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As vendas para o Camarote Unique terão início nesta terça-feira (07), às 14h, marcando a abertura oficial da comercialização dos ingressos para uma das áreas mais exclusivas da temporada de festas na Avenida Litorânea, em São Luís.
O espaço promete oferecer conforto, estrutura diferenciada e serviços premium, acompanhando a programação do pré-Carnaval e do Carnaval da capital maranhense.
Os ingressos estarão disponíveis para compra pelo site e aplicativo da Bilheteria Digital, com venda sem taxa.
Esse carnaval promete!
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Na ordem dos relacionamentos de Assis: Janaína, Jamily, Ana Cristina e agora Adriana Maria.
Do dia 25 de março de 2025 para esta terça-feira, dia 06 de janeiro de 2026, o delegado da Polícia Civil do Maranhão, Assis Ramos, que foi prefeito por dois mandatos consecutivos de Imperatriz (2017 a 2024), coleciona publicamente nada menos que quatro relacionamentos.
E o ex-prefeito da segunda maior cidade do Maranhão faz questão de publicizar os seus namoros e casamentos, todos os “enlaces” vieram a público através do próprio Ramos, que “postou” em suas redes sociais.
No dia 25 de março do ano passado, Assis anunciou o fim do casamento com a deputada estadual Janaina, com quem passou dez anos e têm um filho;
No dia 05 de abril de 2025, apenas dez dias após, o delegado/político anunciou que estava namorando a influencer Jamily Barros, o relaciomento durou alguns meses;
Já no dia 10 de agosto, Ramos surpreendeu o Maranhão com as fotos de seu casamento relâmpago publicada em seu perfil do Instagram. O então prefeito de Imperatriz tornou público três imagens do matrimônio e deixou uma mensagem cheia de sentimentos a esposa: “Prometo amar, honrar e respeitar todos os dias da minha vida”, escreveu Assis Ramos para Ana Cristina, fonoaudióloga que, curiosamente, trabalhava, à época, na prefeitura de imperatrizense. Ele teve um filho com Ana.
E nesta terça-feira, dia 06 de janeiro de 2026, Assis Ramos novamente surpreende o anuncia um novo namoro. A “sortuda” da vez é a dentista Adriana Maria, natural do município de Fortaleza dos Nogueiras, com raízes fortes em Formosa da Serra Negra, onde seus pais moram. Ela é filha de Nonato Macêdo, um pecuarista super conhecido e respeitado naquela região.
Na imagem que ilustra esse post, o Blog do DC colocou a ordem dos relacionamentos de Assis…
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Em busca de likes, o deputado estadual Carlos Lula (PSB) usou suas redes sociais para divulgar um vídeo no qual tenta associar a imagem do governador do Maranhão, Carlos Brandão, ao caso que envolve a prisão do prefeito do município de Turilândia, Paulo Curió e da sua esposa, Eva Curió, acusado de desvio de recursos públicos, alvo da Operação Tântalo II, deflagrada pelo GAECO.
O que o deputado esquece de mencionar em seu vídeo oportunista é o fato de que o mesmo Paulo Curió hoje alvos de suas criticas, sempre foi aliado de Flávio Dino durante os dois mandatos seguidos que foi Governador do Maranhão.
Carlos Lula que é aliado de primeira hora de Dino, deveria questionar seus seguidores nas redes socais, se o hoje Ministro do STF é conivente com o caso de Turilândia…
O Blog do Domingos Costa separou um dos tantos vídeos nos quais o prefeito Paulo Curió gravou com o Flávio Dino mostrando sintonia entre a dupla, assista acima no final do vídeo de Carlos Lula, acima.
Vale destacar que o deputado estadual da família Curió sempre foi Othelino Neto, outro aliado de primeira hora do ex-governador Flávio Dino.
E, agora, Carlos Lula, como explicar isso?!
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Promotora de Justiça Doracy Moreira Reis Santos abriu investigação contra a Associação Comunitária Itaqui Bacanga (ACIB), Associação Comunitária dos Moradores da Cohama (ACMC), Conselho Cultural e Comunitário do Bairro da Liberdade e União de Moradores do Bom Jesus do Coroadinho.

Uma das entidades investigadas é o Conselho Cultural e Comunitário do Bairro da Liberdade.
O Ministério Público do Estado do Maranhão (MPMA) instaurou diversos Procedimentos Administrativos stricto sensu para apurar denúncias de possíveis irregularidades na gestão de associações comunitárias e entidades de interesse social que atuam em diferentes bairros da capital maranhense. As medidas atingem organizações representativas de comunidades tradicionais e bairros populosos de São Luís.
As investigações estão sendo conduzidas pela promotora de Justiça Doracy Moreira Reis Santos, titular da 1ª Promotoria de Justiça Especializada em Fundações e Entidades de Interesse Social da Comarca da Ilha de São Luís, e foram formalizadas por meio de portarias publicadas entre os dias 11 e 23 de dezembro de 2025.
Conforme os atos oficiais do MPMA, as apurações envolvem as seguintes entidades comunitárias: Associação Comunitária Itaqui Bacanga (ACIB) – Notícia de Fato nº 71/2025; Associação Comunitária dos Moradores da Cohama (ACMC) – Notícia de Fato nº 66/2025; Conselho Cultural e Comunitário do Bairro da Liberdade – Notícia de Fato nº 91/2025; União de Moradores do Bom Jesus do Coroadinho – Notícia de Fato nº 103/2025.
Todas as denúncias iniciais foram formalizadas como Notícias de Fato, instrumento utilizado pelo Ministério Público para averiguação preliminar. Contudo, diante da complexidade dos fatos narrados e da necessidade de análise mais aprofundada, os procedimentos foram convertidos em Procedimentos Administrativos stricto sensu.
De acordo com o Ministério Público, o prazo legal de tramitação das Notícias de Fato — que pode chegar a até 120 dias — encontrava-se em vias de se encerrar, sem que fosse possível realizar uma análise conclusiva do mérito das denúncias apresentadas contra as atuais gestões das entidades.
A promotora responsável destacou que o Procedimento Administrativo stricto sensu é o instrumento adequado para acompanhar, fiscalizar e levantar informações de forma continuada, conforme previsto no Ato Regulamentar Conjunto nº 05/2014 – GPGJ/CGMP, que rege a atuação administrativa do Ministério Público.
Com a instauração dos procedimentos, o MPMA poderá: requisitar documentos contábeis, administrativos e estatutários; solicitar esclarecimentos dos dirigentes das entidades; fiscalizar a aplicação de recursos e o funcionamento institucional; acompanhar eleições internas e atos de gestão; adotar medidas preventivas para evitar danos ao interesse coletivo; subsidiar eventual instauração de inquérito civil ou outras medidas judiciais, caso sejam constatadas irregularidades.
Segundo o Ministério Público, o foco é garantir transparência, legalidade e regularidade na atuação das associações, que exercem papel relevante na representação comunitária e, em alguns casos, mantêm relação com políticas públicas e recursos de origem pública.
Nas portarias, a promotora Doracy Moreira Reis Santos ressalta que o Ministério Público é uma instituição essencial à função jurisdicional do Estado, conforme estabelece o artigo 127 da Constituição Federal, cabendo-lhe a defesa da ordem jurídica, do regime democrático e dos interesses sociais e individuais indisponíveis.
O MP também enfatiza que a Constituição atribui à instituição a defesa dos interesses difusos, coletivos e individuais homogêneos, especialmente quando envolvem entidades que atuam em nome da coletividade.
Os Procedimentos Administrativos foram regularmente autuados no Sistema Integrado do Ministério Público (SIMP) e tiveram determinação de publicação na Imprensa Oficial. O servidor Hugo Rafael Pereira Lima, assessor de Promotoria de Justiça, foi designado para secretariar os trabalhos em todas as apurações.
O Ministério Público reforça que a instauração dos procedimentos não representa julgamento antecipado, mas o exercício do dever legal de apurar denúncias e assegurar a correta gestão das entidades comunitárias.
As investigações seguem em andamento, e novos desdobramentos poderão ocorrer conforme o avanço das diligências.
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Ministério Público converte investigação em Inquérito Civil para apurar contratação de escritório de advocacia pela Câmara de Chapadinha…
O Ministério Público do Estado do Maranhão (MPMA) converteu uma Notícia de Fato em Inquérito Civil para aprofundar a apuração de supostas irregularidades na contratação do escritório Emmanoel Ericeira Sociedade Individual de Advocacia pela Câmara Municipal de Chapadinha.
A medida foi formalizada por meio de portaria assinada pelo promotor de Justiça Rodrigo Alves Cantanhede, titular da 1ª Promotoria de Justiça de Chapadinha, com atribuições na defesa do patrimônio público e de direitos coletivos.
A investigação teve início com a Notícia de Fato SIMP nº 001590-262/2023, instaurada após questionamentos sobre a contratação direta do escritório de advocacia, possivelmente por meio de inexigibilidade de licitação. Segundo o Ministério Público, houve a necessidade de diligências complementares para melhor esclarecimento dos fatos, o que motivou a conversão do procedimento em Inquérito Civil.
Com a instauração do inquérito, o MP passa a ter um instrumento mais amplo de investigação, capaz de alcançar todos os envolvidos e analisar detalhadamente os fatos, inclusive com requisição de documentos, inspeções, depoimentos, perícias e outras medidas legais.
De acordo com a portaria, o Ministério Público busca esclarecer: as atribuições legais do cargo de Procurador-Geral Legislativo da Câmara Municipal de Chapadinha; a existência de outros assessores jurídicos no quadro de servidores do Legislativo municipal; a execução efetiva dos serviços contratados, com apresentação de peças jurídicas, pareceres técnicos e comprovação da atuação do escritório contratado; a suposta “singularidade” do serviço, requisito legal para contratação por inexigibilidade; a aparente duplicidade de contratação dos escritórios “Emmanoel Ericeira Sociedade Individual de Advocacia” e “Luciano de Souza Gomes”.
O presidente da Câmara Municipal de Chapadinha foi oficialmente oficiado para prestar as informações no prazo de 10 dias.
O Ministério Público também determinou a notificação de Emmanoel Assunção Ericeira e Antonio Nascimento Fernandes, para que apresentem manifestação preliminar sobre os fatos investigados, igualmente no prazo de 10 dias.
Além disso, foi encaminhada cópia integral da Inexigibilidade nº 001/2022 à Assessoria Técnica da Procuradoria-Geral de Justiça (AT-PGJ), que deverá emitir parecer técnico sobre a regularidade da contratação direta, especialmente quanto à singularidade do objeto e à razoabilidade do preço contratado.
Na portaria, o promotor Rodrigo Alves Cantanhede destaca que a atuação do Ministério Público está amparada nos artigos 127 e 129 da Constituição Federal, que atribuem à instituição a defesa da ordem jurídica, do patrimônio público e dos interesses sociais e individuais indisponíveis, bem como na Lei Orgânica Nacional do Ministério Público (Lei nº 8.625/93) e em normas do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP).
O Ministério Público reforça que a instauração do Inquérito Civil não representa conclusão sobre irregularidades, mas sim o cumprimento do dever legal de apurar os fatos. Caso sejam confirmadas ilegalidades, poderão ser adotadas medidas administrativas ou ajuizada Ação Civil Pública.
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Ministério Público instaura Inquérito Civil para apurar suspeita de fraude em licitação da Prefeitura de Fortuna. Procedimento investiga possível direcionamento e irregularidades em Tomada de Preços vencida por empresa de construção.

Gestão do prefeito Sebastião Costa está na mira do MP-MA.
O Ministério Público do Estado do Maranhão (MPMA) converteu um Procedimento Administrativo em Inquérito Civil para apurar supostos indícios de direcionamento e outras irregularidades na Tomada de Preços nº 006/2021, realizada pela Prefeitura Municipal de Fortuna/MA, cujo contrato estimado é de R$ 1.421.662,65.
A licitação teve como vencedora a empresa KAL Construções e Projetos EIRELI-EPP, inscrita no CNPJ nº 01.265.808/0001-19. A decisão foi formalizada por meio de Portaria publicada em 29 de dezembro de 2025, assinada pelo promotor de Justiça Rodrigo Ronaldo Martins Rebelo da Silva, titular do órgão de execução responsável pelo caso.
De acordo com o Ministério Público, a investigação teve origem em uma Notícia de Fato instaurada em novembro de 2021, após surgirem indícios de possíveis irregularidades no procedimento licitatório. Análise preliminar da Assessoria Técnica do MP apontou falhas graves, entre elas: Ausência de assinatura no edital da licitação; Cláusulas potencialmente restritivas à competitividade, em afronta aos princípios da isonomia, impessoalidade e moralidade administrativa
Tais indícios podem caracterizar ato de improbidade administrativa, além de possíveis ilícitos penais.
O procedimento encontra-se, segundo o MP, marcado pela reiterada resistência da Prefeitura de Fortuna em fornecer documentos essenciais à apuração. A recalcitrância do Município levou o Ministério Público a ajuizar uma Ação Judicial de Produção de Provas (Exibição de Documentos), registrada sob o nº 0803679-43.2024.8.10.0207.
Mesmo após determinação judicial expedida em 16 de setembro de 2025, os documentos solicitados não foram apresentados de forma acessível, configurando, segundo o órgão ministerial, inércia administrativa injustificada.
Na Portaria, o promotor Rodrigo Ronaldo Martins Rebelo da Silva destaca que, diante da gravidade dos fatos e da possibilidade de lesão ao patrimônio público, o caso exige aprofundamento investigativo sob a égide de um Inquérito Civil, instrumento próprio para subsidiar eventual Ação Civil Pública por improbidade administrativa.
O MP ressalta que atos de improbidade podem ser praticados tanto por agentes públicos quanto por particulares beneficiados, incluindo empresas vencedoras de certames, conforme entendimento consolidado do Supremo Tribunal Federal (STF).
Com a conversão do procedimento, o Ministério Público determinou: Requisição formal, com prazo improrrogável de 15 dias úteis, ao Prefeito de Fortuna/MA e ao Procurador-Geral do Município, exigindo a íntegra do processo licitatório; Ofício ao Tribunal de Contas do Estado do Maranhão (TCE/MA) para envio de prestações de contas, auditorias e relatórios que envolvam a licitação e a empresa vencedora
Após o cumprimento das diligências, os autos retornarão ao MP para análise e definição das medidas cabíveis, que podem incluir ajuizamento de ação judicial, celebração de Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) ou outras providências legais.
O Ministério Público reafirma, no documento, seu papel constitucional de defesa da moralidade administrativa, da legalidade e do patrimônio público, destacando que a apuração busca assegurar o correto uso dos recursos públicos e o respeito aos princípios que regem a Administração Pública.
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No vídeo gravado e publicado nas redes sociais, Patrícia Kelly diz também que nunca fez parte do financeiro e na sabia de nada que acontecia em relação às finanças da empresa.
A empresária Patrícia Kelly Pinheiro de Oliveira, uma das sócias do grupo farmacêutico e lojas “São Patrício”, publicou um vídeo nesta segunda-feira (05) em suas redes sociais no qual revelou um racha na administração familiar da empresa e anunciou que passará a atuar exclusivamente na unidade do bairro da Cohama em São Luís, que deverá, inclusive, ter o nome alterado.
No vídeo, Patrícia explicou que houve uma separação administrativa entre as lojas, resultado de um processo interno que já vinha acontecendo há cerca de cinco meses. Segundo ela, a decisão definiu que cada parte da família ficaria responsável por uma unidade específica.
“Eu não sei se vocês já perceberam, mas eu tô postando só aqui da loja da Cohama. A gente meio que separou as lojas. A empresa é familiar e a gente sabe como é difícil. Eu fiquei com a loja da Cohama”, afirmou.
A empresária falou ainda de forma emotiva sobre a unidade do Calhau, da qual não faz mais parte da gestão direta. “A loja do Calhau era como um filho pra mim. Eu construí aquela loja do zero junto com meu pai.”
Patrícia Kelly deixou claro que não terá mais envolvimento com compras, vendas ou decisões financeiras da loja do Calhau, setores que antes estavam sob sua responsabilidade. A partir de agora, segundo ela, a gestão da unidade da Cohama seguirá sob sua coordenação, com apoio do filho, Pedro, enquanto a outra loja seguirá de forma independente. “Nunca fiz parte do financeiro, na sabia de nada”, se referendo às transações financeiras da empresa.
As revelações de Patrícia Kelly pode provocar um verdadeiro estremecimento da relação da família e atingir em cheio o seu irmão, Germano Braga de Oliveira Júnior, mais essa é outra história…
– Ação do GAESF aponta par rombo de quase 28 milhões de reais

MP pediu a prisão de mãe e filha, Ana Neusa e Patrícia Kelly, sócias das empresas San Pietro e São Patrício acusadas de sonegar R$ 27,9 milhões.
O posicionamento público de Patrícia Kelly, feito hoje , acontece meses após o oferecimento de uma denúncia criminal pelo Ministério Público do Maranhão (MPMA) contra ela e sua mãe, sócias das empresas San Pietro Produtos de Perfumaria e Cosméticos e São Patrício Empreendimentos Farmacêuticos.
Além do oferecimento da ação penal, o Ministério Público requereu ao Poder Judiciário a prisão preventiva de Ana Neusa Pinheiro de Oliveira e Patrícia Kelly Pinheiro de Oliveira, mãe e filha, respectivamente.
A denúncia foi apresentada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate à Sonegação Fiscal (Gaesf), do MP-MA, e aponta a prática dos crimes de apropriação indébita tributária e sonegação fiscal.
De acordo com o MPMA, as empresas teriam deixado de recolher aos cofres públicos estaduais o montante de R$ 27.949.404,20, sendo: R$ 10.110.480,10 atribuídos à empresa San Pietro e outros R$ 17.838.924,06 à São Patrício.
Os valores correspondem, segundo o MP-PA, a impostos declarados e não pagos, além de suposta supressão ou redução de tributos mediante fraude. Na ação penal, o Ministério Público alega gravidade dos fatos e risco à ordem econômica e pede a devolução dos valores ao erário estadual, devidamente atualizados.
– Outro lado
Em defesa no processo às acusações oferecidas pelo Grupo de Atuação Especial de Combate à Sonegação Fiscal (Gaesf) do Ministério Público do Maranhão, Ana Neusa Pinheiro de Oliveira e Patrícia Kelly Pinheiro de Oliveira afirmam, que “jamais exerceram funções de natureza gerencial, contábil ou fiscal na estrutura da empresa São Patrício, tampouco tomaram parte nos atos de administração que deram origem aos débitos tributários questionados. Sua presença no quadro societário se deu por formalidade empresarial e vínculo familiar, sem que delas emanasse qualquer comando de gestão ou deliberação executiva.”
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As forças de segurança do Estado e a estrutura do município seguem totalmente mobilizadas nas buscas por Anderson, Isabelle e Michael, crianças do povoado quilombola São Sebastião dos Pretos, zona rural de Bacabal, que estão desaparecidas desde a tarde do domingo (04), por volta das 15h.
Desde que tomou conhecimento do caso, o deputado estadual Davi Brandão informou que está acompanhando a situação de perto, mantendo contato direto com a Secretaria de Segurança Pública do Maranhão, que já determinou o deslocamento das forças necessárias para reforçar as buscas na região.
De forma integrada, a Prefeitura de Bacabal, sob a coordenação do prefeito Roberto Costa, colocou toda a estrutura do município à disposição, oferecendo apoio logístico e operacional às equipes envolvidas nas ações de busca.
Em pronunciamento, o deputado destacou a delicadeza do momento, reafirmou sua solidariedade à família das crianças e pediu que a população se una em orações e pensamentos positivos, mantendo a fé e a esperança de que Anderson, Isabelle e Michael sejam encontrados com segurança.
“Seguimos com fé e esperança. Toda a estrutura do município está mobilizada, com apoio do Estado. Que Deus proteja essas crianças e fortaleça a família neste momento tão difícil”, afirmou o parlamentar.
As buscas continuam sendo realizadas de forma conjunta pelas forças do Estado e do município. Novas informações oficiais serão divulgadas conforme o avanço dos trabalhos.
🙏 Que Deus proteja Anderson, Isabelle e Michael e traga conforto à família neste momento delicado.
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– Do líder do União Brasil na Câmara Federal, deputado Pedro Lucas Fernandes, ao mostrar forte preocupação com a exploração mineral brasileira – especialmente as terras raras – após a invasão da Venezuela pelos Estados Unidos; para o parlamentar maranhense, o interesse norte-americano não é apenas político, mas pelas riquezas minerarias da América Latina.
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As crianças foram identificadas como Anderson Kauan, de 8 anos; Isabelle, de 6 anos; e Michael, de 4 anos; o sumiço, ocorrido por volta das 15h.

Anderson, Michael e Isabelle…
Uma força-tarefa envolvendo a gestão municipal e forças de segurança estaduais foi mobilizada nesta segunda-feira, 5, para localizar três crianças desaparecidas desde o final da tarde de domingo, 4, no povoado São Sebastião dos Pretos, uma comunidade rural no município de Bacabal, no interior do Maranhão.
As crianças foram identificadas como Anderson Kauan, de 8 anos; Isabelle, de 6 anos; e Michael, de 4 anos. O sumiço, ocorrido por volta das 15h, mobilizou familiares e moradores locais que iniciaram as buscas antes da chegada oficial do socorro.
A mãe e o padrasto de duas das vítimas registraram um Boletim de Ocorrência na delegacia local solicitando apoio imediato das autoridades. O Corpo de Bombeiros foi acionado ainda no domingo, mas as condições noturnas e o horário avançado impediram o início imediato das operações de resgate.
– Mobilização
O prefeito de Bacabal, Roberto Costa (sem partido especificado) se pronunciou nas redes sociais, anunciando a mobilização total da estrutura municipal para apoiar a comunidade e reforçar as buscas, que já contam com o apoio do COSAR desde a noite de domingo.
Em uma ação coordenada, o prefeito informou ter contatado o secretário de Estado da Segurança Pública, Maurício Martins, solicitando o suporte do Centro Tático Aéreo (CTA), além de equipes especializadas do Corpo de Bombeiros e da Polícia Militar, incluindo cães farejadores, para intensificar os trabalhos durante a segunda-feira.
“A gestão municipal segue acompanhando o caso e atuando de forma integrada com as forças de segurança municipais e estaduais”, declarou o prefeito Roberto Costa.

