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Na manhã desta quinta-feira (09) uma mulher cuja identidade ainda não foi revelada morreu após ser atingida por um carro que desceu desgovernado em frente à Vila Talita, na MA 203, estrada no município de Raposa, na Região Metropolitana de São Luís.
Um vídeo de um estabelecimento gravou o momento que o motorista estacionou o veículo em frente à Villa Garden Buffet Premium e entrou numa padaria, deixando uma criança dentro do automóvel, em seguida, o carro segue desgovernado na avenida de descida, por cerca de 700 metros até atingir a vítima.
No vídeo é possível verificar o momento que o motorista corre desesperado atrás do carro já desgovernado. Ainda não se sabe se a criança desativou o freio de mão ou se o carro teria ficado sem os freios. O menor que estava no interior do veículo não sofreu lesão alguma e foi retirado do local por populares.
A vítima foi atingida pelas costas e sofreu ferimentos graves nas pernas e traumatismo craniano. Equipes de socorro foram acionadas e tentaram reanimá-la, mas ela não resistiu aos ferimentos e morreu ainda no local.
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Froz apoiou Duailibe para presidente…
O corregedor nacional de Justiça, ministro Mauro Campbell Marques, pediu novas informações ao Desembargador Ricardo Tadeu Bugarin Duailibe, presidente do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA) sobre a gestão dos depósitos judiciais mantidos no Banco de Brasília (BRB). A instituição financeira está no centro das investigações relacionadas ao Banco Master.
Em novo despacho, o ministro determinou a intimação do TJ-MA e de outros quatro tribunais estaduais para que informem, no prazo de 10 dias, se houve fatos novos ou relevantes desde as manifestações já apresentadas ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
Além da Maranhão, foram intimados os tribunais da Paraíba, Bahia e Alagoas, além do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT).
O pedido integra um procedimento aberto pelo CNJ no âmbito de uma representação que aponta possíveis movimentações atípicas envolvendo a administração de depósitos judiciais pelo BRB.
– Maranhão R$ 2,8 bilhões
No dia 21 de julho de 2025, o então Diretor Executivo de Atacado e Governo do Banco de Brasília – BRB, Diogo Ilário de Araújo Oliveira, assinou o contrato nº 85/2025 conjuntamente com Desembargador José de Ribamar Froz Sobrinho, presidente do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJ-MA) que também assinou o documento em outra data, 20 de agosto de 2025. No começo de abril de 2056, Diogo Ilário foi demitido do BRB, ele é um dos gestores ligados a ex-presidente BRB, Paulo Henrique Costa, preso pela Polícia Federal em abril em nova fase da Operação Compliance Zero deflagrada pela PF. Ilário integrava antiga gestão, investigada pelos negócios com o Banco Master que deram prejuízo bilionário ao BRB.
Do Tribunal de Justiça do Maranhão, foi retirado do Banco do Brasil uma carteira de R$ 2,8 bilhões relativo a depósitos judiciais, administrativos e fianças, bem como dos recursos destinados ao pagamento de precatórios e requisições de pequeno valor – RPV, toda a fortuna foi direto para o Banco de Brasília (BRB).
– Froz disse que ele é o responsável
Durante a sessão do Órgão Especial do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJ-MA) realizada no dia 28 de janeiro, o Desembargador presidente José de Ribamar Froz Sobrinho que assinou o contrato transferindo os quase R$ 3 bilhões para o BRB puxou toda a responsabilidade para ele e afirmou que qualquer agravante ele é o responsável.
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Empresária dona de clínica no bairro do Calhau, capital maranhense, é acusada de calote de mais de R$ 40 mil e expulsar sócia sem aviso prévio na frente de clientes.

Empresária dona de clínica em São Luís, Fernanda C. Reais é acusada de calote e expulsar sócia sem aviso prévio.
A empresária Fernanda Carvalho dos Reis (foto), dona da clínica “Donna Concept – Salon Premium Calhau”, localizado nas proximidade do Golden Shopping em São Luís, está sendo acusada de expulsar da sede da clínica, sem aviso prévio, sua sócia Raissa Natalia Costa Pinheiro Ribeiro, profissional autônoma no ramo da estética.
Além disso, Fernanda também está sendo apontada por não repassar valores de cerca de R$ 40 mil à Raissa, e ainda, impedir que a sócia adentrasse na Donna Concept para atender seus clientes que já a esperavam para atendimentos agendados.
Todo esse imbróglio faz parte de uma apuração do Blog do Domingos Costa, que teve acesso ao Processo Número 0836037-29.2026.8.10.0001, que tramita no 2º Juizado Especial Criminal de São Luís.
Conforme relatado pela vítima, na manhã do último dia 02 de maio de 2026, Raissa Natalia Costa Pinheiro Ribeiro, sua ex-sócia usou um advogado identificado por Ciro Rafael Santos como segurança privado para impedir sua entrada na clínica Donna Concept.
Raissa Natalia diz, ainda, que quando chegou ao seu ambiente de trabalho, o advogado Ciro Rafael segurou e empurrou a porta principal de entrada, impedindo sua entrada, mesmo assim, ela conseguiu com muito esforço físico adentrar na Donna Concept.
Já dentro da clínica, sob os olhares dos seus clientes agendados que esperavam no sofá da recepção, ela buscou uma explicação para o que estava acontecendo e ouviu do advogado Ciro, ainda na sala e na frente de todos os presentes, que existia ordens de Fernanda Carvalho dos Reis para não permitir que a profissional realizasse atendimentos de seus clientes na Donna Concept.
Entre os clientes de Raissa Natalia que esperavam e testemunharam a ação arbitrária e unilateral, estava a delegada de Polícia Civil do Maranhão, Viviane Fontenelle, entre outros que ficaram assustados e constrangidos com a situação.
Segundo Raissa, o motivo da “expulsão” da clínica sem aviso prévio é o fato dela ter comunicado à sua então sócia que iria ficar apenas mais dois meses no local e abrir seu próprio negócio.
“Ao comunicar sua intenção de encerrar a parceria, a querelada [Fernanda Carvalho dos Reis] passou a adotar condutas abusivas, culminando, no dia 02 de maio de 2026, em episódio de extrema gravidade, quando a querelante foi impedida de ingressar no estabelecimento por terceiro que se apresentou como advogado da empresa. Tal impedimento se deu de forma pública, na presença de diversos clientes que aguardavam atendimento previamente agendado, expondo a querelante a situação vexatória, constrangedora e altamente lesiva à sua imagem profissional. A abordagem foi marcada por excesso e desrespeito, havendo inclusive contato físico indevido, o que agrava substancialmente a ilicitude da conduta.” diz trecho dos fatos do processo judicial.
Ainda conforme Raissa, sua agora ex-sócia ficava com 35% dos seus atendimentos e ela com 65%, ocorre que antes mesmo de prestar contas, Fernanda Carvalho dos Reis não repassou a quantia em dinheiro esquivamente a mais de R$ 40 mil reais e, então, decidiu tomar a atitude truculenta contra ela.
“Além disso, a querelada [Fernanda] já havia recebido valores referentes aos atendimentos agendados, de modo que, ao impedir sua realização, causou prejuízo financeiro direto à querelante e frustração aos consumidores, ampliando os efeitos danosos da conduta. Diante desse cenário, resta evidente que a atuação da querelada extrapolou os limites do direito civil, ingressando na esfera penal em razão da coação, do constrangimento e da violação à dignidade profissional da querelante”, completa.
E acredite, após ficar devendo sua sócia e impedir que ela adentrasse na clínica para atender seus clientes, Fernanda Carvalho dos Reis ainda teve a audácia de procurar uma página de Instagram com milhares de seguidores em São Luís para “plantar “fake news” contra ex-sócia na tentativa de ridicularizar e tentar manchar a imagem e reputação da profissional. Esse caso também já foi judicializado e Raissa teve de gravar vídeo e publicar nas redes sociais para resguardar sua honra e credibilidade.
– Outro lado
O Blog do DC procurou a empresária Fernanda Reis para falar a respeito do assunto. O contato aconteceu por meio da conta da empresária no Instagram, contudo, assim que a primeira mensagem foi enviada, Fernanda tratou de bloquear este jornalista da sua rede social. Mesmo assim, o espaço permanece aberto para, caso queira, ela se pronunciar a respeito do assunto.
Também tentamos falar com o advogado Ciro Rafael Santos, entretanto, até a publicação deste post ele ainda não respondeu às mensagens enviadas.
– Outras “broncas”
Agora, o Blog do DC apura outras dezenas de processos e falta de pagamentos de fornecedores também envolvendo empresária Fernanda Carvalho dos Reis.
Algumas pessoas que procuraram nossa redação e pediram reservas em relação à identidade, sustentam que Fernanda era dona de uma empresa do ramo de logística e transporte, mas acabou decretando falência e deixando dezenas e mais dezenas de trabalhadores sem direitos trabalhistas.
A denúncia está em apuração…
jul

Imagem meramente ilustrativa…
Um dos maiores vendedores de notas fiscais frias do Maranhão, cujo nome da empresa possui “duas letras” e atua no ramo de transporte e locações, registrada no município de Colinas-MA, escapou por muito pouco da Operação Tântalo II, deflagrada pelo GAECO (Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas do Ministério Público do Maranhão) no dia 22 de dezembro de 2025, ocasião que foi preso um grupo de políticos e empresários acusado de desviar mais de R$ 56 milhões dos cofres públicos da prefeitura de Turilândia.
O dono da empresa conhecido pelo “nome de um pássaro” é sócio, amigo e fiel escudeiro de um dos principais alvos que foi preso durante a operação em Turilândia.
E para além disso, a empresa em questão possui contratos para locação de ônibus para o transporte escolar da prefeitura de Turilândia e, também, outros negócios obscuros com a gestão Paulo Curió. Contudo, o empresário com “nome de pássaro” passou intacto, até agora, pela operação do GAECO e sequer teve o nome citado.
Embora tenha escapado da Operação Tântalo II, a empresa com sede em Colinas possui contratos em nada menos de 20 prefeituras maranhenses, na maioria dessas prefeituras o esquema criminoso é sempre o mesmo: contrato selado por meio de ata de registro de preço para posterior venda de notas fiscais “frias”, aquelas as quais os serviços declarados surfaturados não são prestados ou os produtos discriminados não são entregues.
Além do aluguel de ônibus, a empresa também atua em locação de veículos pequenas e, também de máquinas, tudo de fachada, funciona apenas no papel.
E boa parte do dinheiro que é recebido na conta da empresa é oriundo do Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação), isto é, dinheiro federal, portanto, não demora para o “empresário com nome de pássaro” ser alcançado pela Polícia Federal…
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Flávio Furtado, prefeito de Duque Barcelar.
O Ministério Público do Estado do Maranhão instaurou um Inquérito Civil para investigar atos de improbidade administrativa praticados pela Prefeitura de Duque Bacelar.
A investigação tem como foco a suposta omissão da administração municipal na divulgação das folhas de pagamento dos servidores públicos no Portal da Transparência, além do descumprimento de requisições encaminhadas pelo próprio Ministério Público durante a fase preliminar das investigações.
De acordo com a Promotoria de Justiça, a apuração teve início por meio da Notícia de Fato SIMP nº 010255-509/2025, que reuniu elementos indicando que as informações relativas às despesas com pessoal da Prefeitura permanecem desatualizadas desde agosto de 2024, impedindo que a população acompanhe como os recursos públicos estão sendo utilizados com o pagamento dos servidores municipais.
Segundo o Ministério Público, a falta de atualização das folhas de pagamento viola a Lei de Acesso à Informação (Lei nº 12.527/2011) e afronta diretamente os princípios constitucionais da publicidade, da transparência e da legalidade, que obrigam os órgãos públicos a manterem informações de interesse coletivo permanentemente disponíveis para consulta da sociedade.
A investigação também aponta que, durante a tramitação da Notícia de Fato, a Prefeitura de Duque Bacelar teria deixado de atender de forma adequada às requisições ministeriais, deixando de encaminhar documentos e informações considerados essenciais para o esclarecimento dos fatos.
Para a Promotoria, essa conduta demonstra possível resistência à atividade fiscalizadora do Ministério Público e pode configurar violação aos princípios da administração pública previstos na Lei de Improbidade Administrativa.
Com o encerramento do prazo legal da Notícia de Fato e diante da necessidade de aprofundar as investigações, o Ministério Público decidiu converter o procedimento em Inquérito Civil, instrumento que permitirá a realização de novas diligências, coleta de provas e adoção de eventuais medidas judiciais ou extrajudiciais para responsabilização dos envolvidos.
O objetivo da investigação é apurar se houve omissão deliberada na divulgação das despesas com pessoal, verificar a responsabilidade dos gestores públicos e assegurar que o Portal da Transparência do Município passe a disponibilizar regularmente as folhas de pagamento e demais informações obrigatórias exigidas pela legislação.
O procedimento também busca proteger a moralidade administrativa e garantir o direito da população ao acesso às informações sobre a gestão dos recursos públicos, reforçando os mecanismos de transparência e controle social.
O Inquérito Civil foi instaurado para investigar o Município de Duque Bacelar, representado pela Prefeitura Municipal, e o prefeito Francisco Flávio Lima Furtado, apontado como responsável pela gestão das informações públicas.
A investigação é conduzida pela promotora de Justiça Paula Gama Cortez Ramos, titular da 1ª Promotoria de Justiça de Coelho Neto, autora da Portaria de Conversão da Notícia de Fato em Inquérito Civil.
A portaria foi publicada no Diário Eletrônico do Ministério Público do Estado do Maranhão, edição nº 132/2026, com disponibilização em 7 de julho de 2026 e publicação oficial em 8 de julho de 2026.
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Deoclides Antônio dos Santos Macedo, prefeito de Porto Franco.
O Ministério Público do Estado do Maranhão instaurou um Procedimento Administrativo de Acompanhamento e Fiscalização (PASS) para investigar irregularidades na reforma e manutenção do Ginásio de Esportes de Porto Franco.
A apuração envolve suspeitas de aplicação indevida de recursos públicos, falhas de transparência e destinação de bens pertencentes ao patrimônio municipal.
A investigação teve origem em representação apresentada pelo vereador Salomão Veras de Barros Filho, conhecido como Salomão Gere, que denunciou supostas irregularidades na execução da reforma do ginásio e questionou a utilização de recursos públicos na obra.
Durante vistoria realizada no local, o Ministério Público identificou diversas avarias estruturais, principalmente no telhado principal do ginásio. Também foi constatada a retirada completa de vasos sanitários e divisórias de um dos banheiros, sob a justificativa de que os materiais seriam destinados ao Parque de Exposição Alfredo Santos, que integra o patrimônio público municipal.
Segundo a portaria, já existia outro procedimento investigando os mesmos fatos após provocação dos vereadores Edidácio Lopes de Oliveira, Salomão Veras de Barros Filho e Francisco Farias Lopes, que questionaram a legalidade das despesas realizadas e a ausência de informações sobre a reforma no Portal da Transparência da Prefeitura.
Em sua defesa preliminar, o prefeito Deoclides Antônio dos Santos Macedo informou que a requalificação do ginásio teria sido executada de forma direta pela administração municipal, utilizando mão de obra própria e materiais adquiridos pelo município, razão pela qual não haveria contrato específico de reforma a ser divulgado no Portal da Transparência.
O Ministério Público também reuniu informações do Cartório de Registro de Imóveis do 1º Ofício de Porto Franco, que confirmou a inexistência de registro imobiliário em nome da Associação dos Produtores Rurais de Porto Franco (APROFRAN).
Depoimentos de representantes da associação e de ex-gestores municipais passaram a integrar a investigação para esclarecer a destinação de bens e recursos públicos relacionados ao caso.
Outro ponto que chamou a atenção da Promotoria foi a necessidade de detalhar os gastos realizados na manutenção do telhado do ginásio em 2023, especialmente serviços que podem ter sido executados pela empresa Madalena Marques Comércio Varejista e Atacadista Ltda. (Serralheria Águia).
Com a conversão da apuração em Procedimento Administrativo de Acompanhamento e Fiscalização, o Ministério Público pretende verificar a regularidade fiscal das despesas, a legalidade dos pagamentos efetuados, a existência de contratos de fornecimento de materiais e a correta preservação do patrimônio público municipal.
Entre as primeiras diligências determinadas estão o envio de ofícios ao Município de Porto Franco e à empresa Águia para que expliquem como foi realizada a manutenção da estrutura do telhado do ginásio e apresentem notas de empenho e comprovantes de pagamento.
Também foi requisitado à empresa Coutinho Material de Construções que informe se possui contrato ativo de fornecimento de materiais com o município desde 2022 e encaminhe cópia dos respectivos instrumentos contratuais.
O procedimento foi instaurado sob o SIMP nº 000035-269/2023 e é conduzido pelo promotor de Justiça Denys Lima Rêgo, responsável pela comarca de Porto Franco.
A portaria foi publicada no Diário Eletrônico do Ministério Público do Estado do Maranhão, edição nº 132/2026, com disponibilização em 7 de julho de 2026 e publicação oficial em 8 de julho de 2026.
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Quando ainda era governador do Maranhão, o hoje ministro do Supremo Tribunal Federal, Flávio Dino, rasgou elogios ao deputado federal Pedro Lucas Fernandes (União Brasil).
Conforme discurso de Dino em palanque, “Pedro Lucas é um dos melhores políticos do Maranhão na atualidade e será governador, senador ou que quiser”.
Hoje, na pré-campanha de 2026, Pedro Lucas é pré-candidato a Senador pelo Maranhão…
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Advogada Anna Graziella foi escolhida pelo presidente Lula para o TRE-MA…
Pessoa da extrema confiança da ex-governadora do Maranhão, Roseana Sarney, de quem foi secretário de Estado, a advogada Anna Graziella Santana Neiva Costa foi nomeada pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, para o cargo de juíza titular do Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão (TRE-MA).
A nomeação foi publicada na edição de terça-feira, 7, do Diário Oficial da União (DOU) e garante sua recondução à Corte Eleitoral na vaga destinada à advocacia, em sucessão ao primeiro mandato de Rodrigo Maia Rocha.
Anna Graziella já chegou a integrar o TRE-MA, entre 2021 e 2023, quando foi escolhida para compor o Tribunal.
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Ato político reúne lideranças e fortalece grupo da prefeita Suane Dias.
O Clube Geniais foi palco de um grande encontro político que marcou o pré-lançamento das pré-candidaturas de Rui Jorge a deputado estadual e Vinícius Ferro a deputado federal.
O evento, liderado pela prefeita Suane Dias, reuniu uma multidão de apoiadores, lideranças políticas, vereadores e moradores do município, evidenciando a mobilização do grupo político.
A programação foi marcada por discursos, manifestações de apoio e participação popular, em um momento que reforçou o início da caminhada política dos pré-candidatos.
A prefeita Suane Dias destacou a importância da união do grupo e do compromisso com o desenvolvimento de Gonçalves Dias, enfatizando o trabalho conjunto em busca de novos avanços para o município.
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Vereador Odacy Miranda afirma que atrasos a médicos, empresas terceirizadas e fornecedores da limpeza urbana decorrem de passivos e desorganização deixados pela administração do ex-prefeito Aluísio Silva Sousa.

Ex- prefeito Aluísio Sousa e Dr. Benjamim, atual prefeito de Açailândia.
A situação financeira da Prefeitura de Açailândia voltou ao centro do debate político após declarações do vereador Odacy Miranda, integrante da base de apoio do prefeito Dr. Benjamim.
Segundo o parlamentar, o cenário de atrasos e dificuldades enfrentado pelo Município não pode ser atribuído à atual gestão, mas decorre da herança administrativa, financeira e contratual deixada pela gestão do ex-prefeito Aluísio Silva Sousa.
O alerta chama atenção justamente por partir de um vereador da base governista. Para Odacy Miranda, Açailândia recebeu uma estrutura administrativa comprometida por passivos, obrigações pendentes e problemas que agora repercutem diretamente na prestação dos serviços públicos.
Há relatos de médicos com pagamentos atrasados, empresas terceirizadas aguardando repasses e pendências relacionadas à manutenção de equipamentos e serviços da limpeza urbana. Na avaliação apresentada pelo vereador, tais dificuldades refletem compromissos assumidos ou deixados sem solução pela administração anterior.
Quando o Município inicia uma nova gestão carregando dívidas, restos a pagar, contratos pendentes e obrigações sem cobertura financeira, o resultado inevitável é a pressão sobre serviços essenciais. É a população quem sofre, seja na saúde, na limpeza urbana, no atendimento público ou na continuidade de contratos indispensáveis ao funcionamento da cidade.
A saúde é uma das áreas mais sensíveis. Médicos sem receber ou submetidos à incerteza quanto ao pagamento representam risco à continuidade dos plantões e ao atendimento da população. Da mesma forma, laboratórios, empresas terceirizadas e fornecedores que aguardam repasses acabam comprometendo a regularidade dos serviços.
A limpeza urbana também enfrenta reflexos dessa realidade. Equipamentos dependem de manutenção, combustível, peças, contratos ativos e fornecedores remunerados. Quando essas obrigações não são honradas, a cidade inteira sente as consequências, com risco de redução da coleta, precarização dos serviços e agravamento de problemas sanitários.
O debate se torna ainda mais relevante diante da intenção de realização de uma operação de crédito de grande porte pelo Município. Açailândia possui projeto de financiamento externo de R$ 75 milhões junto ao CAF, com previsão de contrapartida municipal de R$ 18,75 milhões.
A questão que precisa ser respondida é: qual era a real situação financeira do Município ao término da gestão Aluísio Silva Sousa? Quais dívidas, contratos, parcelamentos, restos a pagar, obrigações previdenciárias e compromissos com fornecedores foram deixados para a administração seguinte?
A população precisa conhecer, com transparência, os documentos da transição de governo, os demonstrativos financeiros de encerramento de 2024, a relação de débitos existentes, os contratos pendentes e os valores efetivamente disponíveis em caixa quando a atual gestão assumiu.
Não basta apontar dificuldades atuais sem identificar sua origem. Se o Município enfrenta atrasos em áreas essenciais, é indispensável apurar se tais problemas resultam de passivos, obrigações não quitadas e desorganização deixados pela administração anterior.
O vereador Odacy Miranda sustenta que a crise atual é consequência direta da gestão encerrada em 2024. Essa afirmação deve ser esclarecida por meio de documentos oficiais, relatórios de transição, prestações de contas e ampla fiscalização da Câmara Municipal.
Açailândia não precisa de versões políticas. Precisa de números, documentos e responsabilização. A população tem o direito de saber quem deixou as dívidas, quais obrigações ficaram sem pagamento e por qual razão serviços essenciais passaram a funcionar sob risco de colapso.
