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Na manhã desta terça-feira (20), o deputado Rodrigo Lago (PCdoB) foi desmoralizado pelo colega Yglésio Moyses (PRTB).
O comunista subiu à tribuna da Assembleia para criticar gastos da Emap com o aluguel de um helicóptero. E em resposta, o deputado Yglésio Moyses (PRTB) exibiu um vídeo no qual Rodrigo aparece em uma das dezenas e mais dezenas de viagens que fez de helicóptero no governo Flávio Dino. Para Yglésio as críticas de Lago nada mais são que saudade de voar de helicóptero.
A desmoralização pública foi vista como “esfregar a cara” de Rodrigo Lago na lama…
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Adversários do governador Carlos Brandão tentam desesperadamente fazer do assassinato de João Bosco um “escândalo político” para afetar as eleições de 2026, só estão “esquecendo” que as digitais do então secretário de Educação, Felipe Camarão, do PT, estão por todos os lados nesse caso.

Camarão nomeou João Bosco Sobrinho Pereira na Seduc em novembro de 2021 no cargo de Auxiliar Técnico II, Simbolo DAI-5.
Nas revelações feitas pelo empresário e presidente estadual do MDB, Marcus Brandão, nesta terça-feira (19), por meio da publicação de um vídeo de mais de 9 (nove) minutos em suas redes sociais, um fato chamou especial atenção.
João Bosco Sobrinho Pereira era funcionário da Secretaria de Estado da Educação (SEDUC) na gestão de Felipe Camarão. Ele foi morto por disparo de arma de fogo feito a queima-roupa por Gilbson César Soares Cutrim Júnior, no dia 19 de agosto de 2022, na frente do edifício Tech Office, na Avenida dos Holandeses, bairro Ponta D’Areia, em São Luís.
Conforme documento publicado por Marcus Brandão, o “cobrador de dívidas” João Bosco foi nomeado no dia 30 de novembro de 2021 no cargo de Auxiliar Técnico II, Simbolo DAI-5, período que Flávio Dino era governador do Maranhão.
Curiosamente, nove meses depois de se tornar funcionário de Camarão, Bosco foi brutalmente assassinado.
Em dezembro de 2024, a Justiça do Maranhão condenou Gilbson César Soares Cutrim Júnior a 13 anos, 1 mês e 15 dias de prisão, em regime fechado, pela morte de João Bosco.
Hoje, os adversários do governador Carlos Brandão tentam desesperadamente fazer do assassinato de João Bosco um “escândalo político” para afetar as eleições de 2026, só estão “esquecendo” que as digitais do então secretário de Educação, Felipe Camarão, do PT, estão por todos os lados nesse caso…
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– VÍDEO: Marcus Brandão conta um pouco da história envolvendo Gilbson Júnior e João Bosco
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Além de investigar irregularidades, comissão busca garantir direitos dos segurados e propor melhorias no sistema previdenciário.

Deputado federal Duarte Júnior…
O deputado federal Duarte Jr. (PSB-MA) foi anunciado membro da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS, que será instalada, nesta quarta-feira (20), para apurar irregularidades no sistema previdenciário brasileiro e buscar soluções que assegurem mais eficiência, transparência e respeito aos direitos dos segurados.
A CPMI terá como foco investigar fraudes, gargalos administrativos e problemas que têm gerado filas, atrasos e dificuldades no atendimento a milhões de brasileiros que dependem do INSS. Além disso, os parlamentares deverão propor medidas para fortalecer o sistema e ampliar a proteção social no país.
Ao comentar sua participação, Duarte Jr. destacou que a atuação na comissão será voltada para a defesa da população: Com a força da CPMI, vou atuar para que a investigação seja técnica e imparcial, doa a quem doer. O objetivo não é proteger lado A ou lado B, mas sim proteger as pessoas e os consumidores, garantindo a restituição de todos os valores desviados e a punição de quem cometeu crimes. Além disso, queremos resolver em definitivo o problema dos descontos indevidos. Por isso, além de investigar as fraudes praticadas no INSS, também estamos atentos às irregularidades cometidas, como descontos indevidos praticados por instituições financeiras em todo o país.”, disse.
Com forte atuação em pautas sociais, direitos das pessoas com deficiência e de defesa do consumidor, Duarte Jr. reforça que sua presença na CPMI será marcada pelo compromisso com a justiça social e com o fortalecimento das políticas públicas de proteção ao trabalhador e às famílias brasileiras.
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André Fufuca é o pré-candidato ao Senado que mais cresce no Maranhão.
O deputado federal e ministro do Esporte, André Fufuca, aparece em forte ascensão na corrida para o Senado em 2026. Segundo pesquisa do Instituto Exata, Fufuca saltou de 20,73% em junho para 30,08% em agosto, um crescimento de quase 10 pontos percentuais em apenas dois meses.
Esse desempenho reflete sua capacidade de crescimento, que vem se mostrando muito acima da média. Além disso, Fufuca possui um dos menores índices de rejeição entre os pré-candidatos, fator que amplia ainda mais seu potencial de avanço na disputa.
O resultado é fruto do bom relacionamento político em todas as regiões do Maranhão, da parceria sólida com o presidente Lula e do trabalho reconhecido à frente do Ministério do Esporte, que tem levado investimentos e políticas públicas para todo o Brasil.
Outro ponto de destaque é sua habilidade de articulação política. Em diversas cidades, André Fufuca tem conseguido unir grupos de situação e oposição em torno do seu projeto, atraindo uma ampla quantidade de apoios políticos. Essa capacidade de diálogo tem consolidado sua imagem como um dos principais nomes para o Senado em 2026.
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Por meio de suas redes sociais, o empresário e presidente estadual do MDB, Marcus Brandão, falou mais uma vez nesta terça-feira (19) de uma trama criminosa na qual adversários políticos tentam envolver sua família.
O novo vídeo publicado diz respeito a uma suposta delação premiada de um condenado pela Justiça por assassinato, Gilbson César Soares Cutrim Júnior.
Esse caso envolvendo o assassino Gilbson volta a ganhar destaque pela proximidade das eleições. A finalidade da oposição é tentar mexer no tabuleiro político visando a disputa eleitoral de 2026.
– Condenação
Em dezembro de 2024, a Justiça do Maranhão condenou Gilbson César Soares Cutrim Júnior a 13 anos, 1 mês e 15 dias de prisão, em regime fechado, pela morte de João Bosco Sobrinho Pereira. O crime aconteceu em 19 de agosto de 2022, no edifício Tech Office, na Avenida dos Holandeses, bairro Ponta D’Areia, em São Luís.
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Ex-prefeita Ana Léa Barros Araújo.
O Tribunal de Contas do Estado do Maranhão (TCE-MA) julgou procedente a denúncia de supostas irregularidades no Pregão Eletrônico nº 013/2023, realizado pela Prefeitura de Lajeado Novo/MA. O certame tinha como objetivo o registro de preços para eventual contratação de empresa especializada em confecção e serviços de malharia em geral para atender às demandas do município.
De acordo com o Acórdão PL-TCE nº 246/2025, aprovado em sessão plenária no último dia 11 de junho de 2025, os conselheiros, por unanimidade, acataram o parecer do Ministério Público de Contas e reconheceram falhas na condução da licitação.
Como consequência, foram aplicadas multas no valor de R$ 5.000,00 (cinco mil reais) à prefeita, na época, Ana Léa Barros Araújo e ao pregoeiro Mateus dos Santos Rodrigues, responsáveis pelo processo licitatório. O valor deverá ser recolhido ao erário estadual, destinado ao Fundo de Modernização do TCE (Fumtec), no prazo de 15 dias a partir da publicação oficial da decisão.
Além da penalidade financeira, o Tribunal determinou que os responsáveis adotem medidas corretivas para evitar que novas irregularidades aconteçam em futuros certames.
A decisão foi tomada com base no artigo 67, inciso III, da Lei Orgânica do TCE-MA, e será publicada no Diário Oficial Eletrônico do Tribunal. Após as devidas formalidades, o processo será arquivado.
Estiveram presentes à sessão os conselheiros Daniel Itapary Brandão (presidente), João Jorge Jinkings Pavão, José de Ribamar Caldas Furtado, Marcelo Tavares Silva e Flávia Gonzalez Leite, além dos conselheiros-substitutos Antônio Blecaute Costa Barbosa, Melquizedeque Nava Neto (relator) e Osmário Freire Guimarães, e o procurador de contas Douglas Paulo da Silva.
A decisão reforça o papel do TCE-MA na fiscalização dos recursos públicos e evidencia a necessidade de maior rigor e transparência na condução dos processos licitatórios no município de Lajeado Novo.
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Procurador baiano já atuava como adjunto da PGE e promete gestão democrática e participativa.
O governador Carlos Brandão nomeou o procurador Denilson Souza dos Reis Almeida como novo Procurador-Geral do Estado do Maranhão. A nomeação foi publicada na edição desta segunda-feira (18) do Diário Oficial, com data retroativa a 15 de agosto.
Natural de Salvador (BA), Denilson é formado em Direito pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), possui pós-graduação em Ciências Criminais e ingressou na Procuradoria-Geral do Estado (PGE) em 2017, por meio de concurso público. Antes da nova função, exercia o cargo de Procurador-Geral Adjunto para Assuntos Estratégicos, sendo considerado uma das principais figuras no processo de modernização da instituição.
Com experiência em Direito Administrativo, Gestão, Execução contra a Fazenda Pública, Direito do Trabalho e Processo do Trabalho, já atuou no Superior Tribunal de Justiça (STJ), no TRT da 9ª Região, além do Ministério Público do Trabalho e do Ministério Público da Bahia.
Ao assumir o comando da PGE, Denilson agradeceu a confiança do governador e elogiou a gestão de seu antecessor, Valdenio Caminha. Segundo ele, a prioridade será consolidar os avanços já conquistados e fortalecer o papel da instituição.
“Nossa diretriz é focar no cumprimento da missão institucional por meio de uma gestão democrática e participativa, com observância à legalidade, atenção ao interesse da sociedade e valorização das pessoas. Assim, esperamos conduzir a PGE com seriedade, eficiência e responsabilidade”, afirmou.
Nos últimos anos, a Procuradoria-Geral do Estado tem investido em modernização administrativa, avanços tecnológicos, comunicação pública e políticas de equidade e inclusão. A expectativa é de que, sob a nova gestão, esse processo seja ampliado, reforçando a atuação da PGE na defesa do patrimônio público, no apoio às políticas do governo e na proteção dos interesses da população maranhense.
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Inquérito que apura irregularidades, em contratação sem licitação, de consultoria em licitação pela prefeitura de Açailândia.

Trecho do documento do MP-MA.
Ministério público do estado do Maranhão, transformou o procedimento que apura notícia de fato sobre contratação irregular por parte da prefeitura de Açailândia da empresa “Licitar”, em Inquérito Civil Público, a fim de investigar o procedimento supramencionado, bem como o (s) agente(s) públicos nele envolvido(s).
A empresa Licitar foi contratada por Inexigibilidade, para assumir ilegalmente a comissão de licitação da prefeitura de Açailândia, como forma de direcionar as contratações, para apaniguados políticos do prefeito Benjamim e seu secretário de economia, Dr Rogério Porsionato.
Agora o esquema que pode envolver diversos municípios maranhenses está na mira do MP, já que pode estar causando graves danos financeiro as cofre municipais, com direcionamento ilegal de todas as contratações.
Já em fase final de apuração, o promotor de justiça de Denys Lima Rego, baixa a Portaria nº 10002/2025 – 2ªPJESPACD onde também solicita a manifestação final da investigada:

João Paulo Mouzinho do Lago., Dono da empresa Licitar.
“Converter a Notícia de Fato sobrescritada em Inquérito Civil Público, nos termos dos artigos 3°, inciso II, e 4º, § 1º, inciso I, do Ato Regulamentar Conjunto n° 05/2014-GPGJ/CGMP, a fim de investigar o procedimento supramencionado, bem como o (s) agente(s) públicos nele envolvido(s), determinando o seguinte: 1. AUTUE-SE o presente feito como Inquérito Civil, procedendo-se às devidas anotações e registros no sistema SIMP e certificando-se nos autos; 2. EXPEÇA-SE a portaria de instauração do Inquérito Civil, com a devida publicação de seu extrato no Diário Oficial do Ministério Público, para fins de publicidade, bem como a comunicação e o envio de cópia da referida portaria ao Conselho Superior do Ministério Público do Maranhão; 3. OFICIE-SE à empresa licitar para que, no prazo de 10 dias, informe o número de funcionários que possui atualmente; o número de contratos administrativos que presta serviços atualmente; assim como informe como são prestados os serviços aos diversos munícipios que possui contrato administrativo.” Determina o Promotor de Justiça Titular da 2ª P J Especializada da Comarca de Açailândia, Denys Lima Rego.
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MP também pede a inelegibilidade por oito anos do Prefeito Aurélio Sousa e da primeira dama, Joysa Cutrim por serem os responsaveis pela fraude.

Os alvos Ação são os vereadores Gabriela Lima, Izabel Quaresma, Mayron Manoel e Eneas Santos.
O Ministério Público Eleitoral apresentou parecer pedindo a cassação dos diplomas de quatro vereadores eleitos pelo Partido Liberal (PL) no município de Pio XII – MA. A medida é resultado de uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) que apura fraude à cota de gênero nas eleições de 2024.
De acordo com a investigação, a candidatura de Luciana do Nascimento Franco Costa teria sido fictícia, utilizada apenas para cumprir a exigência legal de 30% de candidaturas femininas. A candidata recebeu apenas dois votos, não realizou atos consistentes de campanha e declarou movimentação financeira praticamente inexistente em sua prestação de contas — indícios que, conforme jurisprudência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), configuram fraude à cota de gênero.
Os alvos Ação são os vereadores Gabriela Lima, Izabel Quaresma, Mayron Manoel e Eneas Santos.
Com base nesse cenário, a promotora eleitoral Carla Tatiana de Jesus Ferreira Castro defendeu a cassação do Demonstrativo de Regularidade de Atos Partidários (DRAP) do PL, o que implica na anulação dos votos obtidos pelo partido e na perda dos mandatos de todos os vereadores eleitos pela sigla em Pio XII. O recálculo do quociente eleitoral pode alterar significativamente a composição da Câmara Municipal.
Além da perda de mandatos, o MP pediu a inelegibilidade por oito anos da candidata fictícia Luciana Franco e, com maior impacto político, dos dirigentes partidários responsáveis pela formação da chapa: Joysa Glaciela Cutrim Sousa e Aurélio Pereira de Sousa. Joysa Cutrim, como dirigente do PL no município, é apontada como peça central na condução da chapa proporcional e, se confirmada a decisão, ficará impedida de disputar cargos eletivos até 2032. Para o MP, a sua responsabilidade direta reforça a gravidade da fraude e o desequilíbrio causado no pleito.
A decisão final cabe à Justiça Eleitoral da 87ª Zona, em Olho d’Água das Cunhãs. Caso o pedido seja acatado, Pio XII poderá ter mudanças profundas em seu cenário político, com a saída imediata de quatro vereadores do PL e a inelegibilidade de dirigentes que atuaram na formação da chapa. O vereadores eleitos que podem perder o mandato são: Izabel Quaresma, Irmão Eneas, Gabriela Lima e Mayron Manoel.
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Prefeito de Raposa, Eudes Barros, foi multado pelo TCE.
O Tribunal de Contas do Estado do Maranhão (TCE-MA) julgou procedente uma denúncia que apontava supostas irregularidades na execução do Contrato de Fornecimento nº 10/2023-SEMAS, decorrente do Pregão Eletrônico nº 012/2023-SRP (Processo Administrativo nº 038/2023), promovido pela Prefeitura de Raposa/MA.
O certame tinha como objeto o registro de preços para aquisição de cestas básicas de gêneros alimentícios, destinadas à Secretaria Municipal de Assistência Social (SEMAS), com valor global estimado em R$ 1.766.560,00.
Segundo o Acórdão PL-TCE nº 269/2025, aprovado em 25 de junho de 2025, os conselheiros reconheceram falhas na execução contratual, atribuindo responsabilidade ao prefeito Eudes da Silva Barros e ao pregoeiro Jean da Silva Rodrigues.
Multa aplicada
Pela condução irregular do contrato, ambos foram condenados ao pagamento de multa no valor de R$ 5.000,00 (cinco mil reais) cada, a ser recolhida ao erário estadual no Fundo de Modernização do TCE (Fumtec), no prazo de 15 dias após a publicação oficial do acórdão.
Determinações do TCE-MA
Além da penalidade financeira, a decisão determina a devida ciência dos responsáveis e o arquivamento dos autos após o cumprimento das formalidades.
Sessão plenária
A decisão foi tomada em sessão plenária ordinária, com a presença dos conselheiros Daniel Itapary Brandão (presidente), João Jorge Jinkings Pavão, Marcelo Tavares Silva e Flávia Gonzalez Leite, dos conselheiros-substitutos Antônio Blecaute Costa Barbosa e Melquizedeque Nava Neto (relator) e do Procurador de Contas Douglas Paulo da Silva, autor do parecer acolhido pelo plenário.
O caso reforça o papel do TCE-MA e do Ministério Público de Contas, representado pelo procurador Douglas Paulo da Silva, na fiscalização da correta aplicação dos recursos públicos, garantindo maior transparência na gestão municipal.

