do Maranhão e o sertão tem potencial para crescer ainda mais e precisa ter voz nos espaços onde são definidas as políticas públicas e os investimentos que impactam diretamente a vida da população.

Para São Raimundo das Mangabeiras e os municípios vizinhos, o encontro representou uma perspectiva de união regional e de construção de novos caminhos. A expectativa defendida pelas lideranças é que uma representação política mais próxima possa contribuir para transformar o potencial econômico e produtivo da região em desenvolvimento, emprego, infraestrutura e novas oportunidades.

14
set

José Sarney é internado com pneumonia em São Luís

Ex-presidente José Sarney.

O ex-presidente José Sarney, de 96 anos, foi internado na tarde deste domingo (13/9) no UDI Hospital, em São Luís, com um quadro de infecção respiratória diagnosticada como pneumonia.

Segundo boletim médico divulgado pelo hospital, Sarney apresenta condição clínica estável, está com a pressão arterial controlada e permanece “em ar ambiente e em tratamento com antimicrobianos venosos”.

Em nota divulgada, o UDI Hospital, da Rede D’Oro informou que Até o momento, não há previsão para que o ex-presidente deixe o hospital.

14
set

Ex-vereador Júnior do Mojó está foragido após justiça mandar ele cumprir 9 anos e 6 meses prisão em regime fechado

A condenação que agora resultou na ordem de prisão contra Mojó nasceu de um processo  de 2012; Ele e Elias Orlando Nunes Filho foram denunciados por envolvimento em fraudes relacionadas ao uso de documento falso e falsidade ideológica em negócios imobiliários.

Ex-vereador de Paço do Lumiar, Edson Arouche Júnior, conhecido popularmente como "Júnior do Mojó", está foragido pela segunda vez; a primeira foi em 2012.
Ex-vereador de Paço do Lumiar, Edson Arouche Júnior, conhecido popularmente como “Júnior do Mojó”, está foragido pela segunda vez; a primeira foi em 2012.

O ex-vereador pelo município de Paço do Lumiar, Edson Arouche Júnior, conhecido popularmente como “Júnior do Mojó” é considerado foragido pela justiça maranhense.

Contra Júnior do Mojó foi expedido um mandado de prisão definitiva para cumprir 9 anos e 6 meses de reclusão em regime fechado, além de 159 dias-multa. A ordem parte da 2ª Vara Criminal de São José de Ribamar e decorre de condenação transitada em julgado pelos crimes de falsificação de documento público, uso de documento falso e falsidade ideológica.

Essa não é a primeira vez que Mojó fica foragido da justiça, em setembro de 2012, Júnior foi preso no bairro do Jabaquara em São Paulo, quando estava acompanhado da sua esposa, Mary Janne Ferreira Gomes. Na época, ele estava foragido desde outubro de 2011, acusado de ser o principal suspeito de ter mandado assassinar o empresário Marggeon Andrade, acontecida em 14 de outubro de 2011, no bairro Araçagi, em São José de Ribamar.

– Relação política 

Na carreira política, Mojó foi eleito vereador de Paço do Lumiar em 2008, mas em fevereiro de 2012, quando já era apontado como foragido, foi afastado do exercício do mandato, no mês seguinte, renunciou ao cargo.

Ele marido da atual vereadora Mary do Mojó, candidata a deputada federal que recebeu nestas eleições R$ 1,3 milhões do seu partido, o PL.

Politicamente, Júnior é liado ao deputado federal Josimar Maranhãozinho, presidente estadual do PL.

– Assassinato de Marggion Andrade

Marggion Andrade foi assassinado no dia 14 de outubro, com um tiro de revólver na nuca, quando chegava com o almoço de Roubert Sousa dos Santos, o Louro, contratado para vigiar o seu terreno, localizado à Rua Bonanza, no Araçagi. Enquanto o caseiro distraía a vítima, Alex de Sousa se aproximou pelas costas do empresário e o alvejou. A dupla contou com ajuda do menor, que vigiava o local. No terreno, os criminosos já haviam preparado a cova, na qual o corpo foi encontrado, na manhã do dia seguinte.

De acordo com as investigações, o crime foi motivado por uma disputa pela propriedade do terreno, que já era legalmente de Marggion Andrade, mas que foi revendido pela Imobiliária Territorial, por meio de documentos falsos, a mais quatro clientes. O empresário assassinado, portanto, conforme garantiu a polícia, foi o primeiro comprador legal do lote e até iniciara a construção de uma casa, apesar das frequentes ameaças de morte que recebia, atribuídas no inquérito aos sócios da imobiliária.

O outro acusado como autor intelectual é o corretor de imóveis Elias Orlando Nunes Filho, que chegou a ser preso, passou menos de 24 horas na prisão, mas acabou fugindo.

– Detalhes da atual condenação por uso de documento falso e falsidade ideológica

Até hoje, Júnior do Mojó nunca foi a juri popular pela morte de Marggion Andrade. Ele conseguiu junto a seus advogados “travar” o processo na justiça.

Importante destacar que o processo de homicídio envolvendo Marggion Andrade é diferente da ação por falsidade documental que gerou o atual mandado de prisão.

A condenação que agora resultou na ordem de prisão nasceu de um processo iniciado em 2012. Segundo os autos, Júnior do Mojó e Elias Orlando Nunes Filho foram denunciados por envolvimento em fraudes relacionadas a documentos e negócios imobiliários. Em 2019, Júnior foi condenado inicialmente a 11 anos de prisão pelos crimes de estelionato, falsificação de documento público, uso de documento falso e falsidade ideológica.

O Tribunal de Justiça do Maranhão reconheceu posteriormente a prescrição apenas do estelionato, mas manteve as condenações pelos três crimes de falsidade. A pena definitiva de Júnior do Mojó ficou estabelecida em 9 anos e 6 meses de reclusão. Ao analisar o recurso apresentado pela defesa, o Superior Tribunal de Justiça registrou que o acórdão do TJMA apontou a existência de “robusta prova documental e testemunhal” sobre o envolvimento direto dos acusados na fraude. Em março de 2026, a Sexta Turma do STJ rejeitou, por unanimidade, o último agravo apresentado pelo ex-vereador.

A defesa ainda tentou impedir a prisão alegando que os crimes também estariam prescritos. O argumento se apoiava na demora entre o recebimento da denúncia, em setembro de 2012, e a publicação da sentença no Diário da Justiça, ocorrida somente em 2021. A juíza Ana Gabriela Costa Everton, entretanto, fixou como marco interruptivo o dia 14 de agosto de 2020.

Entre o recebimento da denúncia e a publicidade reconhecida pela Justiça transcorreram 7 anos, 10 meses e 26 dias. Faltava pouco mais de um mês para completar o prazo prescricional de oito anos. Júnior do Mojó esteve perto de conseguir a extinção da punibilidade, mas a tese não prosperou. Com o trânsito em julgado certificado em 27 de março de 2026, a magistrada determinou a prisão definitiva, a expedição das guias de recolhimento, a comunicação ao Tribunal Regional Eleitoral e a cobrança das custas e da multa.


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14
set

Candidato Fábio Macedo 2020 intensifica agenda de campanha no Maranhão com passagem por 10 municípios

Fábio Macedo reúne lideranças e apoiadores em agenda por 10 municípios do Maranhão.

O candidato à reeleição para deputado federal pelo Maranhão, Fábio Macedo (2020), intensificou sua agenda de campanha ao longo dos últimos dias, percorrendo diferentes regiões do estado e fortalecendo alianças com lideranças políticas e comunitárias.

A programação começou na quarta-feira (9), em Peritoró, com a inauguração do comitê de campanha, que contou com a presença do prefeito Júnior e reuniu apoiadores em um momento de mobilização e demonstração de força política.

Na sexta-feira (11), Fábio Macedo esteve em Carolina, onde participou da inauguração de mais um comitê de campanha, e depois seguiu para Nova Colinas, em uma agenda organizada pelo amigo e liderança Francivaldo.

O dia foi encerrado em Estreito, também com inauguração de comitê, reforçando a presença do candidato na região e o trabalho de articulação que vem sendo construído junto às lideranças locais.

No sábado (12), a agenda seguiu por Riachão, onde Fábio participou de um encontro com produtores rurais, fortalecendo o diálogo com o setor produtivo e ouvindo as demandas de quem vive e trabalha no campo. À noite, o candidato esteve em Balsas para uma reunião política, dando continuidade às conversas com lideranças e apoiadores.
O domingo (13) foi marcado por uma extensa programação, com compromissos em Bom Jardim, Monção, Igarapé do Meio e finalizando em Pedro do Rosário, com uma reunião gigante organizada pelo prefeito Toca Serra e seu grupo político.

Em cada município, Fábio Macedo esteve ao lado de lideranças que vêm construindo apoio à sua caminhada, entre elas Adroaldo, Ivonete e Gilberto.

Com uma agenda marcada pela presença nos municípios do extremo sul ao extremo norte do Estado e pelo diálogo com diferentes setores da sociedade, Fábio Macedo segue ampliando sua caminhada rumo à reeleição.

Para o candidato, cada encontro representa uma oportunidade de ouvir as necessidades do Maranhão e renovar o compromisso de continuar trabalhando em Brasília por investimentos, melhorias e novas conquistas para os municípios maranhenses.

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