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Nas conversas entre José Sarney (PMDB-AP) e ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado, não só o ex-presidente chegou a prometer ajuda ao investigado na Lava Jato como confidenciou caso de resistência a uma transição com Michel Temer, que disse que a delação da Odebrecht é “metralhadora de ponto 100”.

Para Sarney, possível delação da Odebrecht seria ‘metralhadora ponto 100’, revela jornal
Em mais um áudio obtido pelo jornal Folha de São Paulo, o ex-presidente da República José Sarney(PMDB-AP) afirmou ao ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado que a delação premiada em negociação pela empreiteira Odebrecht seria “é uma metralhadora de [calibre] ponto 100”.
Este é o segundo áudio que vem a tona nesta quarta-feira (25). No anterior, Sarney afirmou que ajudaria Machado a fugir de Sergio Moro.
Nesta versão, o ex-presidente também relacionou a empresa a uma ação irregular que a presidente afastada Dilma Rousseff (PT) teria feito durante uma de suas campanhas eleitorais.
“Nesse caso, ao que eu sei, o único em que ela [Dilma] está envolvida diretamente é que falou com o pessoal da Odebrecht para dar para campanha do… E responsabilizar aquele [inaudível]”, diz o jornal.
Além de Sarney, Renan Calheiros (PMDB-AL) também menciona o fato de que uma eventual delação da empreiteira atingiria a presidente Dilma.
Sarney afirma, ainda segundo o jornal, que “tudo isso” era de responsabilidade do governo. “Esse negócio da Petrobras, só os empresários que vão pagar, os políticos? E o governo que fez isso tudo, hein?”, indagou o ex-presidente.
No assunto, Sérgio Machado disse que Lula “acabou”. “O Lula acabou, o Lula coitado deve estar numa depressão”, concordou Sarney.
Machado usou as conversas realizadas em março deste ano justamente com esses interlocutores para fechar um acordo de delação premiada com a Procuradoria Geral da República. O contrato foi homologado pelo ministro do STF Teori Zavascki nesta terça-feira (24).
Como resposta ao jornal, em nota, o ex-presidente Sarney diz que não tem como responder às perguntas pontuais feitas pela Folha por não conhecer o inteiro teor dos áudios.
Veja a íntegra da transcrição dos diálogos abaixo:
Primeira conversa
Sarney - Olha, o homem está no exterior. Então a família dele ficou de me dizer quando é que ele voltava. E não falei ontem porque não me falou de novo. Não voltou. Tá com dona Magda. E eu falei com o secretário.
Machado – Eu vou tentar falar, que o meu irmão é muito amigo da Magda, para saber se ele sabe quando é que ela volta. Se ele me dá uma saída.
Machado Presidente, então tem três saídas para a presidente Dilma, a mais inteligente…
Sarney - Não tem nenhuma saída para ela.
Machado …ela pedir licença.
Sarney - Nenhuma saída para ela. Eles não aceitam nem parlamentarismo com ela.
Machado - Tem que ser muito rápido.
Sarney - E vai, está marchando para ser muito rápido.
Machado - Que as delações são as que vem, vem às pencas, não é?
Sarney - Odebrecht vem com uma metralhadora de ponto 100.
Machado - Olha, acabei de sair da casa do nosso amigo. Expliquei tudo a ele [Renan Calheiros], em todos os detalhes, ele acha que é urgente, tem que marcar uma conversa entre o senhor, o Romero e ele. E pode ser aqui… Só não pode ser na casa dele, porque entra muita gente. Onde o senhor acha melhor?
Sarney - Aqui.
Machado - É. O senhor diz a hora, que qualquer hora ele está disponível, quando puder avisar o Romero, eu venho também. Ele [Renan] ficou muito preocupado. O sr. viu o que o [blog do] Camarotti botou ontem?
Sarney -Não.
Machado - Alguém que vazou, provavelmente grande aliado dele, diz que na reunião com o PSDB ele teria dito que está com medo de ser preso, podia ser preso a qualquer momento.
Sarney Ele?
Machado - Ele, Renan. E o Camarotti botou. Na semana passada, não sei se o senhor viu, numa quinta ou sexta, um jornalista aí, que tem certa repercussão na área política, colocou que o Renan tinha saído às pressas daqui com medo dessa condição, delações, e que estavam sendo montadas quatro operações da Polícia Federal, duas no Nordeste e duas aqui. E que o Teori estava de plantão… Desculpe, presidente, não foi quinta não. Foi sábado ou domingo. E que o Teori estava de plantão com toda sua equipe lá no
Ministério e que isso significaria uma operação… Isso foi uma… operação que iria acontecer em dois Estados do Nordeste e dois no sul. Presidente, ou bota um basta nisso… O Moro falando besteira, o outro falando isso. [inaudível] ‘Renan, tu tem trinta dias que a bola está perto de você, está quase no seu colo’. Vamos fazer uma estratégia de aproveitar porque acabou. A gente pode tentar, como o Brasil sempre conseguiu, uma solução não sangrenta. Mas se passar do tempo ela vai ser sangrenta. Porque o Lula, por mais fraco que esteja, ele ainda tem… E um longo processo de impeachment é uma loucura.
E ela perdeu toda… […] Como é que a presidente, numa crise desse tamanho, a presidente está sem um ministro da Justiça? E não tem um plano B, uma alternativa. Esse governo acabou, acabou, acabou. Agora, se a gente não agir… Outra coisa que é importante para a gente, e eu tenho a informação, é que para o PSDB a água bateu aqui também. Eles sabem que são a próxima bola da vez.
Sarney - Eles sabem que eles não vão se safar.
Machado - E não tinham essa consciência. Eles achavam que iam botar tudo mundo de bandeja… Então é o momento dela para se tentar conseguir uma solução a la Brasil, como a gente sempre conseguiu, das crises. E o senhor é um mestre pra isso. Desses aí o senhor é o que tem a melhor cabeça. Tem que construir uma solução. Michel tem que ir para um governo grande, de salvação nacional, de integração e etc etc etc.
Sarney - Nem Michel eles queriam, eles querem, a oposição. Aceitam o parlamentarismo. Nem Michel eles queriam. Depois de uma conversa do Renan muito longa com eles, eles admitiram, diante de certas condições.
Machado - Não tem outa alternativa. Eles vão ser os próximos. Presidente: não há quem resista a Odebrecht.
Sarney - Mas para ver como é que o pessoal..
Machado - Tá todo mundo se cagando, presidente. Todo mundo se cagando. Então ou a gente age rápido. O erro da presidente foi deixar essa coisa andar. Essa coisa andou muito. Aí vai toda a classe política para o saco. Não pode ter eleição agora.
Sarney - Mas não se movimente nada, de fazer, nada, para não se lembrarem…
Machado - É, eu preciso ter uma garantia
Sarney - Não pensar com aquela coisa apress… O tempo é a seu favor. Aquele negócio que você disse ontem é muito procedente. Não deixar você voltar para lá [Curitiba]
Machado - Só isso que eu quero, não quero outra coisa.
Sarney - Agora, não fala isso.
Machado - Vou dizer pro senhor uma coisa. Esse cara, esse Janot que é mau caráter, ele disse, está tentando seduzir meus advogados, de eu falar. Ou se não falar, vai botar para baixo. Essa é a ameaça, presidente. Então tem que encontrar uma… Esse cara é muito mau caráter. E a crise, o tempo é a nosso favor.
Sarney - O tempo é a nosso favor.
Machado - Por causa da crise, se a gente souber administrar. Nosso amigo, soube ontem, teve reunião com 50 pessoas, não é assim que vai resolver crise política. Hoje, presidente, se estivéssemos só nos três com ele, dizia as coisas a ele. Porque não é se reunindo 50 pessoas, chamar ministros.. Porque a saída que tem, presidente, é essa que o senhor falou é isso, só tem essa,parlamentarismo. Assegurando a ela e o Lula que não vão ser… Ninguém vai fazer caça a nada. Fazer um grande acordo com o Supremo, etc, e fazer, a bala de Caxias, para o país não explodir. E todo mundo fazer acordo porque está todo mundo se fodendo, não sobra ninguém. Agora, isso tem que ser feito rápido. Porque senão esse pessoal toma o poder… Essa cagada do Ministério Público de São Paulo nos ajudou muito.
Sarney - Muito.
Machado - Muito, muito, muito. Porque bota mais gente, que começa a entender… O [colunista da Folha] Janio de Freitas já está na oposição, radicalmente, já está falando até em Operação Bandeirante. A coisa começou… O Moro começou a levar umas porradas, não sei o quê. A gente tem que aproveitar ess… Aquele negócio do crime do político [de inação]: nós temos 30 dias, presidente, para nós administrarmos. Depois de 30 dias, alguém vai administrar, mas não será mais nós. O nosso amigo tem 30 dias. Ele tem sorte. Com o medo do PSDB, acabou com ele, e no colo dele, uma chance de poder ser ator desse processo. E o senhor, presidente, o senhor tem que entrar com a inteligência que não tem. E experiência que não tem. Como é que você faz reunião com o Lula com 50 pessoas, como é que vai querer resolver crise, que vaza tudo…
Sarney - Eu ontem disse a um deles que veio aqui: ‘Eu disse, Olhe, esqueçam qualquer solução convencional. Esqueçam!’.
Machado - Não existe, presidente.
Sarney ‘Esqueçam, esqueçam!’
Machado - Eu soube que o senhor teve uma conversa com o Michel.
Sarney - Eu tive. Ele está consciente disso. Pelo menos não é ele que…
Machado - Temos que fazer um governo, presidente, de união nacional.
Sarney - Sim, tudo isso está na cabeça dele, tudo isso ele já sabe, tudo isso ele já sabe. Agora, nós temos é que fazer o nosso negócio e ver como é que está o teu advogado, até onde eles falando com ele em delação premiada.
Machado - Não estão falando.
Sarney - Até falando isso para saber até onde ele vai, onde é mentira e onde é valorização dele.
Machado - Não é valoriz… Essa história é verdadeira, e não é o advogado querendo, e não é diretamente. É [a PGR] dizendo como uma oportunidade, porque ‘como não encontrou nada…’ É nessa.
Sarney - Sim, mas nós temos é que conseguir isso. Sem meter advogado no meio.
Machado - Não, advogado não pode participar disso, eu nem quero conversa com advogado. Eu não quero advogado nesse momento, não quero advogado nessa conversa.
Sarney - Sem meter advogado, sem meter advogado, sem meter advogado.
Machado - De jeito nenhum. Advogado é perigoso.
Sarney - É, ele quer ganhar…
Machado - Ele quer ganhar e é perigoso. Presidente, não são confiáveis, presidente, você tá doido? Eu acho que o senhor podia convidar, marcar a hora que o senhor quer, e o senhor convidava o Renan e Romero e me diz a hora que eu venho. Qual a hora que o senhor acha melhor para o senhor?
Sarney - Eu vou falar, já liguei para o Renan, ele estava deitado.
Machado - Não, ele estava acordado, acabei de sair de lá agora.
Sarney - Ele ligou para mim de lá, depois que tinha acordado, e disse que ele vinha aqui. Disse que vinha aqui
Machado - Ele disse para o senhor marcar a hora que quiser. Então como faz, o senhor combina e me avisa?
Sarney - Eu combino e aviso.
[…]
Machado - O Moreira [Franco] está achando o quê?
Sarney - O Moreira também tá achando que está tudo perdido, agora, não tem gente com densidade para… [inaudível]
Machado - Presidente, só tem o senhor, presidente. Que já viveu muito. Que tem inteligência. Não pode ser mais oba oba, não pode ser mais conversa de bar. Tem que ser conversa de Estado Maior. Estado Maior analisando. E não pode ser um […] que não resolve. Você tem que criar o núcleo duro, resolver no núcleo duro e depois ir espalhando e ter a soluç… Agora, foi nos dada a chave, que é o medo da oposição.
Sarney - É, nós estamos… Duas coisas estão correndo paralelo. Uma é essa que nos interessa. E outra é essa outra que nós não temos a chave de dirigir. Essa outra é muito maior. Então eu quero ver se eu… Se essa chave… A gente tendo…
Machado - Eu vou tentar saber, falar com meu irmão se ele sabe quando é que ela volta.
Sarney - E veja com o advogado a situação. A situação onde é que eles estão mexendo para baixar o processo.
Machado - Baixar o processo, são duas coisas [suspeitas]: como essas duas coisas, Ricardo, que não tem nada a ver com Renan, e os 500, que não tem nada a ver com o Renan, eles querem me apartar do Renan…
Sarney - Eles quem?
Machado - O Janot e a sua turma. E aí me botar pro Moro, que tem pouco sentido ficar aqui. Com outro objetivo.
Sarney - Aí é mais difícil, porque se eles não encontraram nada, nem no Renan nem no negócio, não há motivo para lhe mandar para o Paraná.
Machado - Ele acha que essas duas coisas são motivo para me investigar no Paraná. Esse é o argumento. Na verdade o que eles querem é outra coisa, o pretexto é esse. Você pede ao [inaudível] para me ligar então?
Sarney - Peço. Na hora que o Renan marcar, eu peço… Vai ser de noite.
Machado - Tá. E o Romero também está aguardando, se o senhor achar conveniente.
Sarney - [sussurrando] Não acho conveniente.
Machado Não? O senhor que dá o tom.
Sarney - Não acho conveniente. A gente não põe muita gente.
Machado - O senhor é o meu guia.
Sarney - O Amaral Peixoto dizia isso: ‘duas pessoas já é reunião. Três é comício’.
Machado - [rindo]
Sarney - Então três pessoas já é comício.
Machado - Presidente, o cara [Sérgio Moro] agora seguiu aquela estratégia, de ‘deslegitimizar’ as coisas, agora não tem ninguém mais legítimo para falar mais nada. Pegou Renan, pegou o Eduardo, desmoralizou o Lula. Agora a Dilma. E o Supremo fez essa suprema… rasgou a Constituição.
Sarney - Foi. Fez aquele negócio com o Delcídio. E pior foi o Senado se acovardar de uma maneira… [autorizou prisão do então senador].
Machado - O Senado não podia ter aceito aquilo, não.
Sarney - Não podia, a partir dali ele acabou. Aquilo é uma página negra do Senado.
Machado - Porque não foi flagrante delito. Você tem que obedecer a lei.
Sarney - Não tinha nem inquérito!
Machado - Não tem nada. Ali foi um fígado dos ministros. Lascaram com o
André Esteves.. Agora pergunta, quem é que vai reagir?
[…]
Machado - O Senado deixar o Delcídio preso por um artista.
Sarney - Uma cilada.
Machado - Cilada.
Sarney - Que botaram eles. Uma coisa que o Senado se desmoralizou. E agora o Teori acabou de desmoralizar o Senado porque mostrou que tem mais coragem que o Senado, manda soltar.
Machado - Presidente, ficou muito mal. A classe política está acabada. É um salve-se quem puder. Nessa coisa de navio que todo mundo quer fugir, morre todo mundo.
[…]
Sarney - Eu soube que o Lula disse, outro dia, ele tem chorado muito. […] Ele está com os olhos inchados.
[…]
Sarney - Nesse caso, ao que eu sei, o único em que ela está envolvida diretamente é que ela falou com o pessoal da Odebrecht para dar para campanha do… E responsabilizar aquele [inaudível]
Machado - Isso é muito estranho [problemas de governo]. Presidente, você pegar um marqueteiro, dos três do Brasil. […] Deixa aquele ministério da Justiça que é banana, só diz besteira. Nunca vi um governo tão fraco, tão frágil e tão omisso. Tem que alguém dizer assim ‘A presidente é bunda mole’. Não tem um fato positivo.
[…]
Sarney - E o Renan cometeu uma ingenuidade. No dia que ele chegou, quem deu isso pela primeira vez foi a Délis Ortiz. Eu cheguei lá era umas 4 horas, era um sábado, ele disse ‘já entreguei todos os documentos para a Delis Ortiz, provando que eu… que foi dinheiro meu’. Eu disse: ‘Renan, para jornalista você não dá documento nunca. Você fazer um negócio desse. O que isso vai te trazer de dor de cabeça’. Não deu outra.
Machado - Renan erra muito no varejo. Ele é bom. […] Presidente, não pode ser assim, varejista desse jeito.
[…]
Sarney - Tudo isso é o governo, meu Deus. Esse negócio da Petrobras só os empresários que vão pagar, os políticos? E o governo que fez isso tudo, hein?
Machado - Acabou o Lula, presidente.
Sarney - O Lula acabou, o Lula coitado deve estar numa depressão.
Machado - Não houve nenhuma solidariedade da parte dela.
Sarney - Nenhuma, nenhuma. E com esse Moro perseguindo por besteira.
Machado - Tomou conta do Brasil. O Supremo fez a pedido dele.
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Ricardo Gonçalves chegou no Cartório de Imoveis no dia 11 de junho de 2014.
Atendendo a uma representação da Associação dos Notários e Registradores do Estado do Maranhão (Anoreg), o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) “derrubou” na tarde desta quarta-feira(25), o titular da Serventina Extrajudicial de Passagem Franca, Ricardo da Silva Gonçalves do comando do cartório da 1ª Zona de Imóveis da Capital, considerado o mais rentável de todo o Maranhão.
Ricardo completaria dois anos a frente do Cartório no dia 11 do próximo mês. Ele chegou na Rua do Sol, nº 65, no Centro de São Luís, por meio de uma intervenção da corregedoria geral de Justiça do Maranhão, em 2014, que determinou sua remuneração mensal de, no máximo, 90,25% do subsídio mensal dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).
Mais detalhes a qualquer momento…
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Orçada em quase R$ 2 milhões e com prazo inicial de entrega em quatro meses, ordem de serviço foi assinada no dia 24 de fevereiro.
A Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap) notificou a construtora responsável pela obra de requalificação do Cais de São José de Ribamar pelo não cumprimento de compromissos contratuais, o que levou à paralisação dos serviços. A ação foi feita de acordo com a Lei 8.666, que determina um prazo de cinco dias para que a empresa explique os motivos que levaram à não observância dos prazos e compromissos contratuais firmados. Ao final deste período, que se encerra em 2 de junho, caso a notificada não se mostre apta a honrar o contrato, será iniciado o processo de convocação da segunda colocada no pleito licitatório.
As obras no Cais de Ribamar foram iniciadas em fevereiro deste ano, com projeto elaborado pela equipe de Engenharia da Emap, que é responsável pela infraestrutura do terminal delegado. O foco do projeto é a recuperação do cais com a possibilidade de dar apoio a pequenas embarcações, mas sem perder de vista a vocação turística do município.
A requalificação do Cais de Ribamar é uma antiga demanda da população do município que o Governo do Estado atendeu. As obras de revitalização e urbanização contemplam melhorias na área do entorno, ponte e píer do cais, incluindo restauração da iluminação, pavimentação e recuperação estrutural, construção de uma área de passeio público com praça, arborização, ciclovias e academia ao ar livre. Além disso está prevista a instalação de um posto policial.
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Sarney manifestou preocupação sobre uma eventual delação de Machado.
Em conversa gravada pelo ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado, o ex-presidente José Sarney (PMDB-AP) prometeu a ele que poderia ajudá-lo a evitar que seu caso fosse transferido para a vara do juiz federal Sérgio Moro, em Curitiba (PR), mas “sem meter advogado no meio”. As informações são do jornal Folha de S. Paulo. Machado é investigado pela Operação Lava Jato e fechou acordo de delação premiada no Supremo Tribuna Federal.
Em um dos diálogos, gravados em março, Sarney manifestou preocupação sobre uma eventual delação de Machado. “Nós temos é que fazer o nosso negócio e ver como é que está o teu advogado, até onde eles falando com ele em delação premiada”, disse o ex-presidente.
De acordo com a Folha, Machado respondeu que havia insinuações, provavelmente da Procuradoria-Geral da República (PGR), por uma delação. Sarney explicou a estratégia: “Mas nós temos é que conseguir isso [o pleito de Machado]. Sem meter advogado no meio”.
Em conversa gravada pelo ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado, o ex-presidente José Sarney (PMDB-AP) prometeu a ele que poderia ajudá-lo a evitar que seu caso fosse transferido para a vara do juiz federal Sérgio Moro, em Curitiba (PR), mas “sem meter advogado no meio”. As informações são do jornal Folha de S. Paulo. Machado é investigado pela Operação Lava Jato e fechou acordo de delação premiada no Supremo Tribuna Federal.
Em um dos diálogos, gravados em março, Sarney manifestou preocupação sobre uma eventual delação de Machado. “Nós temos é que fazer o nosso negócio e ver como é que está o teu advogado, até onde eles falando com ele em delação premiada”, disse o ex-presidente.
De acordo com a Folha, Machado respondeu que havia insinuações, provavelmente da Procuradoria-Geral da República (PGR), por uma delação. Sarney explicou a estratégia: “Mas nós temos é que conseguir isso [o pleito de Machado]. Sem meter advogado no meio”.
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Elias Rafael Santos de Paiva, o “Tropical”; Marcos Antônio de Carvalho, o “Marco Latro”; Cilas Pereira Borges; Wilton Torres, o “Espiga”, e Cristiano Nunes Moraes, o “Cris Braw”, foram apresentados ontem (24) por suspeita de ordenar os ataques a ônibus na região metropolitana de São Luís. Eles são detentos do Complexo Penitenciário de Pedrinhas, e, segundo a polícia, integram a facção Bonde dos 40.
Com estes cinco, subiu para dez o número de mentores dos ataques autuados, pois, no último dia 20, a Polícia Civil havia lavrado o flagrante de Wilderley Moraes, o “Paiakan”; Carlos César Viegas, o “Carlito”; Henrique Borges Chagas, conhecido como “MC Sadrack” – que compõe canções de rap para o Bonde, e Leanderson Nonato dos Santos, o “Léo Pirento”. Estes, assim como os demais, teriam determinado que seus comparsas soltos ateassem fogo nos coletivos.
maio

Eudes diz que os boatos certamente saíram da mente criativa de pessoas desocupadas, desinformadas…
Indagado pelo titular do blog acerca da possível desistência da pre-candidatura a prefeito de Raposa, o presidente da Câmara de Vereadores, Eudes Barros (PR) foi curto e direto: “Jamais”, respondeu.
Barros que recebe apoio do prefeito Clodomir de Oliveira (PMDB), emitiu uma nota alegando serem “infundados os boatos acerca de uma possível mudança de posição sua, com relação a pré-candidatura”.
E diz ainda “ser inverídico e inconsistente a desistência, que/ou estaria fazendo composição com qualquer outro (a) pré-candidatura.”
O blog apurou que os rumores implantados contra o vereador quanto ao abandono na disputa pela prefeitura, partiu de aliados da também pré-candidata Ociléia Paraíba (PRB).
A advogada filha do ex-prefeito Paraíba – cunhada de Barros – sente-se prejudicada com as pretensões de Eudes; quer que ele decline e a apoie.
Ociléia acredita que a divisão do grupo que vendeu a candidata do governador Flávio Dino em 2012, só favorece a vitória tranquila de Talita Laci (PCdoB) na eleição de outubro.
Ora, se a filha de Paraíba almeja tanto pela união, porque não desiste da candidatura e declara apoio a Eudes Barros???
maio

Simplicio mais uma vez mostra prestígio junto ao governo do Estado.
Nesta terça, dia 24, os pré-candidatos do partido Solidariedade em Pedreiras e Trizidela do Vale, acompanhados do Presidente Estadual e Secretário de Industria e Comércio, Simplício Araújo, cumpriram agenda em São Luís discutindo interesses da comunidade da região com Secretários do Governo Flávio Dino.
Na pauta das reuniões foram tratados diversos programas voltados para as comunidades mais carentes como Mais Asfalto, Mais Produção, Minha Casa Meu Maranhão, Mais Bolsa Família, Restaurante Popular, Programas e Leis de Estágios para menores aprendizes, Mais Esportes e Lazer, Caravana Mais Esporte e Lazer, Aulão do Enem, Credenciamento Cultural, Escola Digna, ônibus Lilás, Agritec, Proinf e as políticas públicas voltadas para o fortalecimento da Mulher, da Juventude, do Trabalhador rural e o combate ao trabalho escravo.
Os secretários agradeceram o apoio a cada programa e se prontificaram a estar sempre a disposição das lideranças e das comunidades de Pedreiras e Trizidela do vale reconhecendo a importância do Secretário Simplício Araújo na equipe do Governo e no trabalho executado junto as bases em cada município do estado, especialmente em Pedreiras e Trizidela do Vale.
O Secretário de Comunicação Marcio Jerry deixou claro que tanto em Pedreiras, como em Trizidela do Vale não existe nenhuma possibilidade do Governo não apoiar os candidatos do Solidariedade, “O nosso campo político buscará cumprir o que sempre diz o Governador Flávio Dino: vamos ajudar a eleger as pessoas que sempre estiveram conosco e que são importantes na nossa coalizão partidária, sempre buscando unificar todos em torno dos pré-candidatos mais viáveis, como faremos no caso de Pedreiras e Trizidela do vale”.
Participaram das audiências, Dr. Humberto Feitosa (Pedreiras) e Dr. Gustavo Brandão (Trizidela do Vale ), acompanhados de dona Graça Melo, Dr. Nívio Melo, vereador Elcinho Girio, empresário Paul Guetty, Liderança da Paroquia de São Benedito Antônio do Terço, Hadla Brandão (Esposa do Dr. Gustavo), Lucio Maia e Ana Claudia (dirigentes do Pc do B em Trizidela do Vale).
Eles cumpriram agenda e foram recebidos pelos Secretários de Comunicação e Articulação Política, Marcio Jerry; Secretário de Governo, Antônio Nunes; Secretário de Administração Penitenciaria, Murilo de Andrade; pelo Procurador Geral do Estado, Rodrigo Maia e também pelos Secretários de Esportes, Marcio Jardim e o Chefe da Casa Civil, Marcelo Tavares.
maio
Van do gabinete móvel percorrerá bairros da capital e de demais municípios do Maranhão numa espécie de “sala de atendimento” que será direcionada à população, a fim de receber denúncias, solicitações e, posteriormente, transformá-las em proposições na Assembleia Legislativa.

Inovadora ideia do deputado Welligton deverá ser copiada por outros deputados…
Um dos deputados estaduais mais atuante da Assembleia Legislativa, Wellington do Curso (PP), surge com uma inovação: “Gabinete Móvel”, com o lema “Coragem para ouvir e a determinação para atuar”.
O novo projeto do parlamentar será inaugurado na tarde desta terça-feira (24), durante durante deslocamento para participar de uma audiência que aconteceu em Bacabeira.
Segundo Wellington, o objetivo é levar para junto da comunidade, nos bairros periféricos da cidade, as ações do deputado, ouvindo as principais reivindicações da comunidade.
“Ouvir a população é o que nos motiva a cobrar e a fiscalizar. Por isso, com o Gabinete Móvel queremos percorrer bairros e, assim, os municípios de nosso Maranhão. O que queremos é ouvir os anseios daqueles que não conseguem ir até à Assembleia Legislativa. Além de ouvir, pretendemos encaminhar as reivindicações da população e, assim, cobrar e fiscalizar o cumprimento de direitos.”

Para o deputado, é preciso ouvir quem também sequer consegue chegar à Assembleia.
Funcionamento
O Gabinete Móvel possui uma agenda que será previamente divulgada. Para solicitar a visita, qualquer cidadão pode entrar em contato com a Equipe WC através do número (98) 99911 0011 e justificar a solicitação.
“Como parlamentar, tenho hoje a certeza do quão importante é participação da população em nossas ações. O nosso gabinete, na Assembleia, está sempre de portas abertas, mas eu e minha equipe percebemos que é preciso fazer mais… é preciso ouvir quem também sequer consegue chegar à Assembleia. Foi assim que surgiu a ideia do Gabinete Móvel: para ouvir também aqueles que hoje estão distantes do Parlamento.”, destacou.
maio
O senador Aécio Neves liderou a reunião em Brasília que contou ainda com a participação dos tucanos maranhenses João Castelo – deputado federal, e o vice-governador Carlos Brandão; Além de Rubens Bueno, líder do PPS na Câmara e Roberto Freire – presidente nacional do partido de Eliziane.

Pinto discreto, porém, sempre presente na mesa de negociações: ele deverá ser a indicação do PSDB no palanque no PPS em São Luís…
“Se não estivermos juntos no primeiro, estaremos no segundo turno com Eliziane”, essas palavras foram proferidas pelo ex-deputado federal, atual primeiro suplente de Senador, Pinto Itamaraty (PSDB), no dia 19 de dezembro de 2015 durante a inauguração da sede do partido Rede Sustentabilidade, realizado no bairro do Olho d´Água (LEMBRE).
De lá para cá, passaram-se cinco meses. Nesse período, Pinto trabalhou nos bastidores, sobretudo em Brasília, focado na pretensão de protagonizar o apoio tucano à candidata líder nas pesquisas pré-eleitorais a prefeitura de São Luís.
Itamaraty teve pela frente três desafios:
Primeiro, o ex-prefeito hoje deputado federal João Castelo, tucano com maior destaque nas pesquisas, mas que diante dos problemas judiciais, e desgaste de décadas na política, ficou pelo caminho.
Segundo, tinha a pretensão de Neto Evangelista, deputado estadual licenciado e Secretário de Estado de Desenvolvimento Social, postulante a indicação do partido a disputa do La Ravardière nestas eleições. A intenção do jovem foi triturada pela direção nacional do PSDB.
E por último, o deputado estadual Sérgio Frota, que ameaçava entrar na briga, mas como disse em post anterior, seu desempenho nas urnas é reflexo da fase do Sampaio Correia, e diga-se de passagem, vai mal das pernas.
De forma que o trabalho de Pinto foi recompensado na tarde de ontem(24), quando os caciques do Partido da Social Democracia Brasileira acertaram com a cúpula nacional do Partido Popular Socialista o apoio a candidatura de Eliziane Gama prefeita de São Luís.
Portanto, o “pequeno” Itamaraty pode respirar aliviado: o primeiro passo foi dado com êxito…
maio

Na tarde desta terça-feira(24) em Brasília, a cúpula nacional do PSDB fechou acordo político em apoiar a candidatura de Eliziane Gama (PPS) a Prefeita de São Luís nestas eleições. A decisão foi chancelada pelos tucanos maranhenses João Castelo; Carlos Brandão e Pinto Itamaraty. Além do deputado Rubens Buenos, líder do PPS na Câmara, do senador Aécio Neves e o presidente nacional do PPS, Roberto Freire.

