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Jornalistas e blogueiros durante almoço com a deputada Elisiane Gama, no Cheiro Verde, bairro do Turu em São Luís.
No mínimo polêmica a declaração da deputada federal Elisiane Gama (PPS) durante almoço no restaurante Cheiro Verde com um grupo de blogueiros e jornalistas neste sábado (09).
“Eu tenho um partido que é o PPS, o presidente nacional já deu a total liberdade de apoiar quem eu quiser, que os evangélicos sem exceção, estão todos do meu lado”. Disse Gama, que afirma ser pré-candidata ao Senado em 2018.
Certamente Elisiane sentencia que os “todos” os evangélicos estão do seu lado pelo fato da CEADEMA – Convenção Estadual das Assembleias de Deus no Maranhão, ter homologado seu nome como a escolhida para as eleições 2018.
No entanto, Gama não é unânime nem dentro das igrejas Assembleias de Deus, e na verdade, estar bem longe de ser a “candidata oficial” de tantas outras igrejas do seguimento evangélico.
Portanto, a afirmação não passa de uma mentira descarada!
Ainda no almoço de confraternização, a parlamentar aproveitou para também decretar que a sua candidatura é uma reinvindicação justa e irreversível, que pode e deve ser o segundo nome para compor a chapa que visa reeleição do governador Flávio Dino.
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– Júnior Nenzim deixou a delegacia fazendo acenos ao povo
No vídeo abaixo é possível assistir o exato momento que Júnior Nenzim, acusado de ser o assassino o pai, deixa a delegacia de Barra do Corda. De forma debochada, o acusado acena para o povo como se não estivesse sendo preso pelo assassinato do próprio pai.
– Primeira versão de Júnior do Nenzin
No primeiro momento, o filho do ex-prefeito Nenzin, autor do crime, contou que estava numa picape Ranger com o pai e parou para que o ex-prefeito fosse urinar e, nesse momento, ouviu um disparo de arma de fogo. Em seguida Nenzin caiu ferido ainda dentro do carro debruçado sobre ele. Versão essa que logo a polícia descobriu que não passava de uma grande mentira!
– Rodando com Nenzin agonizando dentro do carro até o pai perder os sinais vitais
Júnior só levou Nenzin para o hospital quando teve a certeza que o pai já estava sem os sinais vitais. O veículo com os dois não seguiu direto para o hospital. O carro voltou, seguiu pelo condomínio onde mora os dois, depois foi até a casa de um advogado e só aí segue para o hospital 38 minutos depois do evento com Nenzin agonizando no banco da picape Range.
– Medo de ser descoberto pelo desvio de gado
A polícia informou que Manoel Mariano Júnior, mais conhecido na cidade como “Júnior do Nenzim” ou “Vaqueiro da Barra”, roubou mais de 500 cabeças de gado da fazenda do pai, o ex-prefeito de Barra do Corda-MA, Manoel Mariano de Sousa, o Nenzim. Esse foi o motivo do filho ter decidido, junto com seus comparsas, matar o próprio pai: O medo de ser descoberto!
– Três a cinco pessoas envolvidas
As polícias Civil e Militar prenderam três pessoas diretamente envolvidas no assassinato do ex-prefeito Nenzim, além do filho Júnior, também foram presos Francisco David Correia de Freitas, por ocultação de provas, pois foi ele que levou a caminhote usada no crime para o Lava Jato e ainda solicitou que fosse feita a lavagem completa, inclusive, com a retirada dos bancos. E também Luzivan Rodrigues da Conceição Nunes, o Luizão, este por sua vez, é o vaqueiro que comandava a Fazenda do povoado Naú e responsável pela venda dos gados desviados. A polícia não descarta outros envolvidos no caso.
– Desmoralizados
Assim que o caso do assassinato do ex-prefeito de Barra do Corda veio à tona, a imprensa alinhada à oposição ao governo do Estado, tratou logo de politizar o episódio e pregar a volta da pistolagem no Maranhão. Pelo menos três deputados fizeram questão de subir à Tribuna da Assembléia Legislativa e rechaçar a culpa no governo Flávio Dino. Não durou muito a farsa.. Os fatos, e a atuação eficaz da Secretaria de Segurança Pública, por si só desmoralizaram todas as mentiras.
– Rapidez
A gestão do secretário de Segurança do Estado, Jeffersson Portela, começa a ser carimbada como a que mais elucidou casos de grande repercussão em curto espaço do tempo. Foi assim no caso da publicitária Mariana Costa Araújo (sobrinha-neta de Sarney), além da menina Alanna Ludmila (fato ocorrido no Maiobão), e agora, na morte do ex-prefeito de Barra do Corda, Manoel Mariano de Sousa, o Nenzin.
– Esquecer o assunto
A família Sarney autorizou seus meios de comunicação e afins esquecerem o caso Nenzin, segundo análise interna do grupo a tragédia traz enorme prejuízo político para os pré-candidatos Roseana e Sarney Filho.
– Quem atirou?
Segundo o secretário Jefferson Portela, o ex-prefeito foi executado por um disparo de um revólver 38, a curta distância. Na reinquirição do suspeito, a polícia vai tentar descobrir se o disparo foi feito por ‘Júnior do Nenzin’ ou algum dos dois homens presos que estavam dentro do veículo na ocasião do crime.
– Apresentação em São Luís

O principal suspeito da morte do ex-prefeito de barra do Corda, Manoel Mariano, “Nenzin”, chegou à São Luís no fim da manhã desta sexta-feira (8). Uma aeronave do Centro Tático Aéreo (CTA) trouxe Mariano Júnior, conhecido como “Júnior de Nenzin”, sob forte esquema de segurança.
Chegou a São Luís por volta do meio dia, Manoel Mariano de Sousa Jr., filho e principal suspeito de ser o responsável pela morte do pai, o ex-prefeito de Barra do Corda Nenzin, morto a tiro de revólver, na última quarta feira. O secretário de Segurança Jeferson Portela, acompanhou o caso de perto.
– Repartição da herança.
Na coletiva de imprensa sobre o caso, o delegado Lúcio, superintendente da Delegacia de Homicídios, declarou que foi uma tarefa em tempo curto, graças à integração das equipes de polícia. “Ouvimos pessoas da família e empregados. Chegamos então à conclusão que o crime tinha sido cometido por alguém da família. Analisamos as provas e também constatamos que o Júnior tinha intensão de acelerar também a repartição da herança. As equipes ficaram 12 horas cercando a casa onde ele foi encontrado”. Disse.
– Tiro disparado a 15 centimetros
Para o superintendente do Instituto de Criminalística do Maranhão (ICRIM), Miguel Alves, o tiro que matou Nenzin foi disparado a queima roupa. “Primeiro verificamos a primeira versão apresentada, e então foi afastada. Em um segundo momento tentamos descobrir onde havia ocorrido o evento, então comprovamos que no interior do veículo haviam manchas de sangue. No exame cadavérico, comprovou-se a distância que o tiro foi efetuado. Algo em torno de 15 centimetro.”, Afirmou.
– Últimas palavras de Nenzin
Pelo que relatou um dos homens presos acusados de participação no assassinato do ex-prefeito, Nenzin, já atingido e no banco do veículo chamou por várias vezes o nome do filho: “Mariano”.
– Banho ‘frio’
Chamou atenção da polícia a frieza do principal acusado. Segundo a polícia, depois de rodar por mais de 40 minutos com o pai agonizando no banco do carro, Júnior deixou Nenzin na UPA de Barra do Corda, e depois, seguiu para tomar banho na sua casa.
– Deputado Rigo Teles
Além da dor da perda do pai e a prisão do irmão, o deputado estadual Rigo Teles (PV) também pode se encrencar. É que dependendo do depoimento do seu irmão, a polícia poderá começar uma nova investigação sobre eventual prática de agiotagem relativa às altas dívidas de campanha eleitoral contraídas em 2016, quando Júnior foi candidato a prefeito e ficou em segundo lugar.
– Gado roubado
Em uma das propriedades da família Teles, a Fazenda do povoado Naú, segundo a Polícia, o ex-prefeito Nenzin tinha uma anotação assinada que totalizava 635 cabeças de gado. Assim que notou o sumiço de boa parte do seu rebanho, o ex-gestor marcou de fazer nova contagem na manhã do dia que morreu [quarta-feira, dia 06]. As investigações apontam que restavam apenas uma média de 60 a 80 gados na propriedade. Portanto, um desvio de algo em torno de 500 a 600 animais, equivale a R$ mais de meio milhão, pelo preço atual de mercado.
– Preso em Pedrinhas
Júnior de Nenzin vai ficar preso temporariamente em uma das unidades prisionais do Complexo de Pedrinhas. Se houver necessidade, será pedida a prisão preventiva. Ele deve ser levado para audiência de custódia neste sábado (8).
– No velório
Pelas informações da cúpula da Secretaria de Segurança Pública, Júnior estava sendo monitorado desde que deixou a missa onde o corpo do pai estava sendo velado. O acusado soube do mandado de prisão ainda no local e, sequer, foi para o enterro que aconteceu num cemitério do município. Na imagem a baixo, o acusado aparece segurando a mão da sua mãe, a viúva Santinha.

Júnior do Nenzin seguro a mão da mãe durante o velório do pai que ele matou…
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A população luminense parece que acordou! Nesta manhã de sexta-feira (08), vários prédios públicos e muros amanheceram com pichações agressivas e acusatórias contra o prefeito de Paço do Lumiar, Domingos Dutra. As mensagens em letras garrafais começaram meses atrás quando do envolvimento da primeira dama Núbia no assassinato do sargento Rubem Macedo. Desta vez, os autores da mensagens taxam o prefeito de “LADRÃO”.

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Em Cururupu, governador Flávio Dino participa da 14ª Agritec, entrega equipamento social, obra do Mais Asfalto e títulos de terra.
O governador Flávio Dino abriu nesta quinta-feira (7) a 14ª edição da Feira de Agricultura Familiar e Agrotecnologia do Maranhão (Agritec), no município de Cururupu. Ele fez uma série de entregas e investimentos para ajudar os produtores da região. Os agricultores receberam 14 toneladas de sementes de arroz e 50 toneladas de sementes de milho. Também foi feita a doação de 15 Kits Feiras, que são compostos por barracas, balança, jalecos, caixa de isopor e caixas plásticas.
Flávio Dino entregou, ainda, sete títulos de terra (totalizando mais de 200 hectares) a agricultores de Cururupu e região, além de liberar centenas de milhares de reais em recursos para os produtores. Foram R$ 170 mil para a cadeia produtiva da mandioca; e foi assinado custeio de R$ 709 mil com o Banco do Brasil dentro do programa Pronaf Mais Alimento.
Além disso, foi firmado convênio com o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) para a implantação de beneficiamento de sementes. “Estamos plantando uma planta muito especial chamada justiça social. Quando a gente é eleito para uma missão, tem que lembrar a serviço de quem está. Se quer ser governador para poderosos, que sempre tiveram tudo, ou governador para quem sempre foi esquecido e condenado à negação de direitos e invisibilidade”, afirmou Flávio Dino ao abrir a Agritec.
– CRAS

Em Cururupu, governador Flávio Dino participa da 14ª Agritec, entrega equipamento social, obra do Mais Asfalto e títulos de terra.
Em Cururupu, Flávio Dino ainda entregou o novo prédio do Centro de Referência de Assistência Social. O local vai atender mais de 1,5 mil famílias anualmente.
Joanete da Silva Pinto faz parte do grupo de idosos atendidos pelo CRAS, que até agora não tinha um local fixo. “É um sentimento de alegria e alívio porque é uma coisa nossa. Antes era um dia aqui, uma semana ali, um mês acolá. Tinha hora que a gente nem sabia onde estava localizado o CRAS”.
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Família Teles histórica amiga da oligarquia Sarney…
Causou estranheza a linha adotada por graúdos do grupo Sarney e pelo Sistema Mirante de Comunicação e satélites na internet, que rápida e irresponsavelmente atribuíram o assassinato do ex-prefeito Nenzim a crime de pistolagem e “irresponsabilidade em se investigar a própria família Teles”.
Minutos depois do crime, a tese de pistolagem foi levantada por deputados ligados ao clã Sarney, na Assembleia Legislativa. Ainda durante a visita de Roseana Sarney e do irmão Sarney Filho a Barra do Corda, os veículos de comunicação da família Sarney passaram a atacar a linha de investigação adotada pela polícia, cuja principal suspeita recaia sobre Junior de Nenzim, filho do ex-prefeito.
Coube ao ministro Sarney Filho (Meio Ambiente) reforçar a tentativa irresponsável de explorar politicamente a tragédia. “É preciso que essa polícia do governo Flávio Dino possa mostrar serviço (…). E tudo indica que é um crime de pistolagem. Esse tipo de crime já não existia mais há muito tempo.”, afirmou Sarney Filho ao jornal da família.
Tanta irresponsabilidade foi apenas coincidência? Teriam os veículos de comunicação da oligarquia sido orientados a atacar o sistema de segurança? Que teria conversado Roseana Sarney com a família Teles em sua passagem por Barra do Corda?
Aplausos para a polícia que agiu rápido e desvendou o crime. Prendeu os suspeitos e desmontou mais uma farsa midiática que estava sendo engendrada nos porões da oligarquia Sarney e seu sistema de mentira de comunicação, como cunhou o ex-governador Jackson Lago.
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Mentira, desinformação, servilismo: a blogosfera sarneisista enlouquece o leitor criando versões mentirosas dos fatos. Quiseram, agora, usar o cadáver do ex-prefeito de Barra do Corda, o Nenzim, como matéria de um jornalismo vil, que ofende à sociedade e à própria dignidade da imprensa, para criar mais um discurso fajuto contra o governador do Estado.
JM CUNHA SANTOS – Nem bem havia morrido o ex-prefeito de Barra do Corda, Manoel Mariano de Sousa, o Nenzin, na esteira de uma história de muita violência na região central do Maranhão e blogueiros umbilicalmente ligados ao ex-senador Sarney já anunciavam “A volta da pistolagem ao Maranhão” como se houvessem deparado com um chão coalhado de cadáveres de encomenda sob tutela e omissão do Estado. O interesse: culpar o governador Flávio Dino por um crime que, todos sabem, se inscreve muito mais no fator bíblico segundo o qual “quem com ferro fere, com ferro será ferido”.

Família Sarney e, mais uma vez, o uso político criminoso da vítima de uma tragédia.
Alguns foram mais longe e acusaram o governo, citando nominalmente o secretário de Segurança Pública, Jefferson Portela, de querer jogar a culpa pelo assassinato sob os ombros da família para encobrir a responsabilidade pela volta da pistolagem ao Maranhão. Uma blasfémia, essa criminosa, isto sim, que seria desmentida até pelos familiares da vítima, eles mesmos crentes de que o filho era o assassino do próprio pai.
Logo em seguida, os próprios inventores da tese da “volta da pistolagem”, convencidos de que não tinham como sustentar essa mentira, passaram a noticiar a prisão de Júnior de Nenzim, o que também não era verdade pois o mesmo, depois de se fazer presente ao velório de ex-prefeito, havia se evadido e não tinha sido encontrado ainda pela eficiente polícia do governo Flávio Dino.
Todos sabem já que a desinformação é a arma principal usada pelo monopólio de comunicação do senhor Sarney para o “fuzilamento” dos adversários políticos. Não respeitaram a vítima e a dor de sua família e tentaram usa-la politicamente. Mentem de forma tão descarada na imprensa que chegam a acreditar nas próprias mentiras. Se a criminalidade diminui, eles dizem que aumentou, usando táticas conhecidas de manipulação e erosão da verdade.
Um exemplo crasso e recente dessa manipulação foi a forma como o jornal O Estado do Maranhão divulgou que São Luís ia ficar 3 dias sem água por incompetência do governo, quando sabiam que o corte no fornecimento se deve à substituição da adutora do Italuís, obra que será inaugurada agora por Flávio Dino e que ficou paralisada durante 17 anos em virtude da incompetência e corrupção no governo Roseana Sarney, conforme mostram ações na Justiça e deixa claro relatório do Tribunal de Contas da União.
Quiseram, agora, usar o cadáver do ex-prefeito de Barra do Corda como matéria de um jornalismo vil, que ofende à sociedade e à própria dignidade da imprensa, para criar mais um discurso fajuto contra o governador do Estado. A mesma atitude adotada quanto a uma lista de mais de 400 fantasmas que nunca existiram na Secretaria da Saúde, no que foram desmentidos pelo Conselho Regional de Medicina e pelo Sindicato dos Médicos ou quando divulgaram como fantasmas todos os funcionários do Hospital Geral e de uma UPA do Maiobão.
Assim, Sarney se utiliza de um inesgotável poço de servidão humana para desvirtuar a realidade do que acontece no Maranhão. Ele quer transferir todas as culpas de Roseana Sarney para Flávio Dino, nivelar o atual governo ao desastre de corrupção, pistolagem e agiotagem que marcaram as diversas administrações de sua filha. Corrupção, pistolagem e agiotagem que, inclusive, mataram um dos funcionários do jornal O Estado do Maranhão, o jornalista Décio Sá.
Mentiras, mentiras e mais mentiras. Quase tudo o que se lê nessa imprensa de Sarney não passa da mais deslavada mentira.
Assim, a blogosfera sarneisista enlouquece o leitor, criando versões mentirosas sobre a realidade dos fatos. E arrasta na lama a credibilidade que deve ser inerente a toda forma de jornalismo.
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As polícias Civil e Militar esperaram o momento certo para prender o principal acusado pelo assassinato do ex-prefeito do município de Barra do Corda, Nenzin. Por volta das 5h40, veículos da secretaria de Segurança do Estado chegaram à Delegacia da cidade com o Manoel Mariano de Sousa Filho, também conhecido por outras três alcunhas: “Júnior do Nenzim”, “Vaqueiro da Barra” e “Nenzim do PV”.
Confira a chegada do acusado no vídeo abaixo:
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7h – Imagens feitas por um dos agentes da Polícia Civil que participaram do cumprimento do mandado de prisão contra o acusado “Júnior do Nenzin” foram obtidas pelo Blog do Domingos Costa, no inicio da manhã desta sexta-feira (08). No vídeo abaixo, o filho do ex-prefeito Nezin aparece já preso saindo de dentro da casa amigo em Barra do Corda. Pelas informações da cúpula da Secretaria de Segurança Pública, o ex-candidato a prefeito estava sendo monitorado desde que deixou missa onde o corpo do pai estava sendo velado. Júnior soube do mandado de prisão ainda no local e sequer foi para o enterro em um cemitério do município.
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O ex-candidato a prefeito de Barra do Corda, Manoel Mariano de Sousa Filho, o “Júnior do Nenzim” ou “Vaqueiro da Barra”, de 47 anos, foi preso por volta das 6h desta sexta-feira (08) na casa de um amigo.
Neste momento “Nenzim do PV” está sob o poder da Polícia, na delegacia de Barra do Corda. O crime foi consumado na manhã de quarta-feira (6) e deixou perplexos os moradores.
“Júnior do PV”, como também era chamada, estava com o pai no momento do assassinato, foi acusado formalmente pela polícia por envolvimento no crime e teve sua prisão pedida ao juiz de Barra do Corda, Antônio Elias Queiroga Filho.

Já na delegacia, Manoel Mariano de Sousa Filho, também conhecido por outras três alcunhas: “Júnior do Nenzim”, “Vaqueiro da Barra” e “Nenzim do PV”.

