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Em entrevista à rádio Educadora AM, Flávio Dino anunciou na manhã desta segunda (27) o próximo secretário de Segurança Pública do Maranhão. O delegado Jefferson Portela comandará a pasta a partir de 1º de janeiro, durante a administração de Flávio Dino à frente do Poder Executivo.
À frente da pasta, Jefferson será responsável pela implantação de políticas para prevenção de crimes, combate ao tráfico e à criminalidade no Maranhão. Em seu programa de Governo, Flávio Dino apresentou como proposta para a área a implantação do programa Pacto pela Vida – com a articulação de políticas de Estado entre todos os poderes para reduzir os índices de criminalidade no estado.
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A presidente Dilma Rousseff (PT) venceu Aécio Neves (PSDB) na disputa em segundo turno e foi reeleita neste domingo (26) para um novo mandato como presidente da República (2015-2018). O resultado foi confirmado pelo sistema de apuração do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) às 20h30, quando 98% das urnas estavam apuradas e não havia mais possibilidade matemática de virada. Até a última atualização desta reportagem, a petista tinha 53.317.776 votos (51,45%) e o tucano, 50.310.129 votos (48,55%).
Com a vitória, Dilma completará um período de 16 anos do PT no comando do governo federal, desde a primeira eleição de Luiz Inácio Lula da Silva, em 2002. É o dobro do tempo do PSDB, que teve dois mandatos com Fernando Henrique Cardoso (1995-1998 e 1999-2002).Desde antes da reeleição de Dilma, o PT trabalha com a hipótese de uma nova candidatura de Lula em 2018, conforme voltou a defender neste domingo o presidente do partido, Rui Falcão.
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Robinson Faria, do PSD, foi eleito neste domingo (26) governador do Rio Grande do Norte. Apuradas 94% das urnas no estado, Robinson apareceu com 54,38% votos válidos — um total de 828.102 votos. O deputado federal Henrique Eduardo Alves (PMDB) ficou em segundo lugar. Confira a apuração completa.
Natalense, Robinson Faria tem 55 anos e é formado em Direito pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). Filho de empresário, entrou para a política por iniciativa própria e foi eleito deputado estadual pela primeira vez em 1986. Nos dois últimos mandatos como deputado (2003-2006/2007-2010) foi presidente da Assembleia Legislativa.
Em 2010, Robinson foi eleito vice-governador na chapa de Rosalba Ciarlini (DEM), atual governadora do estado. Ele assumiu a Secretaria de Recursos Hídricos no início do governo, mas rompeu com a governadora oito meses depois.
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Ex-governador do Estado, o candidato Antônio Waldez Góes da Silva, mais conhecido apenas como Waldez, do PDT, foi eleito neste domingo (26) para um novo mandato no Estado do Amapá. Ele disputou o segundo turno contra o candidato Camilo Capiberibe, do PSB.
Com 90% das urnas apuradas, o candidato alcançou 60,8% dos votos válidos até o momento e matematicamente não pode mais ser ultrapassado por Capiberibe, que chegou aos 39,2% dos votos.
Até o momento, os votos brancos somam 1,2% do total, e os nulos são 5,2%.
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Rodrigo Rollemberg, do PSB, é o novo governador do Distrito Federal. O resultado foi anunciado às 17h37 deste domingo pelo Tribunal Superior Eleitoral, com 93% das urnas apuradas. Rollemberg registrava 55,56% dos votos válidos, contra 44,44% de Jofran Frejat (PR), que não poderia mais alcançá-lo. O percentual se manteve até o fim da apuração.
Com o resultado, Rollemberg foi o primeiro governador eleito no segundo turno. Veja aquia apuração dos votos no DF.
Ao todo, Rollemberg teve 812.036 votos, contra 649.587 de Frejat. Às 18h29, o DF já tinha 100% das urnas apuradas.
Rollemberg acompanhou a apuração dos votos junto com a família, no apartamento da mãe dele, na Asa Sul, em Brasília.
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Reinaldo Azambuja (PSDB) foi eleito governador de Mato Grosso do Sul. Segundo a Justiça Eleitoral, com 97% dos urnas apuradas neste domingo (26), Reinaldo teve 721.293 votos, o que corresponde a 55,60% dos votos válidos, contra 576.091 votos, o equivalente a 44,40% para Delcídio do Amaral (PT). Veja aqui a apuração completa das urnas.
A vitória significa o fim da alternância do governo entre PT e PMDB que ocorria há 15 anos. De 1999 a 2006, governou Zeca do PT e, de 2007 a 2014, André Puccinelli (PMDB). Reinaldo também é o primeiro tucano a assumir a gestão do estado.
Reinaldo comentou, logo após a definição do resultado, que a vitória é fruto de um trabalho e da credibilidade conquistada ao longo da campanha e que fez o eleitor acreditar na nova política. “O discurso político é que foi o grande vitorioso dessa eleição”.
A assessoria de imprensa do candidato Delcídio do Amaral (PT) disse que ele não vai dar declarações e informou que vai divulgar uma nota à imprensa.
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Com 97% dos votos apurados, Ricardo Coutinho (PSB) é reeleito, matematicamente, governador da Paraíba. Socialista já contabiliza 1.097.449 votos. Cássio Cunha Lima (PSDB) tem 987.612 votos.
Quando 89% dos votos tinham sido apurados, às 18h20 (horário local), Cássio deixou Campina Grande para voltar para sua casa em João Pessoa e anunciou que só se pronunciaria sobre o resultado na tarde segunda-feira (27), em coletiva na Asplan.
No primeiro turno, a diferença entre os dois foi de apenas 1,39 ponto percentual (o que equivale a 28.388 votos), com Cássio registrando 47,44% dos votos válidos (um total de 965.397) e Ricardo, 46,05% (o equivalente a 937.009).
Com a reeleição de Ricardo Coutinho, o PSB dá continuidade à gestão que teve início em 2011. As pesquisas de intenção de voto neste segundo turno antecipavam um quadro equilibrado, com empate técnico até nos dados divulgados no sábado (25), quando oIbope indicou Ricardo com 53% e Cássio com 47%, com margem de erro de 3 pontos percentuais.
O socialista de 53 anos nasceu em João Pessoa e é formado em Farmácia pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB). Ele iniciou a carreira política nos movimentos estudantis e sindicais, passando pelo Centro Acadêmico do curso de Farmácia, pelo Sindicato dos Farmacêuticos, pelo Sindicato dos Trabalhadores Públicos da Saúde do Estado (SindSaúde), pela Central Única dos Trabalhadores da Paraíba (CUT-PB) e pelo Sindicato dos Funcionários da UFPB.
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O governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), foi reeleito para o cargo com 57,51% dos votos válidos. Iris Rezende (PMDB), ex-governador e ex-prefeito de Goiânia, ficou com 42,49% dos votos. Com 92,83% dos votos apurados, não é mais possível Iris alcançar Marconi, reeleito matematicamente.
Num estado sem renovação política há 16 anos, Marconi sempre foi o favorito para vencer, em mais um duelo com Iris. Este é o terceiro enfrentamento entre os dois caciques em Goiás. O primeiro ocorreu em 1998. O cenário em 2014 é exatamente o mesmo, sem o surgimento de lideranças que substituam os personagens da rivalidade histórica entre PSDB e PMDB ou que acrescentem fatos novos à vida política goiana.
Marconi já foi uma novidade política. O tucano despontou em 1998, quando derrotou Iris numa virada supreendente, depois de um longo período de domínio do peemedebista. Reeleito em 2002, Marconi conseguiu fazer de seu vice o sucessor em 2006, ano em que se elegeu senador. O tucano voltou a vencer a disputa pelo governo em 2010, novamente derrotando Iris. Agora, deve ser eleito para um quarto mandato de governador de Goiás.
Tanto tempo como líder do Executivo fez do tucano personagem central do escândalo envolvendo o bicheiro goiano Carlinhos Cachoeira, alvo da Operação Monte Carlo em 2012. A casa onde o bicheiro foi preso em Goiânia já pertenceu a Marconi. Gravações telefônicas usadas nas investigações da Polícia Federal (PF) mostraram transações de dinheiro passando pelo Palácio das Esmeraldas, sede do governo local.
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O candidato do PMDB ao governo do Rio Grande do Sul, José Ivo Sartori, foi eleito neste domingo com uma vantagem superior a 20 pontos percentuais sobre seu adversário, o atual governador Tarso Genro (PT). Com 79,2% dos votos apurados, Sartori tem 3.132.772 votos (61,32%) contra 1.976.318 do governador. A vitória matemática foi confirmada às 18h25 pelo TRE.
Mais cedo, Sartori pregou “cautela”. Surpresa do primeiro turno, quando chegou na frente dos dois candidatos que polarizaram a eleição, Sartori tinha 60% das intenções de votos válidos contra 40% de Tarso Genro (PT) no último levantamento do Datafolha, divulgado sábado. Sartori votou no início da tarde em Caxias do Sul, onde tem domicílio eleitoral e onde foi prefeito por dois mandatos.
— Da mesma forma que avaliamos pesquisas que não nos indicavam possibilidade de estar no segundo turno, pedimos agora que todos tenham humildade. Não existe nada ganho antes de abrir a urna — disse o candidato após votar no Colégio La Salle Carmo, onde também acompanhou os votos dos filhos Marcos, 31 anos, e Carolina, 28 anos.
Para ser eleito, Sartori apostou no descontentamento do eleitor com a política e escondeu o PMDB. Nas peças publicitárias, valorizou apenas o número 15. No discurso, bateu na tecla de que seu partido é o Rio Grande do Sul. Também usou e abusou, na campanha, da imagem de simplório e de vítima dos ataques petistas — o que lhe valeu comparações jocosas com o deputado federal Tiririca e com o personagem Forrest Gump, do filme estrelado por Tom Hanks.
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Com 94,41% dos votos apurados, está definida a reeleição de Luiz Fernando Pezão (PMDB) para o cargo de governador do Rio de Janeiro, com 56,07% dos votos válidos. Marcelo Crivella (PRB) aparece com 43,93% dos votos válidos. Confira o resultado parcial do segundo turno.
Luiz Fernando Pezão (PMDB): 56,07%
Marcelo Crivella (PRB): 43,93%
Brancos: 3,38%
Nulo: 13,95%
O governador votou pela manhã em Piraí, no Sul Fluminense, e desde o fim da tarde está em um hotel na Zona Sul do Rio, onde vai falar com jornalistas sobre o resultado.
Pezão se candidatou ao Governo do Rio de Janeiro na vaga de Sérgio Cabral, de quem foi vice-governador de 2007 até o início de abril deste ano. Após Cabral renunciar ao cargo, ele dividiu o comando do Palácio Laranjeiras com a campanha eleitoral. Cabral e o prefeito Eduardo Paes estavam no hotel neste domingo para comemorar com Pezão.
O governador reeleito tem 59 anos, é natural de Piraí, no Sul fluminense, e é formado em Economia e Administração. O primeiro cargo político foi como vereador de Piraí, em 1982. Depois, foi prefeito da cidade por dois mandatos (1996 – 2000). Durante o período em que comandou Piraí, Pezão implantou o sistema de informatização do município, conhecido como “Piraí Digital”, recebendo prêmios internacionais pelo investimento.

